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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

A maior conferência de política espacial europeia acontece na próxima semana!

Janeiro 15, 2018

Vera Gomes

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A décima edição da European Space Policy tem lugar em Bruxelas 23 e 24 de Janeiro. Sob o tema "More Space for Europe", a conferência irá debater, entre outros, Espaço e Defesa. 

 

Do painel de oradores constam Comissários europeus e CEO's de várias companhias espaciais europeias. 

 

Podem ver o programa em detalhe, aqui

Como votar em 2 dos 98 projectos na área da ciência?

Setembro 05, 2017

Vera Gomes

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Orçamento Participativo Portugal (OPP) está já na sua fase decisiva. 
 
Até 10 de Setembro decorre a votação de todos os projectos apresentados ao abrigo nas áreas contempladas no OPP, e que vão ser financiados pelo Governo com 3 milhões de euros.
 
O OPP é um processo democrático, directo e universal, e a votação está aberta a todos os cidadãos.

A votação pode ser feita directamente em https://opp.gov.pt/ ou através do envio de uma mensagem de telemóvel.
 
A comunidade científica, as Instituições de Ensino Superior e os Centros Ciência Viva têm assumido um papel fundamental na mobilização de propostas, nomeadamente na área da Ciência.
 
Para tal, foram promovidos encontros preparatórios, que contaram com a participação de estudantes, investigadores, docentes e cidadãos. 

Neste período foram apresentadas presencialmente 127 ideias na área da Ciência, das quais 98 foram aprovadas, após análise técnica pela equipa OPP. 
   
Os projectos vencedores são apresentados publicamente a 4 de outubro.

Escolha o seu projecto preferido, e vote aqui .

O futuro da política espacial europeia em debate

Janeiro 25, 2017

Vera Gomes

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Ontem e hoje decorre a 9ª Conferência europeia de política espacial. Um evento que acontece sempre em Janeiro e que reúne representantes de alto nível da indústria e da política para discutir o que será o futuro da politica espacial europeia.

 

A conferência reúne sempre um painel interessante de oradores e é um bom lugar para expandir a rede de contactos. É por isso compreensível que durante os dois dias que dcorre a conferência, os participantes raramente abandonam o edificio.

 

Este ano a conferência debruçou-se sobre a Estratégia Espacial Europeia aprovada a 26 de Outubro de 2016. Foi abordado o que se espera da implementação desta estratégica, o que deve ter sido em conta, preocupações de políticos e indústria na implementação da mesma tendo em conta o mercado espacial global. O objecitvo é claro: tornar a indústria espacial europeia competitiva e líder de referência a nível mundial; obter retorno para os cidadãos e inústria no investimento realizado pela União Europeia nas insfraestruturas espaciais (Galileo e Copernicus); e olhar para o futuro e o que deve ser implementado/ mitigado/ fomentado. 

 

A conferência termina hoje com uma sessao sobre acesso a financiamento ao mercado espacial e como deve a União Europeia deve facilitar esse acesso. Um tema bastante interessante para todos envolvidos e que estará em cima da mesa certamente nos próximos tempos.

 

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A melhor defesa é o ataque?

Dezembro 27, 2016

Vera Gomes


defesa



A Space Review publicou na semana passada um artigo muito interessante sobre o que deve ser o futuro da política e estratégica espacial. 

Muitos estrategistas e analistas políticos concluiram que por causa dos sistemas baseados no espaço serem vistos como vulneráveis a ataques - com pouca margem para os defender - que o ataque é a forma mais forte de "guerra" no espaço. O autor do artigo discorda e considera que isto levou a uma estatégia espacial dos Estados Unidos sub-desenvolvida. 

O artigo pode ser lido na integra aqui e recomendo vivamente a sua leitura. 

Ministerial da ESA: o que decidiram os Ministros?

Dezembro 02, 2016

Vera Gomes


ESA

Terminou hoje por volta da hora de almoço a Ministerial da ESA que já tinha mencionado aqui. Vou tentar então resumir as principais decisões desde dia e meio de reuniões.

