"The Earth is a cradle of the mind, but we cannot live forever in a cradle" Konstantin E. Tsiolkovsky
17.5.12

A empresa Sinergiae, do sector das renováveis, construiu uma peça que vai integrar a nova sonda espacial europeia.

 

A sonda espacial europeia Pilot vai integrar uma peça inteiramente desenvolvida e fabricada em Portugal pela empresa Sinergiae, do sector das renováveis. Esta nova tecnologia da empresa sediada em Coimbra,vai permitir que a sonda não fique "cega" na viagem para a estratosfera.

 

A equipa de investigadores do departamento Space & Techhnology da empresa portuguesa desenvolveu uma tecnologia que permite impedir o aparecimento de cristais de gelo na janela da sonda onde dão entrada os dados provenientes do espaço, como explica o presidente e o maior accionista da empresa, José Pimentão, ao Diário Económico, sem revelar o valor do investimento.

 

Sobre a importância desta nova tecnologia para a empresa e para a economia nacional, o mesmo responsável não deixa de assinalar como "extremamente positivas" e recorda que se trata de mais uma iniciativa para o "reforço de competências das empresas nacionais num sector tão competitivo como é a área espacial". E recorda que este reconhecimento pela inovação nacional, por parte Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES-França), entidade que gere a sonda Pilot, resulta de um trabalho que começou em 2007, com a celebração das primeiras parcerias. Mais recentemente a empresa passou a ser considerada fornecedor de primeira linha de componentes ‘hardware' para missões espaciais.

 

(in Diário Económico)

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9.5.12

Há uns dias li aqui que Larry Page e James Camaeram iriam começar a exploração asteróides para extracção de metais preciosos, através da empresa Planetary Resources.

 

A Planetary Resources acredita que o acesso a estes metais vai aumentar, baixando o custo de numerosos equipamentos, desde a microeletrónica às baterias, e emergindo novas aplicações.

 

A empresa crê ainda que os asteroides próximos da Terra, que contêm muita água sob a forma de gelo, poderão servir de espécie de oásis às missões de exploração espacial mais distantes, ao fornecerem fontes essenciais de água e carburante, tornando assim as viagens mais económicas.

 

A Planetary Resources tenciona colocar, dentro de dois anos, em órbita terrestre telescópios espaciais para definir a posição dos asteroides mais promissores. Depois, lançará pequenos engenhos espaciais para os explorar. As atividades mineiras propriamente ditas começarão nos asteroides mais ricos em água e platina.

 

A ideia de explorar as riquezas dos asteroides não é nova e remonta pelo menos a 1926, com um projeto teórico do cientista russo Konstantin Tsiolkovsky. Contudo, a Planetary Resources está a formar um novo paradigma na utilização de recursos que trará o sistema solar para a esfera de influência enconómica da humanidade ao disponibilizar uma exploração robótica de baixo custo e evetnual comercialização de asteróides.  

 

Apesar de todas as dificuldades que a ideia apresenta, verdade seja dita, iremos beneficiar em muito caso esta nossa odisseia espacial chegue a bom porto. Os recursos mineiros terrestres são limitados e as reservas na Terra estão a ser utilizadas num ritmo avassalador pela cont+inua exploração, causando problemas de sustenbilidade de recursos a longo prazo. Esta ideia, apesar de não ser pioneira, abre portas a uma reserva infinita de minerais.

 

A exploração mineira inter-planetária irá permitir a criação e o desenvolvimento de novas indústrias, criação de novos postos de trabalho, etc.

 

Por fim, deixo aqui uma sugestão de leitura. Não é recente, mas é boa para quem quer saber mais sobre este tópico.

 

 

 

 

 

 

 

 

link do postPor VG, às 12:24  comentar

22.4.12

A nave secreta da Força Aérea norte-americana, a X-37B, continua em órbita por tempo indefinido. Tem sido muita a discussão sobre os objectivos do Pentágono, mas cresce a certeza de que a nave misteriosa é a resposta dos EUA à colocação pela China de  de sensores espaciais e satélites que fornecem dados vitais para o míssil balístico anti-navios DF-21D “Carrier Killer”, servem operações de guerra cibernética e armas anti-satélites. Desactivar esses sensores seria uma prioridade em qualquer conflito militar com Pequim.

