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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

UE/Presidência: Situação do escudo antimísseis dos EUA é semelhante à crise dos mísseis cubanos - Pu

Outubro 26, 2007

Vera Gomes

O Presidente russo Vladimir Putin afirmou hoje, em Mafra, que a situação em torno da proposta de instalação do escudo antimísseis norte-americano na Europa do Leste tem semelhanças com a crise dos mísseis cubanos de 1960.

«Tal ameaça está a ser montada nas nossas fronteiras» disse Putin em conferência de imprensa na conclusão da Cimeira UE/Rússia em portugal.

A crise dos mísseis cubanos esteve na iminência de fazer deflagrar a III guerra mundial, o que só não ocorreu devido à persistência do Presidente dos EUA, John Kennedy, que forçou o líder russo Nikita Krutshev a retirar aquele armamento nuclear de Cuba, instalado a poucas centenas de quilómetros da Flórida.

Os EUA impuseram nesse período um bloqueio aero-naval a Cuba dando a entender que estavam dispostos a tudo para destruir a ameaça coloca por aqueles mísseis.

SRS.

Lusa/fim

EUA: Sistema anti-mísseis na Europa necessário contra ameaça iraniana - Bush

Outubro 23, 2007

Vera Gomes

O presidente norte-americano George W. Bush declarou hoje que os planos para a instalação de um sistema anti-mísseis na Europa são urgentemente necessários para contrariar uma ameaça emergente de um ataque do Irão.

"Se (o Irão) decidir fazê-lo e a comunidade internacional não tomar medidas para o impedir, é possível que o Irão possa ter essa capacidade. E temos que levá-lo a sério, já", afirmou.

O último aviso de Bush sobre as ambições nucleares do Irão surgiu durante um discurso sobre a sua política de segurança na Universidade de Defesa Nacional.

Declarou que as estimativas das agências de informações dos Estados Unidos mostram que o Irão poderá ter capacidade para atacar território norte-americano e europeu até 2015.

"A necessidade de uma defesa anti-mísseis na Europa é real e creio que é urgente", sublinhou o presidente.

A advertência de Bush quanto ao Irão foi desmentida, também hoje, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, durante uma visita a Tóquio.

Lavrov declarou que as iniciativas de defesa anti-mísseis dos Estados Unidos na Europa e na Ásia se baseiam numa análise errónea da ameaça representada pelo Irão.

"A Coreia do Norte representa uma ameaça fundamental, mas o Irão não", disse Lavrov ao ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Masahiko Komura, segundo um funcionário nipónico.

Bush procurou afastar as preocupações da Rússia e chamar Moscovo para o processo, retratando o sistema proposto como um "esforço cooperativo" contra "uma ameaça emergente que nos afecta a todos".

Bush declarou que a proposta do presidente russo, Vladimir Putin, de instalar sistemas anti-mísseis no Azerbaijão e sul da Rússia, "podia ser incluída como parte de um sistema mais vasto de controlo de ameaças" e deixou claro que o plano com bases na Polónia e República Checa continua a ser a opção defendida por Washington.

"O perigo de ataques com mísseis balísticos é uma ameaça que partilhamos e devemos responder em conjunto a esta ameaça", adiantou.

RP.

Lusa/Fim

Investigador português ganha prémio com animação de plasma no espaço

Outubro 23, 2007

Vera Gomes

Um investigador português abriu caminho para gerar a protecção de satélites ou naves espaciais ao criar uma animação sobre a expansão de um plasma no espaço, uma simulação que lhe valeu um prémio nos Estados Unidos.

Na 20ª Conferência Internacional de Simulação Numérica de Plasmas, realizada em Austin, Luís Gargaté conquistou o Prémio Oscar Buneman de melhor visualização científica, na categoria de animação, com um filme de uma bolha de gás que se expande no espaço ao ser atingida por radiação solar, criando determinadas características no campo magnético e eléctrico.

Os perigos do espaço, como os choques com partículas solares, podem danificar os instrumentos nos satélites ou causar doenças aos astronautas.

