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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Caiu foguetão russo que iria colocar em órbita 18 satélites

Julho 27, 2006

Vera Gomes

O lançamento do foguetão «Dniéper», que devia colocar em órbita 18 satélites de vários países, incluindo um da Colômbia, fracassou devido a uma falha técnica, informou hoje o Centro de Controlo de Voos Espaciais da Rússia.
«O lançamento do Dniéper deu-se às 19:43 (20:43 em Portugal) de ontem , mas 86 segundos depois apagaram-se os propulsores», disse um porta-voz do Centro à Agência oficial russa Itar-Tass.

Segundo o porta-voz, as causas da falha serão investigadas por uma comissão especial, integrando representantes da empresa construtora e de outras entidades relacionadas com o lançamento.

O «Dniéper» é um foguetão de transporte de categoria ligeira, fabricado com base nas características do míssil balístico intercontinental RS-20 (SS-18, «Satanás», segundo a classificação da NATO.

A reconversão dos «Satanás» e a comercialização dos «Dniéper» está a cargo da Kosmotras, um consórcio russo-ucraniano no qual participam entidades estatais dos dois países.

O director adjunto da agência espacial russa Roscosmos, Yuri Nosenko, disse que os fragmentos do foguetão caíram a 25 quilómetros a sul da plataforma de lançamento e que não causaram vítimas nem danos nas populações vizinhas.

A falha no lançamento pressupõe a perda dos 18 satélites.

Diário Digital / Lusa

Sex in Space: Getting a Grip on Gravity

Julho 26, 2006

Vera Gomes

Posted on July 23, 2006 @ 18:18:51 EDT
Author Leonard David
While sex in space is now a front and center topic of talk in public space travel circles, it may be far more complex and foreboding than once thought.

More research is needed in the role of gravity and its impact on the human body, said James Logan, a veteran NASA space physician speaking at a NewSpace conference gathering - but voicing his personal views.

“Sex in micro-g might be a little underwhelming. That is, the fantasy might be vastly superior to the reality. It’s a pretty messy environment…for every action there’s an equal and opposite reaction,” Logan told an attentive audience over the weekend at the NewSpace 2006 meeting in Las Vegas, Nevada, sponsored by the Space Frontier Foundation.

Sex in zero-g is going to have to be more or less choreographed, “otherwise it’s just going to be a wild fling,” Logan advised. But for those looking forward to space migration and setting up self-perpetuating civilizations off-Earth, the space physician raised several warning flags.

After the 26th gestational week of fetus development, lack of gravity delays skeletal development necessary for sitting, standing and walking, Logan said. Building adequate and proper neural connections after birth – requires movement under gravity, he added.

And after 3.8 billion years, everything on planet Earth has changed, Logan noted, except for one constant: gravity.

“In my opinion,” Logan continued, “the prospect of doing a single jump from 3.8 billion years of one-gravity into some kind of a weightless civilization is extremely naïve.”

In the 45th year of human spaceflight “we still do not have an inkling of what the gravity prescription is,” Logan said. “Think of gravity as a medication. We don’t know the dose. We don’t the frequency. And we don’t know the side effects.”

For the long term, the tall pole in the tent is life sciences research, Logan observed, including more work on radiation protection, as well as space structures that produce artificial gravity. He advised that space “pioneering” should be replaced with “bioneering”.

in: http://www.livescience.com/blogs/author/leonarddavid

AstroSociologia

Julho 21, 2006

Vera Gomes

No número de Spring 2006, a revista Astropolitics traz um artigo interessante sobre uma nova perspectiva de análise da exploração espacial e os seus impactos. Chama-se Astrosociologia. Segundo o autor do artigo, Jim Pass, a astrosociologia representa "a distinctive emergent field within the sociological discipline and outside of it, inclusive of other social sciences and a strong connection with natural sciences." A astrosociologia preenche uma lacuna que serve primeiramente para complementar o trabalho de cientistas e engenheiros espaciais, incluindo assuntos de política espacial uma vez que providencia por dar orientações ao seu trabalho.

A relação entre espaço e sociedade, vista em ambas direcções, "influences social change within any particular society and possesses implications for future projects and missions". A astrosociologia adiciona uma dimensão socio-cultural à visão convencional das ciências espaciais que actualmente desvalorizam a orientação das ciências sociais. Com a astrosociologia, os elementos ligados ao espaço ficarão com acesso aos critérios do processo de decisão, normalmente indisponível a eles nas actuais circunstâncias.

Para saber mais: www.astrosociology.com

Virgin quer levar turistas ao espaço em 2008

Julho 19, 2006

Vera Gomes

Designer Philippe Starck, former soap star Victoria Principal and ``Superman Returns'' director Bryan Singer have booked their flights for tourist trips in outer space, an official from the company selling the galactic voyage said Monday.


Virgin Galactic, a Virgin Group company, has sold some 200 tickets to passengers for suborbital flights, starting in 2008, said Will Whitehorn, the company's president.


