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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

II Colóquio Detecção Remota

Julho 29, 2011

Vera Gomes

A Sociedade Portuguesa de Geografia de Lisboa organiza o II Colóquio Detecção Remota: Observação da Terra (DROT II), nos dias 24 e 25 de Novembro de 2011. À semelhança do anterior, organizado em 2008, no contexto do “Ano Internacional do Planeta Terra”, o colóquio de 2011 versará os avanços tecnológicos mais recentes em matéria de Observação da Terra por satélite, alguns resultados da investigação científica realizada em Portugal bem como as mais recentes aplicações com vocação operacional.

As sessões estão programadas de forma a que o colóquio seja, para além de um momento de apresentação pública de comunicações especializadas, também um espaço de debate em torno da agenda do futuro, para o qual se espera a assistência e a intervenção da comunidade científica e técnica portuguesa, dos universitários, dos estudantes, dos agentes da administração central e local, das empresas, e do público em geral.

O programa do colóquio está disponível aqui.

O colóquio DROT II irá decorrer na Sociedade de Geografia de Lisboa, Sala Portugal, Rua das Portas de Santo Antão, 100, 1150-269 Lisboa.

A entrada é livre mas sujeita a registo por preenchimento da ficha de inscrição disponível no site e envio da mesma, por e-mail, para a Secretaria da Sociedade de Geografia de Lis­­boa (A/C – D.ª Carla Abreu, e-Mail: geral@socgeografialisboa.mail.pt).

Vão e voltam sem unhas!

Julho 21, 2011

Vera Gomes

Um dos objectivos das missões espaciais é estudar os efeitos da ausência de gravidade no corpo humano. "A permanência no Espaço por tempos prolongados pode causar danos a níveis musculares nos astronautas, ao ponto de, ao fim de seis meses em órbita, ficarem fracos como um idoso de 80 anos. " A Espacial News escreveu um artigo interessante sobre este assunto que podem ver aqui.

A ESA divulgou um vídeo os malefícios de viver no Espaço. Claramente a ausência de gravidade e a radiação solar são dois inimigos à saúde dos astronautas! Mas... há mais! Podem ver o video aqui.

 

A Agência Espacial Europeia (ESA) explica, neste vídeo, os malefícios de viver no Espaço. A gravidade zero e a radiação solar são dois dos inimigos da boa saúde dos astronautas, mas não só…

 

100 Year Starship

Julho 13, 2011

Vera Gomes

A DARPA e o laboratório Ames (associado à NASA) lançaram um projecto que tem recolhido ideias sobre como se poderá realizar uma viagem que envie seres humanos para outro sistema planetário. A ideia não é só fazer exploração: consiste também em fazer a mudança permanente para esse destino e, quiçá, até ocorrerem nascimentos!

 

O projecto termina no dia 11 de Novembro de 2011 e as ideias poderão ser depositadas na página oficial do projecto onde também podem saber mais sobre o assunto. 

A observação espacial das alterações climáticas

Julho 11, 2011

espacoedireito

A ESA disponibilizou esta semana imagens de um dos seus satelites de observação geostationário, desde Março a Maio 2011, que revelam com evidente clareza a redução de um glaciar. Imagens do glaciar Kangerdlugssuaq na Groenlandia mostram que o degelo avançou 35 m por dia, partindo-se, finalmente em icerberg gigantes. 

 

Adeus Vaivém

Julho 10, 2011

Vera Gomes

Os EUA andam agora à boleia dos Russos até encontrarem uma solução de transporte espacial. Obama suspendeu a continuidade no desenvolvimento de outras formas de transporte. Em parte por em tempo de crise financeira e problemas domésticos internos para resolver (como o caso do aumento veloz de crianças sem abrigo) torna dificil explicar à população os milhões que se investem nesta área.

 

Sem sombra de dúvida que a descontinuidade do vaivém é uma mudança no paradigma da exploração espacial para os próximos anos. Nos últimos dias, muitos se desdobraram em previsões para o futuro. Fala-se muito na China como a próximo líder e o próximo país a colocar alguém na Lua. Espero que não esqueçam outros actores que têm ganho relevância nos últimos anos, por exemplo a Índia ou o Japão. Relembrar também que a ESA está a desenvolver um meio de transporte que poderá rivalizar com o Soyuz russo. 

 

Quem me conhece sabe que sempre defendi que aquilo que nos levou à Lua será aquilo que nos levará a Marte. E estou, obviamente a falar de contexto político e social. O facto das missões espaciais se terem tornado rotineiras, fez com que a sociedade perdesse o fascínio sobre a exploração espacial. E é essa falta de interesse que faz falta recuperar. Lou Friedman há pouco tempo referia isso mesmo e que o futuro da exploração espacial passaria pelas parcerias público-privadas. Verdade seja dita, com a saída da Nasa a indústria privada americana que tem feito esforços para conseguir um meio de transporte tem agora à sua disposição tecnologia e know-how que poderão ser fundamentais para o desenvolvimento da indústria. Espero que sim!

Portugueses em Marte!

Julho 08, 2011

Vera Gomes

A próxima missão a Marte em 2014, levará no rover da NASA tecnologia portuguesa desenvolvida na Universidade de Coimbra e no Instituto Pedro Nunes cujos investigadores desenvolveram uma nova geração de aerogéis que vai garantir o isolamento térmico do robô móvel.

 

O aerogel é um “material extremamente poroso e leve o que permite uma excelente performance técnica. É óptimo para aplicação espacial como isolante térmico de componentes electrónicos”, esclarece Ricardo Patrício, responsável da Active Space Technologies (AST), empresa parceira neste projecto, avaliado em um milhão de euros.

 

O novo isolante térmico super-potente distingue-se dos demais aerogéis “devido à sua flexibilidade”, característica “muito importante para conter as vibrações de grande energia que vão acontecer durante o lançamento” do veículo, garante o investigador. Esta flexibilidade do material foi conseguida graças a “um processo específico de secagem dos produtos à base de sílica que garante uma menor densidade e maior flexibilidade”, segundo Ricardo Patrício.

 

O material já foi testado e está agora numa fase de ensaios de “qualificação espacial” muito exigentes, com a simulação das “condições ambientais” de Marte, como temperatura e níveis de radiação e vácuo, para “avaliar o comportamento das mantas de super-isolamento”, segundo Ricardo Patrício.

 

in Inteligência Económica

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