Uma maneira de proteger pessoas ou máquinas destas partículas é "criar uma espécie de atmosfera à sua volta, uma redoma, que tem um campo magnético, uma bolha de gás", explicou à Lusa o investigador Luís Gargaté.

Nesta simulação, gerada no computador mais potente para cálculo científico em Portugal, no Instituto Superior Técnico, torna-se possível analisar o que se está a passar em termos físicos ao longo da evolução do sistema.

"A ideia é estudar estes sistemas para ver como eles se comportam e perceber como podem proteger a nave ou satélite", disse o investigador do Instituto Superior Técnico de Lisboa.

Segundo Luís Gargaté, a experiência já foi feita na realidade há alguns anos e hoje em dia é possível fazer simulações em computadores para compreender melhor o que se passa.

O trabalho consiste na visualização científica dos resultados de simulações numéricas de larga escala do cometa artificial AMPTE, permitindo capturar a dinâmica observada nas experiências realizadas naquele cometa.

Através desta animação, esclarece um comunicado do Instituto Superior Técnico, criou-se uma nova perspectiva sobre os fenómenos da formação de cometas e da sua interacção com o vento solar, apontando novas direcções para a utilização de magnetosferas artificiais para a protecção de naves espaciais.

ARR

Lusa/Fim

'Space hotel' test craft launched

Outubro 07, 2007

Vera Gomes

An experimental spacecraft designed to test the viability of a hotel in space has been successfully sent into orbit.
Genesis II is an inflatable module designed and launched by Bigelow Aerospace, a private company founded by an American hotel tycoon.

The inflatable and flexible core of the spacecraft expands to form a bigger structure after launch.

Billionaire Robert Bigelow hopes to use inflatable technology to construct a manned space station by 2015.

Inflatable spacecraft are attractive because they take up less space on their launch vehicle than solid components and therefore cost less to place into orbit.

Genesis II was launched onboard a Russian rocket, and successfully separated from its launch vehicle 14 minutes after lift-off, engineers said.

Communications were established with the craft after a short delay, before the module beamed back a series of images of its expanding solar panels.

Officials said the craft was functioning well, with communications and air pressure as expected.

Commercial pressure

Bigelow Aerospace - slogan: Getting you excited again about space - hopes to build a full-scale space hotel, dubbed Nautilus, which will link a series of inflatable modules together like a string of sausages.

Genesis II is a 15 ft (4.5m) module designed to expand to a diameter of 8ft (2.4m).

Onboard the company has sent a collection of pictures and other memorabilia from fee-paying customers keen to see their personal possessions photographed in space.

The company also hopes to activate a space-based bingo game to be played by people back on Earth.

Later this year it plans to launch another module, Galaxy, described as a halfway house to a human-habitable space module.

Founder Robert Bigelow has invested some $500m (£250m) in his project, which is vying with Sir Richard Branson's Virgin Galactic enterprise to take fee-paying customers into space.

But experts say the costs of commercial space travel need to come down before it can be a success.

As a result, Mr Bigelow is offering a $50m prize to anyone who can design a craft capable of carrying five people to a height of 400km (250 miles) before 2010.

in http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/6253054.stm

Moeda espacial

Outubro 07, 2007

Vera Gomes

"O Reino Unido criou a primeira «moeda espacial» com o nome de Quase Universal Intergalactic Denomination (QUID) para que no futuro possam ser realizadas transacções comerciais no espaço.

O QUID foi criado pela empresa de câmbio Travelex e concretizada na Universidade de Leicester. A moeda tem uma série de discos circulares que reproduzem o sistema solar.

A moeda foi pensada nas pessoas que vão viajar para o espaço num futuro não muito distante, quando houver uma comunidade humana permanente na lua.

O QUID, produzido no material para as panelas anti aderentes, é resistente às condições dificeís do espaço. «Nenhuma das formas de pagamento já existentes poderia ser usada no espaço: as moedas são cortantes e poderiam pôr em risco a vida dos astronautas», afirmou um dos professores envolvidos no projecto.

A moeda tem diversos valores, que vão desde o Q1 (que vale cerca de 9,5 euros) até Q10. Cada moeda terá um código único para evitar falsificações.

O QUID já se encontra disponível."

in: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=59460

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