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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Índia também vai para Marte

Agosto 20, 2012

Vera Gomes

 O primeiro-ministro da Índia anunciou no passado dia 15, uma missão espacial a Marte para 2013, o que, segundo Manmoham Singh, representa um grande passo em frente para a ciência e tecnologia do país. 

 

“Recentemente, o gabinete aprovou a Missão de Órbita a Marte. Nesta missão, a nossa nave vai até perto de Marte e vai recolher informação científica importante”, disse Manmoham Singh nesta quarta-feira, numa declaração à nação a partir do Forte Vermelho, no dia em que a Índia comemora 66 anos de independência.

“Esta nave que vai até Marte vai ser um enorme passo para nossa ciência e tecnologia”, disse o primeiro-ministro, citado pelo jornal The Hindu.

O lançamento da sonda está marcado para Novembro de 2013. Se a Organização de Investigação Espacial da Índia (ISRO) não conseguir lançar o aparelho nesta janela de tempo o projecto ficará adiado para 2016 ou 2018. A missão terá um custo de 4500 milhões de rupias indianas, o equivalente a 65,8 milhões de euros.

Em 2008, esta potência asiática lançou com sucesso um satélite para orbitar a Lua. Se este novo projecto se concretizar, a Índia conseguirá algo que a China e o Japão já tentaram – enviar uma sonda a Marte – mas cujas missões tiveram de ser abortadas.

A sonda será lançada pelo foguetão Polar Satellite Launch Vehicle e terá 25 quilos de carga científica. Em comparação, o Curiosity, a carga científica do rover da NASA que aterrou em Marte a 6 de Agosto, tem três vezes mais de peso.

 

(in Público)

 

 

As bandeiras das missões Apollo ainda estão de pé na Lua

Agosto 04, 2012

Vera Gomes

 

 

A câmara da sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) da NASA captou imagens que se acredita serem das bandeiras deixadas pelas missões norte-americanas ao satélite da Terra. As bandeiras, exceto a da Apollo XI, conseguiram sobreviver às radiações e às temperaturas altas.

 

A LRO capturou imagens de muitos dos vestígios que as missões Apollo deixaram na superfície lunar. Quando em 2009 o satélite natural captou as primeiras imagens do local de aterragem do Apollo XI (20 de julho de 1969), a bandeira americana não foi vista. Os cientistas pensaram que esta tinha sido derrubada pelo veículo quando os astronautas deixaram a superfície.

 

As novas imagens deram a certeza de que as bandeiras norte-americanas ainda estão de pé, ao revelar sombras nos locais de desembarque, excetuando o da Apollo XI. O que pode vir a contrariar algumas teorias da conspiração segundo as quais o homem nunca foi à Lua.

Muito tem sido escrito sobre as bandeiras das missões Apollo. Um dos principais argumentos usados pelos amantes da teoria da conspiração em relação à viagem à Lua, que defendem que foi uma fraude do governo norte-americano, é que nas imagens existentes, a bandeira aparece a esvoaçar numa atmosfera onde não existe vento. A explicação dada é que os astronautas colocaram uma estrutura na parte superior da bandeira para que esta não caísse e para dar a sensação de movimento.

 

Os lugares onde estão espetadas bandeiras fazem parte de zonas da Lua preservadas. A lista inclui os locais de aterragem da Apollo e a cratera de impacto da sonda LCROSS, onde foi encontrada água. Astronautas e futuros turistas espaciais devem manter-se afastados desses locais.

 

(in DN)

 

 

China vai tentar primeira aterragem na lua em 2013

Agosto 03, 2012

Vera Gomes

 

China vai tentar no próximo ano aterrar uma sonda exploratória na lua pela primeira vez, naquele que é o último projeto do ambicioso programa espacial do país, informou hoje a imprensa estatal chinesa.

 

A terceira sonda lunar da China será lançada no segundo semestre de 2013 e vai aterrar na lua para recolher dados sobre a superfície da mesma, segundo avançou hoje a agência estatal Xinhua.

 

Se for bem sucedida esta será a primeira aterragem da China na superfície da lua e representará um novo marco no desenvolvimento espacial do país.

 

De acordo com a Xinhua, esta tentativa faz parte do projeto de órbita, aterragem e regresso da lua.

 

 

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