Os ministros responsáveis por assuntos de Espaço dos 22 Estados membros da ESA, mais Eslevénia (na condição de estado associado) e Canadá, decidiram alocar ao orçamento da ESA cerca de 10,3M€ para as actividdes espaciais e pogramas baseados numa visão de Espaço Unido na Europa na era do Space 4.0.
 
O elevado número de subsrições dos programas da ESA por parte dos seus Estados Membros, demontram que os mesmos consideram espaço como sendo estratégico e um investimento atractivo com um valor sócio-económico bastante atractivo. 

Foram adoptadas as seguintes resoluções (títulos em inglês) 
  • Towards Space 4.0 for a United Space in Europe,
  • Level of Resources for the Agency’s Mandatory Activities 2017-2021,
  • CSG (Guiana Space Centre) (2017-2021),
  • ESA Programmes
Adiconalmente, uma resolução criando o “ESA Grand Challenge”  foi aprovada. 

Todas as resoluções estão disponíveis no site da ESA. Basta clicar aqui para ter acesso a elas. 

 
De quanto estamos a falar?

Quanto a valores, as somas alocadas para que a ESA atinja os seus futuros objectivos podem ser sumarizadas da forma seguinte:
  • Maximizar a integração do espaço na sociedade e economia Europeia: 2.5B€
  • Potenciar a competitividade do sector espacial europeu: 1.4B€
  • Assegurar a autonomia da Europa no acesso e uso do espaço num ambiente seguro: 1.8B€
  • Excelência em ciências e technologia espacial: 4.6B€
 
Os mesmos valores podem também ser vistos distribuidos da forma mais usual a que estamos habituados:
  • Observação da Terra: 1.370M€ (até 2025)
  • Telecomunicações: 1.280M€ (até 2024)
  • Navegação: 69M€ (até 2021)
  • Exploração: 1.452M€ (até 2021)
  • Prode (apoio ao programa científico): 172M€ (até 2021)
  • Lançadores: 1.611M€ (até 2023)
  • Segurança Espacial: 95M€ (até 2022)
  • Technologia: 445M€ (até 2022)
  • Programas obrigatórios (Ciência, Investigação e Desemvolvimento): 3.813M€ (até 2021).


Quando é a próxima Ministerial? 
O próximo Conselho de Ministros da ESA irá ocorrer em finais de 2019, em Espanha, sobre a presidência de Luis de Guindos, Ministro da Economia, Indústria e Competitividade. 


Para saber mais, podem ver aqui a conferência de imprensa que decorreu no final da reunião e onde são explicadas as principais decisões. 

Portugal prepara criação de agência espacial

Dezembro 01, 2016

Vera Gomes

 

 

 

Portugal está a preparar a criação de uma agência espacial, indicou ontem à Lusa o ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, que a considerou como "um dos principais desafios" para 2017.

“Estamos a preparar, com as empresas, naturalmente, a criação de uma agência espacial”, disse Manuel Heitor, sem adiantar pormenores.

 

“Para nos lançarmos para uma maior e uma mais profunda atividade [na área do espaço], temos de começar a ir para os grupos de países que têm uma agência espacial, com profissionais”, sustentou.

 

Segundo o ministro, que falava à agência Lusa na véspera do conselho ministerial da agência espacial europeia ESA, na Suíça, a “evolução no esquema de governança” da atividade espacial, em Portugal, com a criação de uma agência espacial, “vai ser um dos principais desafios em 2017″.

 

“Diria que, nos últimos 15 anos, foi aprender a trabalhar com a ESA, a lançar um conjunto de atividades que eram inexistentes em Portugal [na área do espaço]. Dinamizou-se a atividade científica, mas, sobretudo, a atividade de empresas que não existiam em Portugal e a de empresas que cresceram. Agora, que já demos provas, queremos alargar a participação, lançar novos desafios para o Atlântico, e, para isso, precisamos de ter uma gestão e um sistema de governança mais adequado e moderno”, defendeu.