 

Retirado daqui e onde poderão ler mais sobre este assunto.

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link do postPor VG, às 19:50  comentar

21.4.12

O AstroPT comemora 5 anos de existência! Uma referência no que concerne divulgação de ciência e astronomia. 

Merece uma visita!

 

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19.4.12

Com os últimos desenvolvimentos na Ásia em matéria espacial e armamento, relembro alguns dos livros que já havia recomendado sobre a Ásia e outros mais recentes que são também interessantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 E estes próximos são fundamentais para quem quer perceber o porquê estratégico de se querer estar no espaço.

 

 

 

 

 

 

 
 
Todos os livros estão disponíveis na Amazon.com
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link do postPor VG, às 12:41  comentar

O Agni (fogo em hindu) é capaz de percorrer 5000 quilómetros e de transportar uma ogiva nuclear de uma tonelada. As principais cidades chinesas estariam ao seu alcance, incluindo Pequim, sendo uma arma de longo alcance comparável às detidas por países como Estados Unidos, Reino Unido ou Rússia. O míssil testado com sucesso pela Índia foi lançado na última noite e acaba por ser uma demonstração de força de Nova Deli.

Com este lançamento, "a Índia assume-se como uma grande potência armada", declarou no final o chefe do departamento de investigação e desenvolvimento de armas indiano, Vijay Saraswat, em afirmações citadas pela Associated Press. O ministro da defesa classificou o teste de lançamento como "imaculado", segundo noticia a agência britânica Reuters, e o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, diz que o país ultrapassou mais um "marco". "O lançamento de hoje representa mais um marco na nossa conquista da segurança nacional e na exploração das fronteiras científicas", acrescentou.

O programa balístico que deu origem a estes mísseis nasceu, segundo a Reuters, como uma reacção de defesa a eventuais ameaças balísticas chinesas. A mesma agência noticiosa frisa que somente os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU – China, França, Rússia, EUA e Reino Unido – terão armamento com este tipo de alcance.

Integrando o grupo de países em desenvolvimento que têm economias com grande expansão, a Índia aspira a ser um contrapeso regional à China, cuja capacidade militar ainda é superior à indiana, dado que dispõe de mísseis intercontinentais capazes de atingirem qualquer ponto do subcontinente asiático.

 

(in Publico)

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link do postPor VG, às 11:24  comentar

O Jornal METRO desenvolveu uma competição internacional para selecionar uma pessoa a nível mundial, para ser enviada ao Espaço com a Space Expedition Curação (SXC). Como patrocinador exclusivo desta iniciativa em Portugal, o MEO lançou o passatempo “O Espaço é MEO” e desafiou os portugueses a desenvolverem as suas “Campanhas Espaciais” com macacadas que demostrassem porque o MEO e o METRO os deviam enviar, literalmente, para o Espaço.

 

Foram apurados os 10 finalistas com mais votos e, para selecionar o vencedor, o júri avaliou as suas participações com base nos seguintes critérios: empenho e originalidade na demonstração dos motivos pelos quais pretende ir ao Espaço; diversidade e utilização criativa de serviços, plataformas e funcionalidades MEO.

 

O Luís Portas é o grande vencedor do passatempo ‘O Espaço é MEO’ e pode concretizar o seu sonho de ir ao Espaço!

A corrida ao espaço continua e agora o candidato português a astronauta terá de fazer valer os seus argumentos junto do júri internacional.

Para complementar a sua nova missão, o Luís irá partilhar no dia 17 de abril com Portugal e o Mundo, a sua macacada final desta odisseia. Neste vídeo irá provar, sem margem para dúvidas, porque deve ser ele o vencedor do ambicionado prémio.

 

O MEO e o METRO apoiam o Luís na derradeira fase desta corrida espacial e incentivam todos os portugueses a fazê-lo também. Para mostrar o seu apoio bastará partilhar o vídeo desta macacada, que está disponível aqui. O vencedor internacional será anunciado no dia 27 de abril. Vamos acreditar que o Luís levará o nome de Portugal mais além!

