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Astropolítica

The space programmes allow us to stand on the shoulders of giants and gain perspective on global politics that is difficult to achieve from ground level or ground zero. Michael Sheehan

Astropolítica

The space programmes allow us to stand on the shoulders of giants and gain perspective on global politics that is difficult to achieve from ground level or ground zero. Michael Sheehan

China projecta missão a Marte "por volta de 2020"

 

 

 

A China está a planear enviar uma missão a Marte "por volta de 2020", pela primeira vez, revelou no fim de semana um responsável do programa espacial chinês.

"O estudo de viabilidade está concluído e o objetivo, agora, é enviar uma sonda e um veículo robotizado para Marte", disse agência noticiosa Xinhua citando o presidente da China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC), Lei Fanpei.
 
Ainda não foi oficialmente anunciada a data da missão a marte, mas Lei Fanpei espera que ocorra "por volta do ano 2020", a partir de uma nova base de lançamentos, na ilha de Hainan, sul da China.
 
O lançamento será assegurado por um novo foguetão, o Longa Marcha-5, que está ainda a ser desenvolvido.
 
Depois da suave aterragem na lua, em dezembro passado, os cientistas espaciais chineses têm os olhos postos no planeta vermelho, disse Lei Fanpei.
 
A entrevista com Lei Fanpei foi feita no domingo depois de o satélite sino-brasileiro CBERS-4 ter sido colocado em orbita. Foi o 200.º lançamento espacial da China, numa proeza que apenas conseguida pela Rússia e os Estados Unidos.
 
A China já tinha tentado alcançar Marte em 2011, através de um foguetão chinês, mas a missão falhou.
 
Paralelamente, a China continua a desenvolver a sua primeira Estação Espacial permanente, que deverá estar concluída em 2022.
 
(retirado daqui)

China iguala EUA e Rússia na corrida ao espaço

 

O satélite sino-brasileiro CBERS-4, colocado em órbita no domingo, assinala um novo marco histórico no programa espacial chinês: foi o 200.º lançamento espacial da China, uma proeza apenas realizada até agora pela Rússia e Estados Unidos. Concebido para investigação de recursos terrestres, nomeadamente florestas e água, e com aplicações na área da proteção ambiental e da agricultura, o CBERS-4 foi lançado da base de Taiyuan, norte da China, por um foguetão Longa Marcha-4B.

É o único projeto de cooperação espacial inteiramente realizado por dois países em vias de desenvolvimento, iniciado em 1988, e no âmbito do qual já foram colocados em órbita quatro satélites. Em dezembro passado, o lançamento do CBERS-3 falhou devido a uma avaria no foguetão, mas o programa prosseguiu e segundo adiantou a agência noticiosa oficial chinesa, Xinhua, o lançamento do CBERS-5 deverá ocorrer em 2017.

A China lançou o seu primeiro satélite em abril de 1970. Chamava-se Dong Fang Hong-1 (Oriente é Vermelho). Até ao 100.º lançamento, em junho de 2007, houve sete falhanços, mas deste então ocorreram apenas dois, “num registo de segurança superior aos dos Estados Unidos e da Rússia”, escreveu a Xinhua. Mas enquanto aqueles países conseguem colocar em órbita cargas de mais de vinte toneladas a capacidade dos foguetões chineses não chega a metade daquele valor.

Nos próximos dois anos, a China espera testar um novo foguetão, Longa Marcha-5, com capacidade para colocar cargas de 14 toneladas em órbitas geoestacionárias, disse o presidente da China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC), Lei Fanpei, citado na Xinhua Segundo a mesma fonte, o Longa Marcha-5 está associado à projetada Estação Espacial Permanente que a China tenciona ter no final da década.

Cientistas chineses estão também a trabalhar no desenvolvimento de um “potente foguetão” para uma missão tripulada à lua, referiu a Xinhua sem indicar datas.

 

(retirado daqui)

IAC 2014 começou em Toronto sem Rússia e China

 

 

 

 

 

 

 

 

Começou ontem um dos maiores congressos na área de astronáutica e espaço: o Internacional Astronautical Congress. Este ano realiza-se em Toronto (Canadá) e terminará no próximo dia 3 de Outubro.

 

Este congresso reune milhares de profissionais, estudantes, investigadores de todo o mundo relacionados com a área espacial. O tema de 2014 é: "Our world needs space" (O nosso mundo precisa do Espaço).

 

Podem ver a página do website do Congresso aqui  e aqui poderão seguir as novidades do Congresso.

 

Contudo, o inicio do Congresso ficou marcado pela ausência das agências espaciais da Rússia e China no painel "Heads of Agencies" que habitualmente reúne os directores das maiores agências espaciais.

 

O moderador do painel indicou que por problemas na obtenção de visto, não foi possível ao representante russo e chinês estarem presentes.

Estação Espacial chinesa até 2023

 

 

 

 

Um funcionário espacial chinês de topo disse que o país ainda tem planos para estabelecer sua primeira estação espacial no início da década de 2020, embora esse prazo tenha alterado um pouco em relaçao a anteriores anúncios.

 

Yang Liwei, vice-chefe do programa de voos espaciais tripulados da China, que, em 2003, se tornou a primeira pessoa da China no espaço, disse numa reunião da Associação de Exploradores Espaciais, em Pequim, no passado dia 10 de Setembro que a primeira estação espacial da China estaria pronta "em 2022". 

 

As autoridades chinesas disseram que há vários anos que planeiam estabelecer uma estação espacial permanente, originalmente programada para estar pronta em 2020. No ano passado, no Congresso Internacional de Astronáutica, em Beujing, porém, autoridades disseram que a estaçao espacial estaria pronta em 2023.

 

(retirado daqui)

Programa espacial chinês pelo "Inimigo do Povo"

 

 

 

Para quem conhecer ou saber algo mais sobre o programa espacial chinês, aconselho vivamente a verem a apresentação feita por Nick Eftimiades, que trabalhou durante 30 anos no Departamento de Defesa dos EUA na área de tecnologia espacial. Escreveu também um livro "Chinese Intelligence Operations" que lhe valeu a "distinção" pela China de "Inimigo do Povo".

 

Podem saber mais sobre o Nick e seguir o seu blog aqui.