 

À Lusa, o presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), Paulo Ferrão, que acompanha o ministro na deslocação, na quinta e sexta-feira, à Suíça, afirmou, igualmente sem pormenorizar, que, “seguramente, no próximo ano”, será estudada “a viabilidade da criação de uma agência espacial” em Portugal.

 

A concretização do que disse ser ainda uma ideia está “dependente de vários acontecimentos”, como a criação, nos Açores, do Centro de Investigação Internacional do Atlântico.

 

Portugal é membro da ESA desde 14 de novembro de 2000. A atividade científica e empresarial nacional no setor espacial é, atualmente, gerida num departamento da FCT, o Gabinete do Espaço.

 

No conselho ministerial da ESA, que se realiza na quinta e sexta-feira, em Lucerna, na Suíça, têm assento ministros dos países-membros com a tutela científica, tecnológica ou industrial.

 

(retirado daqui)

ESA: Portugal aumenta contribuição em 30,5 milhões de euros

Dezembro 01, 2016

Vera Gomes

 

Portugal propõe-se aumentar, em 30,50 milhões de euros, a sua contribuição financeira para a agência espacial europeia ESA, nos próximos seis anos, para reforçar a participação de empresas e instituições em programas na área do espaço. 

A informação foi ontem avançada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, numa nota à imprensa, na véspera do conselho ministerial da ESA, que se realiza na quinta e sexta-feira, em Lucerna, na Suíça, com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, Manuel Heitor.

 

A proposta que Portugal vai levar ao conselho ministerial, no qual têm assento os ministros dos estados-membros da ESA com a tutela científica e tecnológica, é a de aumentar a quotização do país de 55,5 milhões, anteriormente estimada, para 86,094 milhões de euros, entre 2017 e 2022.

 

Em declarações à Lusa, o ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, Manuel Heitor, disse que o aumento proposto "está negociado com a ESA, vai ser fechado amanhã [na quinta-feira]", podendo eventualmente "ser revisto" dentro de dois anos, em sede de novo conselho ministerial.

 

Manuel Heitor assinalou que "a principal estratégia é assegurar a participação de Portugal em programas de observação atlântica e de lançadores de novos satélites".

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior especifica, na nota de imprensa, que o aumento da subscrição nacional na ESA, da qual é membro desde 14 de novembro de 2000, se destina, nomeadamente, ao reforço do Programa de Observação da Terra, para serviços para o Atlântico "relacionados com o desenvolvimento do futuro Centro de Investigação Internacional do Atlântico", em estudo para os Açores.

 

A nota adianta que o aumento da verba proposto, para 2017-2022, visa igualmente o reforço do Programa de Lançadores de Satélites, inclusive no sentido de explorar as potencialidades dos Açores para ter um porto espacial e de "permitir a entrada de instituições e empresas de Portugal no desenvolvimento de pequenos lançadores".

 

Portugal propõe-se também aderir ao PROgrama de Desenvolvimento de Experiências científicas (PRODEX), para que empresas e instituições nacionais possam liderar "projetos relacionados com instrumentação científica e tecnológica".

 

Outras das metas serão o reforço da participação na missão AIM, de estudo de asteroides, bem como na ExoMars, de exploração de Marte, e a continuação do desenvolvimento de "aplicações inovadoras com dados espaciais provenientes de satélites de telecomunicações (Mega Constelações) e do sistema [de navegação] Galileo", este último alternativo ao norte-americano GPS.

 

Segundo a agência noticiosa espanhola Efe, a reunião ministerial da ESA terá de decidir sobre o futuro e o financiamento de várias propostas da direção da agência espacial europeia para os próximos quatros anos, que ascendem a 11 mil milhões de euros.

 

Entre essas propostas consta a segunda fase da missão ExoMars, a de exploração robótica de Marte, prevista para 2020, e para a qual o diretor-geral da ESA, Jan Woerner, pediu recentemente um apoio financeiro adicional dos estados-membros de 400 milhões de euros.

