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Astropolítica

The space programmes allow us to stand on the shoulders of giants and gain perspective on global politics that is difficult to achieve from ground level or ground zero. Michael Sheehan

Astropolítica

The space programmes allow us to stand on the shoulders of giants and gain perspective on global politics that is difficult to achieve from ground level or ground zero. Michael Sheehan

A administração do Espaço

 

 

 

O Instituto Europeu de Política Espacial (ESPI) organizou uma conferência sobre a a administraçao do Espaço que contou com a participação de líderes espaciais de todo o mundo.

 

Para ver as apresentações basta clicar em cima de cada uma delas:

- Programa
- Presentação de Stephen Krasner (PDF)
- Presentação de Jacques Blamont (PDF)
- Presentação de Xavier L.W. Liao (PDF)
- Presentação de Kazuto Suzuki (PDF)
- Presentação de Gérard Brachet (PDF)
- Presentação de Jeffrey Manber (PDF)
- Presentação de Amy Kaminski (PDF)
- Presentação de Rajeswari Rajagopalan (PDF)
- Presentação de  Peter Hulsroj (PDF)
- Presentação de Emmanuel Sigalas (PDF)

 

Para ver em vídeo as apresentações, basta clicar aqui.

Chefes das agências espaciais reunidos

 

 

A Federação Internacional de Astronáutica tornou público o vído do plenário dos chefes das agências espaciais que ocorreu durante o Congresso Internacional de Astronáutica em Toronto.

O congresso ficou marcado pela ausência da China e Rússia que tiveream alguns problemas em conseguir o visto para participar no Congresso.

 

Fica aqui o vídeo.

 

 

Os chefes das agências que participaram no painel, são:

- Charles Bolden, Administrator, National Aeronautics and Space Administration (NASA)
- Jean-Jacques Dordain, Director General, European Space Agency, (ESA)
- Francisco Javier Mendieta Jimenez, Director General, Mexican Space Agency (AEM)
- Walter Natynczyk, Presidente, Canadian Space Agency (CSA)
- K. Radhakrishnan, Presidente, Indian Space Research Organisation (ISRO)
- Naoki Okumura, Presidente, Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA)

 

A governação do Espaço

 

O Instituto Europeu de Politica Espacial realiza durante dois dias (11 e 12 de Setembro) a conferência de Outono dedicada a sistemas de governação do Espaço.

 

A conferência tentará responder a várias questões, entre as quais: Que forças moldam as nossas tentativas de governar espaço? Que papéis específicos deverá desempenhar a comunidade internacional, os governos, o sector privado e a sociedade civil? 

 

A 8 ª Conferência de Outono do Instituto Europeu de Política Espacial (ESPI), que ocorrerá de 11-12 setembro 2014, em Viena, Áustria e podem consultar o programa aqui (que é muito, mesmo muito, interessante).

Os próximos desafios da conquista espacial

http://www.redorbit.com/media/uploads/2004/10/7_1f9cd32b27e2bee9c81c30e7157340132.jpg

(imagem retirada aqui)

 

 Com o mote:

 

A Rosetta, que colocou um robô num cometa, poderia compartilhar alguns segredos sobre a criação do sistema solar. Por sua parte, a Curiosity continua a sua exploração do planeta Marte, e as sondas Voyager sairamm do sistema solar, para explorar a vastidão do espaço.
No entretanto, os chineses estão a aperfeiçoar o seu programa lunar; os americanos, em que ponto estão nos seuss projectos para Marte?

 

a rádio France Inter fez um debate muito interessante, no passado dia 12 de Agosto, sobre o futuro e os desafios da conquista espacial. Com 3 especialistas franceses no estúdio, os ouvintes puderam telefonar e colocar perguntas aos convidados que responderam de forma acessível e clara. Jean-Jacques Dordain, Director Geral da ESA e Jean-Yves Le Gall, Presidente do CNES (a agência espacial francesa) estiveram em directo para explicar alguns pontos, o que tornou a discussão ainda mais rica.

 

O podcast está disponível aqui. Infelizmente.... em francês.

Sanções da Rússia contra EUA e a UE não colocam em causa cooperação espacial

 Crédito: Ilustração de Peter Ansell para La Jeune Politique

 

 

 

 

A decisão da Rússia de retaliar contra os Estados Unidos, a União Europeia (UE) e outros países que impuseram sanções por causa das actividades russas na Ucrânia não têm, neste momento e ao que parece, qualquer impacto sobre a cooperação espacial existente.

O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou no início desta semana que iria impôrr as suas próprias sanções em resposta às sanções importas pela UE e pelos EUA. No passado dia 7 de Agosto foram revelados os detalhes da contra-resposta russa e verifica-se que concentra-se sno sector agrícola. Durante um ano, a Rússia vai proibir a importação de carne bovina, suína, aves, carne, peixe, queijo, leite, legumes e frutas dos Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Austrália e Noruega. As importações de álcool dos Estados Unidos e da União Europeia não são afectadas. A Rússia planeia aumentar as importações de outros países para compensar. Rússia estará ainda e supostamente a considerar sanções acessórias, como a proibição de voos americanos e europeus atravessarem o espaço aéreo russo, bem como sanções para as indústrias de produção de automóveis, construção naval e de aviões, mas não há nenhuma indicação neste momento que a cooperação espacial é prejudicada.

A deterioração das relações deste ano entre os Estados Unidos e a Rússia, depois da anexação russa da Crimeia (Ucrânia) tem gerado preocupação na comunidade política espacial por causa da dependência dos EUA em relação à Rússia para o transporte de tripulação à Estação Espacial Internacional (ISS) e ainda dos motores russos RD-180 para o veículo de lançamento US Atlas V. Os Estados Unidos emitiram sanções contra a Rússia várias vezes no passado, mas não parecem ter qualquer impacto negativo sobre a cooperação espacial.

Putin reclamou contra as sanções impostas pelos Estados Unidos e aliados, e advertiu que poderao ter um efeito "boomerang". Ao anunciar suas sanções retaliatórias, Putin afirmou: "Naturalmente, isso tem que ser feito com muita precisão, de modo a apoiar os produtores nacionais e a não prejudicar os consumidores." Se o seu desejo de apoiar os produtores nacionais se aplica de forma ampla e não apenas para o sector agrícola, significa que tentará evitar que empresas sejam lesadas, como a Energomash, que produz os motores RD-180, ou as empresas constroem e lançam o Soyuz à ISS, ainda não é claro. A NASA paga a Rússia cerca de 450.000 mil dólares por ano para que os EUA e os outros membros da tripulação não-russos possam voar de e para a ISS. Os dois países, EUA e Rússia, operam conjuntamente a ISS.

A NASA insiste que nada mudou em operações da ISS por causa das tensões geopolíticas, e o lançamento United Alliance (ULA), que constrói e lança o Atlas V, e o seu cliente Força Aérea vierem já a público dizer que é "business as usual" com os russos . Quanto ULA paga pelos RD-180s não é público e o senador John McCain solicitou que a informação ao Departamento de Defesa, em Junho passado. Presumivelmente, no entanto, é a receita que Rússia não gostaria de abrir mão.

 

(artigo parcialmente traduzido daqui.)

 

Para saber mais sobre a crise na Ucrânia e as consequências na exploraçao espacial, clique aqui.