"The Earth is a cradle of the mind, but we cannot live forever in a cradle" Konstantin E. Tsiolkovsky
28.7.14

 

 

 

 

O Departamento de Estado dos EUA acusou na semana passada (25 de Julho) a China de realizar um outro teste anti-satélite (ASAT) na quarta-feira 23 de Julho. A China respondeu às acusasões afirmando que tinha realizado um teste de interceptação de mísseis. A distinção entre as duas operações podem ser difíceis de fazer e continua a haver controvérsia nos círculos ocidentais quanto ao número de testes ASAT que China já realizou.  

Todos concordam que, em 2007, a China destruiu um de seus próprios satélites com uma arma ASAT. O teste foi condenado internacionalmente por causa da grande nuvem de detritos que criou na órbita baixa da Terra - cerca de 3.000 peças (o número exacto muda já que algumas peças reentram na atmosfera terrestre e novas peças são criadas por colisões dentro da nuvem de detritos) - que ameaça todos os satélites operacionais naquela órbita

Há também um consenso de que a China realizou testes em 2010 e 2013, mas se eles eram de interceptação de mísseis ou testes ASAT é uma questão de debate nos círculos ocidentais. Embora alguns analistas ocidentais consideram que foram testes ASAT, o governo dos EUA não os tem caracterizado oficialmente dessa forma.

Portanto, esta é apenas a segunda vez que o governo dos Estados Unidos acusou directamente a China de realizar um teste ASAT e exortou a China a "abster-se de acções desestabilizadoras ... que ameaçam a segurança de longo prazo e sustentabilidade do meio ambiente do espaço exterior, em que todas as nações dependem".

 

Podem ler o comunicado na íntegra aqui.

Para mais informação sobre a China e os testes ASAT podem ler os artigos que foram publicado aqui.

link do postPor Vera Gomes, às 18:45  comentar

1.7.14

 

Dmitry Rogozin takes part in first Russian-Chinese Expo in Harbin

 

 

 

A Rússia está pronta para se juntar à China para a exploração humana da Lua e Marte, afirmou o primeiro-ministro Dmitry Rogozin na primeira Exposição Rússia-China na China. "Se falamos de vôos tripulados espaciais e exploração do espaço, bem como a exploração conjunta do sistema solar, principalmentea Lua e Marte, estamos prontos para avançar com nossos amigos chineses, de mãos dadas", disse ele .

 

Para ler o artigo completo basta clicar aqui.

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link do postPor Vera Gomes, às 10:50  comentar

2.6.14

 

Estão a Rússia e a China a caminho de uma aliança formal, interroga o “Diplomat”, para responder que se tal não provável, num futuro próximo, é necessário que os Estados Unidos não façam os “erros necessários” para que tal aconteça… Dingding Chen, professor assistente de Governo e Administração Pública da Universidade de Macau, passa em revista as várias análises geopolíticas e posições sobre o tema e conclui, com prudência, que “a China-Russia alliance is unrealistic and a strategic partnership is more flexible and better for China”. Com a ressalva, porém, de que se os EUA cometerem “another strategic mistake that would only facilitate a formal China-Russia alliance".

 

Retidado daqui.

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link do postPor Vera Gomes, às 14:05  comentar

26.5.14

 

 

 

 

 

 

Andrew M. Johnson, escreve um artigo de opiniao na Space Newsonde lança um apelo à cooperaçao entre EUA e China na exploraçao espacial para promover o bem-estar financeiro e técnico dos dois países. Contudo, a legislaçao americana impede a cooperaçao bilateral com a China.
É um artigo curto, mas muito interessante que levanta questões válidas para a promoçao da cooperação sino-americana que pode ser lido na íntegra aqui.
link do postPor Vera Gomes, às 15:03  comentar

24.4.14

 

 

 

 

 

O presidente chinês, Xi Jinping pediu à Força Aérea para adoptar uma capacidade integrada de defesa aérea e espacial de forma a aumentar a resposta ao uso militar do espaço pelos Estados Unidos e outros países.

Enquanto Pequim insiste que o programa espacial é para fins pacíficosum relatório do Pentágono no ano passado destacou o aumento das capacidades espaciais da China e afirmou que Pequim está a colocar em prática uma variedade de actividades que visam  privar os seus adversários de utilizarem capacidades espaciais em caso de crise.

Os temores de uma corrida ao armamento espacial com os Estados Unidos e outras potências remonta ao teste anti-satélite que a China efectuou em 2007.

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link do postPor Vera Gomes, às 09:33  comentar


 
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