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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Depois de dois acidentes, como podemos regular as viagens espaciais comerciais?

 

 

Depois da explosão do Antares e do acidente da Virgin Galactic há umas semanas, várias vozes levantaram-se sobre a possibilidade de regulamentação das viagens espaciais comerciais que seja, pelo menos comum. Isto porque  as duas naves espaciais "voaram" sob dois tipos diferentes de regulamentos.

Ou seja, a questão de podermos ou não regulamentar este tipo de voos, nao significa que não haja qualquer regulamentação, o que há são apenas a regras pouco especificas para o sector da aviação.

Por exemplo, os locais de lançamento e os lançamentos em si devem ser licenciados pela Federal Aviation Administration dos EUA (FAA), o cumprimento de normas de segurança, ambientais e de responsabilidade, incluindo a cobertura de seguro para os ferimentos ou danos materiais. As instalações em Virginia e do lançamento 28 de Outubro, ambos tinham sido fiscalizados pela FAA.

A FAA emite licenças menos restritivas para os voos experimentais, como o voo da Virgin Galactic, que foi conduzido pela Scaled Composites, a partir da instalação licenciada pela FAA no deserto de Mojave.

Embora o Congresso tenha antecipado o voo espacial comercial há 30 anos atrás - não muito tempo depois da NASA lançar o seu primeiro vai e vem espacial -, criou em 2004 um quadro regulamentar. As empresas foram obrigadas a atender aos padrões de treino e de segurança, e de informarem os passageiros que a viagem espacial tem os seus riscos e obter o seu "consentimento informado".

O desafio futuro em termos de regulamentação exigirá lidar com uma variedade de projectos e intenções. Algumas navez espaciais comerciais têm a intenção de atingir a órbita terrestre ou ir além, enquanto uma outra classe são veículos suborbitais que vai "beijar" espaço a cerca de 62 milhas - e dar aos passageiros uma emoção - mas, em seguida, retornar à Terra.

 

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