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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Portugueses em missão que desvenda mistérios das estrelas

Dezembro 27, 2006

Vera Gomes

Joana Vidigal Leal, 26/12/2006, 10:48



É amanhã lançado, por um foguetão russo, o satélite CoRoT que, em mais de dois anos, vai procurar planetas exteriores ao sistema solar e desvendar o interior das estrelas. A missão envolve investigadores portugueses, através da Agência Espacial Europeia (ESA), num projecto internacional liderado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES) de França.
Na missão, cujo arranque está previsto para as 14h23 (hora de Lisboa), a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, colaboram como parceiros internacionais, além da ESA, o Brasil, Espanha, Alemanha, Áustria e Bélgica.
Esta é a primeira nave capaz de detectar planetas fora do Sistema Solar, apenas algumas vezes maiores do que a Terra. O menor planeta fora do Sistema Solar encontrado até hoje é cinco vezes maior do que a Terra. No entanto, os cientistas estimam que a Corot possa detectar centenas de planetas menores assim como outros muito maiores enquanto vasculha o espaço.
De acordo com os responsáveis pela missão, a CoRoT irá observar em profundidade o interior de cerca de cem estrelas, assim como milhares de outras através do seu telescópio de 27 centímetros de diâmetro, a partir de uma órbita polar posicionada a 850 quilómetros da Terra.
Equipado com uma câmara de quatro detectores CCD, o telescópio irá observar cinco regiões diferentes do céu, cada uma por um período de 150 dias consecutivos. Para optimizar o retorno científico da missão, observações com uma extensão mais curta, de 20 dias cada, alternarão com as de maior duração.
Os cientistas acreditam na descoberta de novos exoplanetas. O primeiro a ser descoberto aconteceu nos anos 90 através de telescópios instalados na Terra, que ajudaram a descobrir mais de 200 outros planetas exteriores ao Sistema Solar. Os cientistas esperam descobrir agora muitos outros durante a missão da CoRoT.

in: http://www.cienciapt.net/noticiasdesc.asp?id=14159

Rússia lidera em número de lançamentos espaciais em 2006

Dezembro 27, 2006

Vera Gomes

Joana Vidigal Leal, 27/12/2006, 10:56

A Rússia é o país que mais lançamentos espaciais fez este ano e tem um plano ambicioso para modernizar a sua frota de satélites. De acordo com o director da agência espacial federal, Anatoly Perminov, a Rússia foi responsável por cerca de 40 por cento de todos os lançamentos espaciais este ano, colocando-se à frente dos Estados Unidos.

Desde Janeiro, a Rússia, com 98 satélites em órbita, realizou 24 lançamentos, devendo lançar hoje um observatório espacial francês.

Perminov adiantou que uma das prioridades é a renovação do Sistema russo de Navegação Global por Satélite, designado GLONASS – o equivalente ao GPS norte-americano, tendo sido ontem lançados três novos satélites, o que perfaz um total de 17 em órbita. Este sistema deverá ser disponibilizado para uso civil na Rússia durante o próximo ano.

A Rússia já tem previsto o lançamento de um satélite para estudar a superfície terrestre e um outro meteorológico em 2007, prevendo-se ainda uma cooperação com a China em missões robóticas à Lua.

in: http://www.cienciapt.net/noticiasdesc.asp?id=14168

NASA detecta indícios de água líquida em Marte

Dezembro 07, 2006

Vera Gomes

A NASA encontrou provas de água líquida em Marte. Depois de recolhidas algumas provas que evidenciavam a existência de água há milhões de anos no planeta, os cientistas da Agência Espacial Norte-americana encontraram provas da presença de água líquida na actualidade.

Kennet Edgett, da empresa Malin de Ciências Espaciais, mostrou, em conferência de imprensa, uma série de fotografias captadas em 2000 e 2005 das encostas das crateras vulcânicas nas quais se pode ver o que parecem ser leitos de cursos de água, mais estreitos no seu começo e alargando ao chegar à base.

Edgett afirma que “pode ser água salina, água que contenha uma grande quantidade de sedimentos, água ácida, não sabemos, mas é definitivamente água”.

Michael Malin, presidente e principal cientista deste laboratório em San Diego, na Califórnia, relatou que os investigadores chegaram à conclusão que imagens de uma mesma área de Marte, registradas em diferentes datas, mostravam pontos e sulcos que não apareciam nas imagens anteriores ou tinham se movimentado.

O aspecto em transformação das encostas em Marte em poucos anos fortaleceu a crença de que houve, recentemente, fluxos de água na superfície do planeta vermelho. "A água foi, claramente, uma surpresa para nós. O ambiente de Marte na sua totalidade não parece muito propício para a água", disse o cientista.

Joana Vidigal Leal, 07/12/2006, 08:55 in http://www.cienciapt.net/noticiasdesc.asp?id=13988

Russia Wants to Join NASA Moon Program

Dezembro 07, 2006

Vera Gomes

MOSCOW (AP) — Rivals for lunar conquest four decades ago, Russia hopes to join the U.S. moon exploration program with technology and know-how, a Russian space agency spokesman said Thursday.



Russia was conducting talks with NASA and voiced hope that a deal could be reached within months, said the spokesman, Igor Panarin.



“We want the agreement to reflect Russia's status as a great space power,'' he told The Associated Press, adding that Russia plans to contribute technology rather than money to NASA's project.



NASA said Monday that it would send a four-astronaut crew to the moon in 2020 and set up an international base camp on one of the moon's poles that would be permanently staffed by 2024.



Panarin said the agreement with NASA could be modeled on Russia's deal with the European Space Agency, which envisages launches of commercial satellites by Russian Soyuz rockets from France's Kourou launch pad in French Guyana starting in 2008. Under that deal, Russia would provide booster rockets and the ESA would fund launch pad upgrades.



“We could use a similar approach in the moon project,'' Panarin said.



Last year, NASA said it would cost $104 billion just to get back to the moon for its first trip, but NASA officials declined Monday to estimate the larger costs of a permanent lunar program.



Russia's state-controlled RKK Energiya has proposed its own moon exploration program that envisages setting up a permanent base on the moon, but the ambitious plan hasn't received government backing.



The Soviet Union sent numerous unmanned missions to explore the moon, including two rovers that studied its surface in 1970-73. However, it lost the race to the United States, which landed Americans on the moon in July 1969 while the Soviet program collapsed in a series of booster explosions.



Russia recently has agreed to help China, which is aiming to land a probe on the moon by 2010. Russia sold China the technology that formed the basis of its manned space program, which launched its first astronaut in 2003 and two others in 2005. The Chinese Shenzhou spacecraft closely resembles the Russian Soyuz.



Panarin said Russia could cooperate with both the United States and China in lunar research, dismissing allegations of a possible rivalry. “Space research is a vast field with plenty of room for every nation,'' he said.

in: http://www.space.com/news/061207_ap_moon_russia.html

European Military Space Capabilities: a primer

Dezembro 02, 2006

Vera Gomes

O título deste post é também o título do livro da Teresa Hitchens, um dos nomes de referência na área de segurança e política espacial, que foi lançado em Maio de 2006. Trata-se, na minha opinião, uma obra de referência, tendo em conta os últimos avanços europeus em matéria de cooperação e segurança espacial.

Poderão ler a introdução do livro no site do Center for Defense Information (
clicar aqui )

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