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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Já viram o astronauta em Lisboa?

Abril 26, 2017

Vera Gomes

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 A mostra Cosmos Discovery reúne numa tenda, perto da estação fluvial de Belém, cópias e modelos de naves, foguetões e veículos robotizados, mas também originais de fatos e capacetes espaciais, comida embalada de astronautas, um saco para guardar rochas lunares, um manual de instruções de voo ou a 'boca' (uma das extremidades) de um vaivém (space shuttle).

 

A Cosmos Discovery pretende contar a história da exploração espacial: o passado, o presente e o futuro; mostrando às pessoas o importante que é a exploração espacial nas nossas vidas, toda a tecnologia que é desenvolvida e que nos vai beneficiar mais tarde e  também a coragem humana para ultrapassar obstáculos.

 

O preço da entrada na exposição, sem data de saída de Lisboa, antes de prosseguir a sua digressão mundial, varia entre 10 euros (grupos de estudantes) e 16 euros (adultos), valores que a organização justifica com os custos associados à exposição dos objectos (incluindo transportes e seguros). Sinceramente, pelo que vi e li e apesar de não ter visitado a exposiçao, vale cada cêntimo!

 

A exposição está patente no Terreiro das Missas, junto à estação Fluvial de Belém.

 

Mais informações aqui e aqui.

 

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Portugal voa mais alto nos Açores

Abril 24, 2017

Vera Gomes

A Comissão Europeia aplaude o projecto para a criação do Centro Internacional de Investigação nos Açores, a Agência Espacial Europeia também e os representantes da China, da Índia, dos EUA, do Brasil e da África do Sul manifestaram o seu entusiasmo com o plano do Governo português de explorar o Atlântico, “atacando-o” com uma cooperação internacional nas áreas do espaço, clima, oceanos e energias renováveis. Após nove meses de conversações nasceu a nova fase de “diálogo aberto” para a criação do AIR Center (Atlantic International Research Center). No arranque da cimeira com delegações de 29 países e mais de 200 participantes, na ilha Terceira, falou-se também da base espacial para lançamento de pequenos satélites, que poderá ficar na ilha de Santa Maria. E, curiosamente, com algumas reservas.

“Chegámos à fase do diálogo aberto sobre o AIR Center, que será o vosso projecto”, referiu Manuel Heitor, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, perante uma plateia de possíveis parceiros e investidores na sessão de abertura da reunião de alto nível. Segundo adiantou, até ao final do ano deverá estar definida a agenda deste ambicioso plano, com a apresentação dos parceiros, organização e financiamento. Até lá, vai ser preciso “seduzir” todos os possíveis interessados a integrar e apoiar esta organização internacional. E, a julgar pelas intervenções feitas esta quinta-feira, a tarefa não parece impossível. Pelo menos, no que se refere à ampla rede colaborativa de investigação (ver texto ao lado) que se propõe criar nos Açores. Vários dos intervenientes na sessão de abertura desta cimeira não só aplaudiram o projecto como apresentaram várias propostas de colaboração.

 

 

PÚBLICO -
 

Porém, o projecto de criação de uma base espacial de lançamentos de pequenos satélites nos Açores não parece ter sido acolhida com o mesmo entusiasmo. Nomeadamente, pelo director-geral da Agência Espacial Europeia (ESA), Johann-Dietrich Wörner, que, apesar de manifestar um apoio claro no projecto de investigação internacional e colaborativo no tratamento e recolha de dados em terra e no espaço a partir dos Açores, hesitou quando foi questionado sobre a importância da criação de um porto espacial no arquipélago. “Isso já é outra história. Actualmente, existem muitas empresas privadas com diferentes actividades ligadas ao espaço e aos lançamentos de pequenos satélites. Há uma actividade global que respeitamos e Portugal tem de olhar para isso”, disse aos jornalistas, no final da sessão de abertura. O director-geral da ESA frisou ainda que a ESA já está nos Açores com a estação de rastreio de satélites (na ilha de Santa Maria) e que em breve deverá levar para o arquipélago a antena de 15 metros que estava em Perth, na Austrália, e que foram obrigados a desligar por “restrições de frequências”, e que pode ser usada em futuras missões para controlo e monitorização de outros satélites. E pareceu pouco interessado em apoiar planos que vão muito mais longe do que isso.