 

Uma outra é a missão que irá estudar se é possível desviar um asteroide que tenha uma trajetória de colisão com a Terra.

 

A missão inclui dois programas, o AIM, da ESA, de observação, a lançar em 2020, e o DART, da agência espacial norte-americana NASA, que inclui o aparelho que irá chocar, em 2022, contra um asteroide, o mais pequeno de dois que fazem parte do sistema Didymos.

 

(retirado daqui)

Ministros da ESA reuném-se para discutir futuro

Novembro 30, 2016

Vera Gomes


Ministros




O Conselho de Ministros da ESA irá reunir-se de 1 a 2 de Dezembro na Suiça. Estas reuniões periódicas têm lugar a cada 2 ou 3 anos onde se juntam todos os ministros responsáveis pelas actividades estpaciais de cada um dos estados membros da ESA.

O objectivo destas reuniões é decidir quais serão as actividades futuras dos programas da agência espacial europeia. A ESA diz que a reunião que ocorre daqui a uns dias irá aprofundar a visão de um Espaço Unido na Europa (United Space in Europa) na era do Space 4.0. 

A ESA irá dar uma conferência de imprensa no final da reunião no dia 2 de Dezembro que será livestreamed. A hora ainda está por confirmar, mas a ESA diz que a reunião deverá acabar por volta das 13h (hora local). Espera-se por isso que a confrênca de impresa aconteça logo após. Para informação actualizada podem consultar o site da ESA. 

 

Já se estava à espera disto: "Trump quer cortar financiamento da NASA para investigações climáticas"

Novembro 24, 2016

Vera Gomes

Numa altura em que Donald Trump mostra, cada vez mais, ter alguma “aversão” em admitir a existência de um fenómeno de aquecimento global, Bob Walker revela que está nos planos do presidente-eleito eliminar todas as investigações da NASA relacionadas com as ciências da Terra, ou seja, com tudo o que diga respeito ao estudo das condições atmosféricas e dos eventos climáticos.

 

De acordo com o The Guardian, o conselheiro de Trump afirma que a nova administração olha para a NASA como uma agência que deveria estar mais dedicada à exploração espacial, e que as investigações relacionadas com a Terra devem ser adjudicadas a outras entidades.

 

Explica o jornal britânico que a divisão das ciências terrestres tem um orçamento previsto para 2017 de dois mil milhões de dólares. Por outro lado, prevê-se que o orçamento de 2017 alocado à exploração espacial seja de 2,8 mil milhões dólares.

 

Bob Walker refere que a nova administração planeia dar continuidade às investigações das ciências terrestres que estão já em curso, mas que as próximas deverão ficar a cargo de outras entidades que não a NASA.

 

O conselheiro de Trump sublinha que as investigações sobre as alterações climáticas foram já demasiado politizadas e que as decisões do novo presidente devem ser baseadas em dados científicos e não em ciência deturpada por ideologias políticas.

 

As verbas que afetas às investigações climáticas serão redirecionadas para a exploração espacial. Consta que Donald Trump quer explorar todo o Sistema Solar até 2100.

 

Apesar de nos primeiros dias após ter sido eleito presidente dos Estados Unidos ter discursado efusivamente sobre a falsidade do fenómeno do aquecimento global, atribuindo aos chineses a sua invenção, Trump parece estar agora mais aberto à realidade dos factos e admite existir uma conexão entre a ação humana e o clima.

 

(retirado daqui)

Reino Unido procura ideias para o seu futuro no espaço

Novembro 16, 2016

Vera Gomes

 

A Agência Espacial do Reino Unido lançou uma consulta pública para ideias para uma nova estratégia de implementação das prioridades políticas da sua National Space Policy publicadano final de 2015 (que podem ver aqui). 

 

Será curioso ver o resultado desta nova estatégia espacial britânica e como será moldada pelo Brexit. Assunto a seguir claramente, nos próximos meses. 

 

Os documentos para análise e envio de ideias, sugestões, etc estão disponíveis aqui

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