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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Sector do Espaço já factura 40 milhões de euros em Portugal

Novembro 16, 2017

Vera Gomes

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O Governo quer colocar no terreno, a partir de 2018, uma estratégia para aumentar o número de negócios e a facturação de empresas ligadas ao sector espacial. O ministro Manuel Heitor defendeu ontem em Coimbra que Portugal tem o conhecimento necessário para «explorar as novas oportunidades do Espaço», seja com aplicação de tecnologias espaciais em áreas como a saúde, a energia, a segurança ou os transportes, seja com a criação de «novas indústrias do espaço, associadas sobretudo à monitorização de satélites».

 

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior presidiu à comemoração do 3.º aniversário do Centro de Incubação da Agência Espacial Europeia em Portugal (ESA BIC Portugal), que é coordenado pelo Instituto Pedro Nunes (IPN) da Universidade de Coimbra e tem mais dois pólos: um no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e outro na Agência DNA Cascais.

 

A ESA BIC Portugal «estimula a criação e ajuda a preparar projectos de novas empresas ou empresas recém-criadas que utilizem tecnologias espaciais em aplicações comuns e tem, actualmente, 18 startups homologadas», referiu na sessão Teresa Mendes, directora do IPN.

 

 

(retirado daqui)

Investir na Inovação Industrial com a ajuda da ESA

Setembro 07, 2017

Vera Gomes

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A ESA lançou uma nova iniciativa no passado dia 6 de Setembro chamada Investing in Industrial Innovation in Earth Observation (Investir na Inovação Industrial na Observação da Terra). Esta iniciative é igualmente conhedida por 'InCubed' - e foi lançado ontem um apelo aberto para que as empresas europeias se candidatem para uma opotunidade de obter apoio financeiro e prático para projectos da indústria.

 

A inovação, a colaboração, a parceria e a rapidez são todos fastores fundamentais para tornar a observação da Terra um sucesso no mercado comercial nesta área. Como parte do seu impulso para moldar a observação da Terra para o futuro, a ESA criou o InCubed para ajudar a estimular o investimento em inovação industrial para o sector de observação da Terra.

 

O objetivo é apoiar iniciativas lideradas pelo sector que irão abrir novas oportunidades de mercado, oferecer sistemas e produtos inovadores mais rápidos ao mercado e competir no mercado global. Através do InCubed, as empresas que desenvolvem sistemas, componentes e produtos inovadores no sector de negócio de observação da Terra podem contacta a ESA a qualquer momento para obter suporte para tornar o seu projecto tecnicamente viável e comercialmente competitivo. As propostas podem ser sobre satélites, constelações, instrumentos ou  análises de dados, por exemplo.

 

"A observação da Terra está a atravessar uma mudança de paradigma", disse Josef Aschbacher, director dos Programas de Observação da Terra da ESA. "As empresas comerciais, grandes e pequenas, estão a desenvolver recursos interessantes, como satélites, sistemas terrestres e soluções de análise de dados. A ESA criou um programa, chamado InCubed, para ajudar a indústria européia a estabelecer uma posição de mercado líder. "Rapidez e flexibilidade para decidir e implementar uma proposta de parceria são ingredientes fundamentais para o sucesso. InCubed fará isso. " Com um orçamento de mais de 35 milhões de euros nos próximos quatro anos, o InCubed está aberto para propostas de empresas em 13 estados participantes (Áustria, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Romênia, Espanha, Suécia e Reino Unido). (Talvez Portugal num futuro próximo se junte à iniciativa?). as empresas poderao "lançar sua proposta" através do Electronic Mailing Invitation to Tender System da ESA.

 

O InCubed irá, na maioria dos casos, co-financiar até 50% de um projecto proposto. Também pode fornecer acesso à experiência e suporte técnico da ESA. As propostas devem ser de preparação técnica suficiente e viabilidade do mercado, o que significa que o projecto será eventualmente sustentado pelo mercado, sem mais financiamento público.