 

 

 

 

 

 

O prémio do vencedor internacional é o Pacote "Founding Astronaut" da SXC constituído por:

  • Uma Viagem ao Espaço num voo da Space Expedition Curaçao na nave nave SXC Lynx em 2014
  • Viagem a Curaçao e três noites num hotel de 5 estrelas
  • Missões de treino em simuladores na Holanda, com viagem e estadia
  • Curso académico de astronauta
  • Fato de voo e merchandising especial de co-piloto
  • Oportunidade de publicar uma reportagem sobre a sua missão no jornal METRO, em 4 continentes.

 

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link do postPor VG, às 08:33  comentar

18.4.12

 

 

 

O minissatélite construído pelos alunos da Escola Básica e Secundária de Vila do Porto, em Santa Maria, Açores, que representará Portugal numa competição promovida pela Agência Espacial Europeia (ESA), está concluído para ser lançado na terça-feira, na Noruega.

 

O coordenador do projeto, Ruan Nolasco, adiantou à Lusa que o satélite, similar a uma lata de refrigerantes "está concluído" e "serão apenas realizados testes de verificação" até quinta-feira, dia em que os cinco alunos do 11º ano de escolaridade e dois professores partem dos Açores para Lisboa, de onde vão sair na sexta rumo à base de lançamento, na ilha de Andoya.

 

Esta equipa é uma das 14 equipas europeias selecionadas para construir um minissatélite, numa iniciativa da ESA que pretende oferecer aos jovens uma oportunidade única de participarem num projeto espacial verdadeiro.

 

Ruan Nolasco, um dos dois professores que integram a equipa açoriana, acrescentou que "a competição começa no próximo domingo, seguindo-se na segunda-feira a apresentação do projeto, ao júri, em inglês, enquanto que o lançamento do satélite vai ocorrer na terça-feira, na ilha de Andoya".

 

O minissatélite açoriano será colocado a bordo de um foguete para ser lançado de uma altitude de 1.000 metros, acrescentou.

O coordenador do projeto sublinhou que os alunos "estão muito entusiasmados, apesar de um pouco cansados, uma vez que aproveitaram todos os dias das férias de Páscoa para ultimarem a construção" do satélite.

 

O projeto da equipa portuguesa, denominado 'Azorean Shearwater' ('Cagarro Açoriano'), vai competir com o de equipas da Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Holanda, Suécia, França, Grécia, Roménia, Espanha, Itália e Reino Unido.

 

Similar a uma lata de refrigerantes, a estrutura do satélite foi "reforçada com um tubo de inox" e o projeto da escola açoriana propõe-se a "medir valores da temperatura e pressão e elaborar um cálculo da altitude durante a descida, além de tirar fotos e georreferenciar essas fotografias através de um módulo GPS".

 

"A classificação final é comunicada dia 25", próxima quarta-feira, explicou Ruan Nolasco.

 

(in Diário de Notícias)

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"Discovery" faz último voo para o museu

 

 

O vaivém espacial “Discovery” realizou esta terça-feira a sua última viagem, com destino ao Museu Aeroespacial Smithsonian, no estado norte-americano da Virgínia.

 

A nave foi transportada no dorso de um Boeing 747 da agência NASA, desde o Centro Espacial Kennedy, na Florida, até Washington, onde fez uma passagem simbólica pelo edifício do Capitólio.

 

 

 

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link do postPor VG, às 10:30  comentar

10.4.12

 

 

 

Já tinhamos aqui referido a intenção da Coreia do Norte fazer um lançamento  de um satélite esta semana. O Japão deu ordens aos militares para destruirem o foguete, a Rússia também afirma que abaterá o foguetão se este sair do trajecto previsto, China pede contenção e os EUA consideram ser uma violação à proibição de lançamento de mísseis balísticos. Porquê? Porque a tecnologia para ambas as coisas é a mesma...

 

O foguetão norte-coreano deverá ser lançado entre esta semana e a próxima. Segundo o regime de Pyongyang, o lançamento pretende pôr em órbita um satélite. Trata-se, de acordo com o regime norte-coreano, de uma iniciativa com propósitos científicos e que visa assinalar os 100 anos do nascimento do antigo Presidente Kim Il-sung. Mas os países vizinhos como a Coreia do Sul e o Japão encaram também com apreensão este lançamento, segundo os respectivos governos

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link do postPor VG, às 17:05  comentar


 
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