 

Hélene Huby, directora de Divisão da Inovação Aeroespacial da Airbus, revelou, porém, que foi realizado um estudo que aponta para os Açores como um dos locais no top dos melhores sítios para instalar uma base espacial para lançamento de pequenos satélites. Mas alertou que é preciso assegurar que esta infra-estrutura tenha um baixo custo, garantindo a sua utilização e rentabilidade. “Como podemos garantir que este porto espacial vai ser usado?”, perguntou. E deu algumas pistas: é preciso, por exemplo, garantir que tem infra-estruturas que podem ser partilhadas para vários fins e que oferece tecnologias inovadoras.

 

O arquipélago tem um posicionamento geográfico muitíssimo vantajoso para uma base espacial, sobretudo para satélites polares de baixa órbita (entre 400 e 600 quilómetros) e para lançar pequenas cargas (até 300 quilos) para o espaço. Os satélites de órbita polar circundam a Terra de norte a sul e são preferencialmente usados para a observação da Terra (os satélites equatoriais, que andam de leste para oeste, são mais usados para telecomunicações).

 

O que diz a indústria aeroespacial portuguesa?

A privilegiada posição dos Açores é um dos maiores trunfos do Air Center e, especificamente, do projecto de uma base espacial que poderá vir a ser criada na ilha de Santa Maria. Mas estar no lugar certo é suficiente? Os representantes da indústria aeroespacial ouvidos pelo PÚBLICO confirmam a vantagem geográfica do arquipélago, mas também concordam que isso não chega.

 

“É um local especial, estrategicamente posicionado entre o mercado europeu e norte-americano, o que fará deste porto espacial um lugar apetecível quando comparado com os que existem actualmente”, antevê Paulo Guedes, da Critical Software, empresa de Coimbra que tem colaborado com várias missões espaciais no desenvolvimento de programas informáticos de satélites. “A criação desta base poderá permitir suportar o previsto aumento de mercado dos satélites e dos lançadores”, defende. Ou seja, mais oportunidades de negócio.

 

Nuno Ávila Martins, da empresa portuguesa de engenharia aeroespacial Deimos, também fala no mesmo cenário de crescimento “do mercado de observação da Terra com pequenos satélites”. “Sabemos que vai crescer de forma acentuada nos próximos anos, as empresas estimam um crescimento de mais de 10% ao ano neste sector. Estamos a falar de 300 ou 400 satélites a serem lançados todos os anos, nos próximos anos”, diz.

 

E é aqui que, para Nuno Ávila Martins, está o cerne da questão. “Não chega termos uma posição geográfica privilegiada e criar infra-estruturas. Temos de escolher um nicho de mercado. Saber bem em que vamos apostar”, diz, considerando que o “melhor negócio” se fará se centrarmos o projecto “em lançadores [foguetões] pequenos, com satélites pequenos, com cargas pequenas”. Essa, aliás, parece ser a intenção do Governo português se tivermos em conta as declarações esta semana, em Lisboa, do ministro da Ciência.

 

Sobre a eventual escolha de Santa Maria para instalar uma base espacial (sobretudo quando o futuro da base das Lajes, na Terceira, está em aberto), o responsável da Deimos também parece estar de acordo. “Os estudos apontam para Santa Maria como local preferencial: tem menor densidade populacional, é mais austral e, por isso, melhores condições meteorológicas, maior estabilidade do ponto de vista sismológico, e tem algumas infra-estruturas já instaladas como as estações de telemetria e telecomando que servem para rastreamento de satélites”, enumera.

 

Tem “só” cerca de cinco mil habitantes, mas esse lado não deve ser desprezado, alerta. “Um projecto como este altera o tecido socioeconómico da ilha. Cria oportunidades de emprego e desenvolvimento, mas também tem um impacto no modo de vida e no ambiente. Temos de acautelar um equilíbrio”, defende, reforçando que “o dimensionamento do tipo de lançadores deverá ser compatível com o que existe na ilha”.

 

Nuno Ávila Martins, director da empresa que preside a Proespaço – Associação Portuguesa das Indústrias do Espaço, acredita no projecto do Air Center e da criação da base espacial. E, assumindo que o interesse manifestado é genuíno, agora só parece mesmo estar a faltar a essencial peça do costume: o dinheiro. Para isso, defende, é preciso “ter planos de negócio capazes de sustentar a viabilidade do projecto” e parceiros a bordo desta ambiciosa viagem. “Temos a oportunidade de vir a ser o porto espacial europeu, a partir da Europa, o único”, nota.