 

Para mais informações ou para enviar uma proposta, clique aqui.

Workshop “Deployment of Galileo and EGNOS in Portugal”

Agosto 24, 2017

Vera Gomes

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A Autoridade Nacional da Aviação Civil - ANAC, com o apoio do Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, com a participação da Agência da União Europeia responsável pela exploração dos sistemas espaciais EGNOS e Galileo (Agência dos Sistemas de Navegação por Satélite Europeus – GSA), encontra-se a organizar o Workshop “Deployment of Galileo and EGNOS in Portugal”


Programa Provisório

Data: 21 de setembro de 2017

Local: Auditório da Direção de Infraestruturas Aeronáuticas da ANA, Aeroportos de Portugal, S.A.

Objetivos: Estimular a participação da indústria e da comunidade científica nos programas GALILEO e EGNOS, com o objetivo de promover o desenvolvimento do sector espacial nacional, nomeadamente, através da investigação e desenvolvimento de tecnologia (R&D user technology), para além de divulgar junto dos utilizadores a aplicação das capacidades disponibilizadas por estes sistemas espaciais

Destinatários: Indústria, Investigação científica e operadores

Inscrições: as inscrições devem ser efetuadas aqui até ao dia 15 de setembro de 2017

 

Nota:
As inscrições são limitadas ao número de lugares disponíveis na sala
Deverá ser preenchida uma inscrição por pessoa

 

Innovation Sessions - Aeronaútica e Energia

Novembro 08, 2016

Vera Gomes

 

A sessão de lançamento das 'Innovation Sessions', que se realiza no próximo dia 21 de Novembro em Bruxelas, vai juntar atores nacionais e europeus, da indústria e investigação, dos sectores da Aeronáutica e Energia com a Comissão Europeia para debater estratégia, políticas e oportunidades, que serão complementadas por tendências tecnológicas e agendas de investigação e inovação de associações sectoriais.

 

Com a participação do Comissário da União Europeia para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, a primeira sessão foca os temas Energia para o Desenvolvimento Sustentável e Aeronáutica como Driver de Inovação.

 

O evento prevê sessões setoriais às 16h30 dedicadas à apresentação de todos os inscritos no evento - empresas, universidades e plataformas tecnológicas de diferentes Estados Membros da União Europeia -, uma oportunidade para os participantes portugueses se promoverem perante a Comissão Europeia e potenciais parceiros europeus.

 

A participação é gratuita, mas requer um registo prévio até dia 14 de Novembro e podem ser feito aqui. Podem consultar o programa aqui

Depois dos Estados Unidos, agora é o Canadá

Março 15, 2016

Vera Gomes

 

Depois dos Estados Unidos, também a indústria espacial do Canadá quer que o novo governo invista mais no espaço. A Canadian Space Commerce Association pediu para o governo do país a fornecer à Agência Espacial Canadiana um aumento anual na ordem dos 25 milhões de doláres nos próximos quatro anos. A organização diz que aumento irá ajudar a compensar os investimentos reduzidos nos últimos anos que fez com que a indústria espacial canadiana se tornasse menos competitivos globalmente.

 

Podem ler mais sobre este apelo, aqui.

Agência Espacial Europeia vai lançar incubadora em Portugal

Novembro 04, 2014

Vera Gomes


 

Durante os próximos cinco anos, a economia portuguesa vai beneficiar de um empurrãozinho vindo do espaço: o Instituto Pedro Nunes, de Coimbra, acaba de garantir um investimento de oito milhões de euros para a criação de uma incubadora de empresas da ESA em território nacional. A incubadora tem como objetivo promover a aplicação de tecnologias que, até à data, eram um exclusivo de missões espaciais em produtos, atividades ou serviços desenvolvidos por empresas portuguesas

O Business Incubation Center da Agência Especial Europeia (ESA BIC Portugal) que vai ser desenvolvido com o apoio do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC) e da agência DNA Cascais pretende apoiar 30 empresas sedeadas em Portugal e fomentar a criação de 120 postos de trabalho durante os próximos cinco anos, informa um comunicado do IPN.

