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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Actualizaçao sobre o projeblema de injecção na órbita do Galileo

 

 

Satélite da fase FOC do Galileo (Crédito: ESA–J. Huart, 2014)

 

 

As operações continuam a decorrer suavemente para os satélites Galileo 5-6. Os dois já têm os painéis solares a funcionar em pleno, gerando energia.

 

Os satélites estão em segurança e sob controlo, apesar de terem sido libertados a 22 de agosto numa órbita mais baixa e elíptica em lugar da esperada órbita circular.

 

As equipas europeias em terra instaladas no centro de controlo da ESA, ESOC, em Darmstadt, Alemanha, em cooperação com o fabricante OHB, confirmam que ambos os satélites estão em segurança, apontando corretamente para o Sol, devidamente abastecidos e completamente sob controlo da equipa ESA-CNES.

 

Os controladores estão prontos para passar à fase seguinte ao lançamento e início da fase de atividade.

 

Em paralelo, as equipas da ESA estão a investigar a possibilidade de tirar o máximo partido dos satélites, apesar de estes terem sido injetados fora da sua órbita nominal e tendo em conta as limitações em termos propulsivos. Serão avaliados diferentes cenários, antes de ser tomada uma decisão relativamente a uma missão de recuperação. 

 

O Galileo é o sistema global de navegação europeu. Irá ser composto por 30 satélites e pela sua infraestrutura em terra.

 

A fase de definição, desenvolvimento e Validação em Órbita (IOV) do programa Galileo foi da responsabilidade da ESA, co-financiada pela ESA e Comissão Europeia. Esta fase resultou numa míni-constelação de quatro satélites e a um segmento em terra reduzido, para validação do conceito. Os quatro satélites lançados durante a IOV são o núcleo da constelação que depois será estendida, atingindo-se a fase Operacional ou FOC.

 

A fase FOC é totalmente financiada pela Comissão Europeia. A Comissão e a ESA assinaram um acordo segundo o qual a ESA funciona como um agente de projeto e contratação em nome da Comissão.  

 

(retirado daqui)