 

Ainda com o Air Center a ser discutido, a Deimos já tem vários planos de acção com destino aos Açores. “Estamos a desenhar um projecto para fazer lançadores a partir de Santa Maria. Isto já está no nosso radar”, avança. E este é só um exemplo. Há mais para fazer nas outras áreas do centro de investigação internacional, nomeadamente, no que se refere ao fornecimento e tratamento dos muitos dados que existem hoje da observação da Terra.

 

Ricardo Patrício, director da empresa Active Space Tecnologies, é mais cauteloso quando se fala num possível futuro de sucesso deste projecto. Diz que temos de saber onde nos vamos meter, se o queremos fazer e se estamos preparados. “A indústria dos satélites de pequeno porte é muito nova e a indústria nacional ainda não está muito vocacionada para isto. Temos de ter a garantia de que há uma política espacial, um alinhamento estratégico que permita que a indústria nacional o aproveite da melhor maneira.” É que, argumenta, “hoje dedicamos o nosso orçamento a muitos programas, uma coisinha aqui outra ali, e este projecto não pode ser mais uma coisinha onde Portugal participa”. “É um projecto muito complicado de montar. Tenho alguma expectativa em relação a estes dias de conversas nos Açores. Aqui estarão muitos agentes importantes que têm uma palavra a dizer sobre o futuro e sucesso do projecto.” 

 

Nestes projectos espaciais, mais do que estar no lugar certo, é preciso estar à hora certa. A bordo do foguetão que parece estar a ser lançado com destino ao AIR Center nos Açores têm de estar os parceiros certos.

 

(retirado daqui)

Açores vão salvar o planeta?

Abril 24, 2017

Vera Gomes

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Dez ministros de oito países apoiaram os princípios da criação de um futuro Centro Internacional de Investigação do Atlântico (AIR Center), nos Açores, proposto pelo Governo português numa cimeira que acaba esta sexta-feira na ilha Terceira. Além dos governantes, também os representantes da indústria aeroespacial mundial e cientistas de 29 países apoiam a ideia de trabalhar em conjunto para ajudar a salvar o planeta a partir dos Açores. Porém, falta aquela que será a fase mais difícil e decisiva do projecto: garantir o seu financiamento. Para já, foram criados dois grupos de trabalho com um calendário para definir o que vai ser e como funcionará o AIR Center.

“O consenso foi total. E não apenas na ideia, mas no plano, com um calendário, com uma equipa que irá concluir a agenda e os estatutos para a criação do AIR Center”, disse aos jornalistas o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, no final de dois dias de diálogo com governantes, empresários e cientistas. Segundo referiu “o envolvimento da Comissão Europeia é particularmente importante”, tendo ficado decidido que a nova Declaração de Belém (em Lisboa) vai ser assinada em Julho pela Comissão Europeia, a África do Sul, entre outros países, para promover a cooperação e investigação no Atlântico Sul e que ficará ligada ao estabelecimento do AIR Center, o que deverá garantir acesso a fundos comunitários.

 

“Sabemos agora que há um interesse neste projecto, o que ainda não sabíamos há um ano”, disse, sublinhando que as conclusões da cimeira foram aprovadas por “aclamação”. “Falta avançar para a instalação e assinar o acordo com os estatutos desta instituição intergovernamental, centrada nos Açores, que irá ser uma rede do Atlântico com pólos em vários países.” Manuel Heitor quer ver o AIR Center a “lançar os primeiros projectos efectivos e colocar financiamento nas instituições” no final de 2018. “Não estamos a falar de construir nada em cimento, vamos usar o que existe”, esclareceu, confirmando que os parceiros desta rede “vão contribuir com conhecimento e financiamento”.

 

No primeiro dia da cimeira, dedicado às discussões mais técnicas, o director-geral da Agência Espacial Europeia, Johann-Dietrich Wörner, já tinha deixado o que pode ser um bom argumento para conquistar os decisores políticos a investir no AIR Center: “Um euro investido no espaço significa um retorno de, pelo menos, seis euros”. Mas neste segundo dia, de diálogo político, também não se falou de dinheiro e os discursos estiveram de novo centrados nos elogios à ambição, oportunidade e à importância da proposta do Governo português, que está a ser traçada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). As declarações de apoio à criação do AIR Center vieram da China à Índia, passando pela Noruega, até à África do Sul, Brasil e EUA. Ou seja, decisores e potenciais investidores do Atlântico e além Atlântico.