«Queremos apoiar empresas que têm potencial para explorar tecnologias que costumam ser usadas no espaço, mas que a ESA não tem vocação para explorar em termos de negócio. A ESA não cobra nada, pelo contrário, até investe nas empresas que pretendem usar estas tecnologias», refere Carlos Cerqueira, coordenador da nova incubadora numa alusão aos investimentos provenientes da ESA e aos reduzidos ou inexistentes custos de licenciamento que a Agência Espacial tem posto em prática nos tempos mais recentes. 

As empresas selecionadas pela nova incubadora poderão ser albergadas nos espaços atualmente geridos pelo IPN, UPTEC, e DNA Cascais (a origem dos candidatos é um dos fatores que poderá determinar se a empresa fica sedeada em Coimbra, Cascais ou Porto). Além de empresas que já estão a operar no mercado, os responsáveis da ESA BIC Portugal acreditam que a nova incubadora poderá ajudar estudantes, estagiários e profissionais com carreira feita na indústria espacial a tentar a sorte em novos negócios.

Cada projeto de negócio poderá ser apoiado pela ESA BIC Portugal durante dois anos. «Podemos apoiar empresas com um máximo de cinco anos de existência. Nos primeiros dois anos, as empresas ou projetos de negócios recebem um investimento de 50 mil euros. Além da ajuda financeira, as empresas vão receber apoio técnico para adaptação das tecnologias usadas em contexto espacial e ainda apoio relacionado com a área de negócio», acrescenta Carlos Cerqueira.

O período de candidaturas para a nova incubadora abre a 5 de novembro. As empresas selecionadas deverão ser anunciadas no início de 2015.

 

(retirado daqui)

Gastos globais com espaço diminuiem pela primeira vez em 20 anos

Maio 12, 2014

Vera Gomes

 

 

 

 

 

 

 

Segundo um relatório da Euroconsult, que traçou o perildos Governos que investem em programas espaciais, os orçamentos globais para os programas espaciais caiu para 72.100 milhões dólares em 2013, após um pico de investimento de 72,9 bilhões dólares em 2012. Esta é a primeira vez desde 1995 que os programas espaciais públicos mundiais sofrem um descréscimo, um resultado directo da natureza cíclica do investimento em infra-estrutura baseada no espaço combinado com os esforços de austeridade dos governos dos países que mais sofrem com a crise financeira iniciada em 2008.

O relatório destaca que , num período de tensão orçamental muitos países desenvolveram mecanismos inovadores para implementar os seus programas espaciais nomeadamente apelando à participação do sector privado em áreas até agora estariam reservadas para iniciativas governamentais. Esta relação entre a transformação de órgãos públicos e do sector privado poderão ter efeitos duradouros na forma como os governos concebem os seus programas espaciais e a estrutura da indústria.

Em 2013, 58 países investiram 10 milhões de dólares ou mais em aplicações e tecnologias espaciais em comparação com 53 em 2011 e 37 em 2003.

 

Podem mais sobre este relatório aqui.

Mercado marítimo de comunicações por satélite com crescimento médio de 7% na próxima década

Maio 08, 2014

Vera Gomes

 

 

 

 

 

Euroconsult, uma empresa de consultoria especializada em mercados de espaço, previu em Fevereiro que o crescimento paa o mercado de comunicações maritimas por satélite quase irá duplicar na próxima década, com uma taxa composta de crescimento anual de 7%. De acordo com a recém-publicado relatório de pesquisa da empresa em telecomunicações marítimas por  satélite, o crescimento deverá ser impulsionado pelo aumento sobretudo de dados de consumo em todos os principais segmentos marítimos e da adopção de serviços de satélite de banda larga de nova geração.

 

Podem ler mais sobre este relatório aqui e aqui.

