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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

EUA e Rússia já não são os únicos

Com a nave chinesa que acoplou hoje na estação permanente em órbita da Terra, o "Tiangong-1" testou com sucesso uma tecnologia que apenas os EUA e a Rússia dominavam. A China tornou-se assim o terceiro Estado a dominar tecnologia na área da acoplagem.

 

A 'Shenzhou-9' acoplou com o 'Tiangong-1' (Palácio Celestial), um módulo espacial com 10,4 metros de comprimento e 3,35 metros de diâmetro, lançado em setembro passado e que se encontra numa órbita a cerca de 350 quilómetros da terra.

 

A China realizou o seu primeiro voo espacial apenas em outubro de 2003. Esta é a segunda missão espacial chinesa do regime do presidente Hu Jintao. Neste momento, o país está a investir muito no seu programa espacial, não só a nível financeiro como também em investigação e tecnologia própria. O objetivo anunciado é criar um habitat permanente no espaço até 2020. A bordo seguiu também a primeira mulher chinesa no espaço: Liu Yang, de 33 anos, casada e sem filhos, é piloto de combate da força aérea chinesa e está a treinar-se há dois anos para esta missão, na qual vai dirigir experiências médicas. "Desde o primeiro dia que digo que não há qualquer diferença entre mim e os astronautas masculinos", explicou na conferência de imprensa antes do voo. "Acredito na perseverança."

 

A primeira mulher cosmonauta da história foi a russa Valentina Terechkova, que descolou há exatamente 49 anos - o voo realizou-se entre 16 e 19 de junho de 1963.

 

 

 

(in Agência Lusa e DN)