 

O dinheiro será o desafio do próximo passo, estabelecer compromissos claros com parceiros investidores (público e privados) e avançar para um plano concreto de organização e criação das infra-estruturas necessárias para executar este projecto que quer explorar o Atlântico, através de uma cooperação internacional nas áreas do espaço, do clima, oceanos e energias renováveis.

 

“Diplomacia científica”

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, presente na cimeira, acredita que já em 2018 o AIR Center será mais do que um compromisso no papel. O projecto, considerou, demonstra a importância da cooperação internacional, garante uma necessária agenda comum para o Atlântico com produção e disseminação do conhecimento e possibilita “um melhor e mais intenso uso da diplomacia científica, como uma ferramenta para as relações internacionais”. “Esta iniciativa atrai muitos parceiros importantes no Atlântico e além do Atlântico”, referiu, acrescentando que “estes temas [clima, oceanos, energia e espaço] dizem respeito a toda a humanidade”. “Este é um projecto-chave para Portugal e para a nossa política externa”, concluiu.

 

“A diplomacia científica é uma oportunidade para juntar as melhores mentes e instituições em nome do bem comum”, resumiu Naledi Pandor, ministra da Ciência e Tecnologia da África do Sul. A governante pediu um “real e genuíno envolvimento a nível global”, destacando o papel da iniciativa privada “que tem de fazer parte do projecto”.

 

Sobre a base de lançamentos espacial que o Governo quer construir na ilha de Santa Maria, Juergen Ackermann, director da empresa de lançadores de satélites da Airbus, considera que este seria “um desafio”, apesar de frisar que os Açores estão numa posição geográfica “muito atractiva” para lançar pequenos satélites. Já Manuel Heitor considerou que a base espacial “é um projecto que pode ser paralelo ao AIR Center”, mas que, afinal, não é essencial. “Obviamente, não se faz uma base de um dia para o outro, isso vai ter de ser estudado. Mas é importante perceber que mais de 50% desta reunião foi dominada pelos temas do espaço. Haver uma base será certamente um elemento diferenciador, mas ficou claro que o projecto não é afectado por isso”, acrescentou.

 

No final da reunião, que juntou mais de 200 potenciais parceiros, foi redigido um documento sobre os princípios e calendário deste plano que será ratificado até ao início de 2018.

 

Para garantir que estes prazos são cumpridos, foi marcada uma reunião para Novembro deste ano, no Brasil. Decidiu-se ainda criar um comité – liderado pela FCT, com representantes de Espanha, Brasil, EUA e África do Sul – que vai elaborar um documento final até Setembro de 2017. E, ainda, criar um grupo de trabalho mais alargado com representantes de governos, indústria e cientistas que irá preparar um plano para criar e financiar o projecto para apresentar até ao final do ano.

 

Para já, ficou a vontade de trabalhar juntos para investigar a Terra (os oceanos, o clima, a energia) com a ajuda do espaço a partir dos Açores e que, nestes dois dias, ganhou mais força. Mas agora falta o resto e o mais difícil: tornar estas boas intenções numa realidade.

 

(retirado daqui)

Aqui está o plano da NASA para uma estação espacial que orbita a Lua

Abril 13, 2017

Vera Gomes

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Nos bastidores, a NASA e os seus parceiros internacionais estão a dar os últimos retoques à nova casa da humanidade no espaço. Esta futura estação científica, que efectivamente substituirá a Estação Espacial Internacional quando atingir a idade da reforma na década de 2020, será uma fracção do tamanho da acual Estação Espacial Internacional, mas levará astronautas a centenas de milhares de quilómetros mais longe no espaço. Na verdade, a nova estação poderia viajar mais longe do nosso planeta do que qualquer outra nave humana pilotada, incluindo as missões Apollo.

 

Mas a ideia mais emocionante por trás dessa nova estação, destinada a fazer a sua órbita em torno da Lua (aka uma órbita cis-lunar), será uma nova base para futuras missões humanas aos vizinhos celestiais mais próximos da Terra, como asteróides, a a própria Lua, e a Marte. Porque a estação estará numa órbita em forma de ovo, esticando num qualquer lugar entre 1.500 quilómetros a 70.000 quilómetros (930 a 44.000 milhas) da Lua, necessitaria somente um empurrão pequeno para voar a um destino ainda a ser escolhido.