Empresa portuguesa vai construir laser para a Agência Espacial Europeia

Janeiro 29, 2014

Vera Gomes

 

 

 

 

 

 

 

A LusoSpace vai construir um laser de alta potência para a Agência Espacial Europeia que irá servir para detetar ondas gravitacionais no espaço em 2034.

 

A empresa portuguesa lidera o consórcio vencedor de um contrato com a ESA de três milhões de euros, que inclui ainda a Fundação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, o Centro Laser de Hanôver (LZH) e o Centro de Investigação Espacial Checo.

O acordo prevê a construção de um laser de alta potência e estabilidade para uma missão que terá como objetivo detetar ondas gravitacionais - as mesmas previstas por Einstein na teoria da relatividade geral, de 1915, mas que até agora nunca foram observadas experimentalmente.

O projeto será composto por uma fase de conceção do laser e verificação dos seus componentes, seguida pela manufatura do sistema e realização dos testes de desempenho. Esta última, a fase de testes, é particularmente exigente pelo que o laser desenvolvido terá que ser testado dentro de uma câmara de vácuo UHV (ultra-high vacuum) com estabilização térmica e mecânica, explica a LusoSpace em comunicado.

O sistema de laser em si é composto por um laser de alta estabilidade e um amplificador de fibra ótica.

A missão da ESA, de nome eLISA e prevista para 2034, vai abranger três satélites em órbita do Sol, separados uns dos outros por um milhão de quilómetros (mais de três vezes a distância da Terra à Lua), e posicionados de maneira a formar um triângulo.

Os três satélites estarão ligados por feixes de lasers, formando um sistema de medição de distâncias de alta precisão. "O sistema a desenvolver permitirá medir distâncias semelhantes às do movimento de um átomo, na ordem dos picómetros. Nunca tal precisão foi conseguida pelo homem num projeto espacial ou terrestre".

O facto de o lançamento da missão estar previsto apenas para 2034 e a ESA já ter adjudicado o contrato da construção do laser ilustra bem o desafio tecnológico em mãos, acrescenta a LusoSpace.

 

(retirado daqui)

Reino Unido precisa de programa espacial nacional

Novembro 18, 2013

Vera Gomes

George Osborne

 

 

A BBC publicou uma noticia sobre um estudo que foi realizado com o plano de acção a partir de 2014 na área do Espaço no Reino Unido.

 

O sector espacial do Reino Unido alcançou bastantes progressos dos últimos anos, mas agora precisa de um programa espacial nacional definido e devidamente financiado, diz o relatório.

É uma das mensagens-chave que sai desta análise, sendo que no Reino Unido a indústria espacial que tem vindo a crescer a uma média de mais de 7% ao ano, mesmo durante a recessão.

O Espaço Inovação e Estratégia de Crescimento (IGS) estabelece um plano para impulsionar as exportações de £2 bilhões para  £25 bilhões por ano até 2030.

Mas para conseguir isso, diz o relatório, o apoio do Estado deve ser mais coerente.

A maior parte do orçamento espacial civil no Reino Unido (cerca de £300m) é  gasto em programas organizados pela Agência Espacial Europeia. Um valor muito pequenoé gasto em iniciativas exclusivamente nacionais, e muitas vezes esse dinheiro é entregue para apoiar projetos especiais apenas a uma empresa/ centro investigação - como os £60m que em Junho foram anunciados para o motor de foguete Sabre que está a ser desenvolvido pela Reaction Engines Ltd.

Em constraste, a Alemanha, França e Itália - os outros principais jogadores espaciais na Europa - têm programas nacionais robustos para além da sua participação ESA.

O relatório da IGS estabelece um Plano de Acção para Crescimento  na área do espaço que acredita que poderá conduzir a um ambiente próspero para os negócios na área do espaço no Reino Unido - especialmente para as pequenas e médias empresas, ou PME.

Podem ler o relatório completo aqui e a noticia da BBC aqui.

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