 

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Resta saber como a NASA se irá articular com outros parceiros internacionais, nomeadamente, se os membros deste projecto serão os mesmos que os da Estação Espacial Internacional (o que significa que a China continuará de fora), como os planos russos de ir à Lua se encaixam nesta proposta e como o projecto apoiado pelo Director Geral da ESA; Moon Village, irá articular-se com  a NASA. Não esquecer ainda, os planos de Elon Musk para construir um meio de transporte até Marte. Será que este plano da NASA significa um empurrãozinho aos planos de Musk?

Kremlin vs SpaceX: competição à vista?

Abril 11, 2017

Vera Gomes

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O Kremlin está confiante de que a agência espacial estatal russa pode competir com as empresas mais ambiciosas no campo, incluindo o SpaceX de Elon Musk.

 

O porta-voz do presidente russo Vladimir Putin, Dmitry Peskov, mencionou o tema do espaço numa entrevista no dia seguinte à SpaceX de Elon Musk lançar com sucesso o primeiro foguete feito de materiais reciclados.

 

"Seguimos cuidadosamente os avanços tecnológicos no Kremlin e nas instituições estatais pertinentes", disse Peskov à agência estatal de notícias Itar-Tass. "A concorrência é feroz o suficiente. Mas temos todos os motivos para supor que podemos fazer uma contribuição digna para esta competição."

 

O vice-primeiro-ministro russo, Dmitry Rogozin, também comentou sobre o lançamento do SpaceX, enviando a Musk "sinceras felicitações". Ele também aproveitou a oportunidade para falar sobre os esforços de exploração espacial da Rússia, alegando que Roscomos tinha vários projetos em andamento. "É extremamente importante reter, para além dos propósitos de prestígio, o estatuto de um grande Estado espacial, que tem de corresponder totalmente a um novo trabalho, novas ideias e novas tecnologias", afirmou.

O que a Europa pode fazer pela tua start-up?

Abril 10, 2017

Vera Gomes

Disrupt Space - Berlin - 14-15 March 2017 - Startu

 No passado mês de Março participei na Disrupt Space 2017 que teve lugar em Berlim. 

 

A Disrupt Space é um evento que reúne start-ups na àrea do espaço, pessoas com ideias de negócio, investidores e decisores num espaço durante 2 a 3 dias. É um óptimo evento para apresentar ideias de negócio ou pequenas empresas que precisam de investidores e/ ou parceiros de negócio. 

 

Disrupt Space 2017 - Berlin - Space entrepreneuria

Na edição deste ano, tive o prazer de apresentar o que a União Europeia pode oferecer a start-ups. O discurso (apenas disponível em inglês) pode ser lido aqui

 

 

China com nave capaz de aterrar na Lua?

Abril 10, 2017

Vera Gomes

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Pelo menos é o que afirma os orgão de comunicações estatais chineses que relataram que o programa espacial chinês desenvolveu uma nava capaz de aterrar na Lua e voar na órbita baixa da Terra. A nova nave espacial reinvindica ainda que consegue acomodar vários taikonautas, de acordo com o engenhereio espacial Zhang Bainian, que o Science & Technology citou quando comparava a nave chinesa com o Orion (actualmente em desenvolvimento pela NASA e pela ESA).

 

Todas as seis missões tripuladas da nave espacial Shenzhou da China, inspirada na série russa Soyuz, levaram três astronautas na sua cápsula de reentrada.

 

Um jogador tardio no clube de voos trioulados, 2003 marcou a primeira vez que Beijing lançou um ser humano no espaço. Desde então, seu programa tem visto um rápido progresso, e agora é considerado um dos três maiores do mundo.

 

No final de 2016, dois astronautas chineses passaram um mês dentro de uma estação espacial durante a mais recente missão tripulada do país.

Diferenças culturais e organizacionais: NASA vs ESA

Abril 03, 2017

Vera Gomes

 

O video mostra como as equipas nos centros de controlo reagem depois de terem confirmação de uma missão bem sucedida.

Definitivamente, na NASA conseguem celebrar de forma muito mais vibrante e contagiante! Perggunto-me até que ponto estas diferenças organizacionais e culturais têm impacto no dia a dia das equipas: motivação, resiliência, criatividade.

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