It has collected 8.5 million pounds (US$15.6 million, euro12.4 million) in deposits for the flights that cost 109,000 pounds (US$200,000, euro158,000).


"Right now we're headed right on schedule," Whitehorn said. "Things are looking good from our perspective."


The venture by Virgin Group, owned by British billionaire Richard Branson, is building five spaceships and two airplanes by 2010.


Travelers will take seats in a spaceship that will be attached to a separate airplane. Following takeoff, the spaceship detaches itself from the plane at about 15,000 meters (49,000 feet) from the ground.


It then enters suborbital space for about 15 minutes _ including five minutes of weightlessness.


After its journey into space _ at 87 miles (140 kilometers) above Earth, it returns to the ground.


The total flight-time is about 2 hours and 15 minutes, and the voyages will initially launch from the Mojave Desert near Los Angeles before relocating to a permanent base in New Mexico in 2010.


Virgin Galactic is one of many companies venturing into space travel. Space Adventures, a Vienna, Virginia-based company, has already sent three people on a Russian Soyez rocket to the International Space Station, some 220 miles (360 kilometers) from Earth. Each trip costs 10.9 million pounds (US$20 million, 15.8 million euros).

in: http://www.space.com/news/ap_060718_virgin_update.html

A história repete-se?

Julho 08, 2006

Vera Gomes

Em 1986, o Challenger explodia segundos após o lançamento. O mundo viu repetidamente as imagens do acidente. As causas do acidente foram apontadas como sendo uma fuga num tanque de combustível.
Os dirigentes da NASA estavam ansiosos por lançar o Challenger por motivos económicos, pressões políticas e questões de calendarização. A NASA queria lançar o Challenger nas datas previstas para que a plataforma de lançamento fosse preparada a tempo para a missão seguinte que consistia no lançamento de uma sonda que iria estudar o cometa Halley. Se fosse lançada dentro do previsto, esta sonda iria recolher dados dias antes dos russos lançarem uma sonda idêntica. Provavelmente haveria também pressão para que o Challenger estivesse no espaço aquando do discurso do Estado da União de Ronald Reagan cujo tópico principal seria Educação. Como seria também suposto que o Presidente fizesse referência ao Challenger e à primeira professora no espaço.

Em 2003, o programa shuttle sofreu mais um acidente: o Columbia desintegrou-se ao reentrar na atmosfera terrestre. O Columbia havia perdido placas do revestimento térmico ao ser lançado e isso provou-se fatal para toda a tripulação.
Este acidente colocou em causa a continuação do programa espacial, custos, benefícios de toda a exploração espacial, independentemente da forma como fosse efectuada. Questionou também o investimento na Estação Espacial Internacional e a eficácia da gestão da NASA. Pôs ainda em cima da mesa os objectivos do programa espacial americano na sua globalidade. O Senador John MacCain colocou em causa o papel da Administração americana e do Congresso na negligência com questões de segurança do programa espacial em geral e com o shuttle em particular. Levantou a questão da idade e do papel da frota Shuttle, o impacto na ISS, a quantidade de experiências científicas a bordo do shuttle e da ISS e ainda o valor de voos tripulados e não tripulados.
O Relatório de segurança efectuado com o acidente de 1986 não havia sido implementado nem tão pouco era conhecido o seu paradeiro. O shuttle ficou em terra por algum tempo.
Em Julho de 2006, três anos depois do acidente do Columbia, a história repete-se. O Discovery que leva mantimentos e um astronauta para a ISS perde placas de revistemento do escudo térmico ao deslocar. A missão do Discovery no espaço continua, e a Nasa tenta perceber a gravidade dos danso no escudo térmico. Fica a dúvida no ar: será que ao fim de tantos anos de programa shuttle e dos acidentes que já houveram, um deles ainda muito recente, a Nasa continua sem implementar medidas de segurança recomendadas há vinte anos? Será que os cortes orçamentais do Congresso afectam a segurança dos programas espaciais e dos seus astronautas?

Coreia do Norte realiza testesa mísseis

Julho 07, 2006

Vera Gomes

A Coreia do Norte tem estado a realizar testes a mísseis, incluindo mísseis de longo alcance capazes de atingir os EUA. Os Estados Unidos viram a realização destes lançamentos como uma provocação, o Japão foi mais longe e inclusive proibiu o ferry que faz a ligação entre Coreia do Norte e Japão de atracar nos seus portos.
A comunidade internacional entrou num frenesim tremendo, desdobrando-se em contactos e pressões diplomáticas, consultas de emergência entre os países membros do Conselho de Segurança da ONU e a condenação do regime de Pyongyang por países como Rússia e Coreia do Sul.
O equilíbrio de forças no continente asiático é cada vez mais frágil. A tensão é crescente numa zona do mundo em que os poderes emergentes são cada vez mais.


Para saber mais: http://www.jornaldefesa.com.pt/opiniao_v.asp?id=342

Nasa lança Discovery

Julho 01, 2006

Vera Gomes

A previsão de ventos fortes e nuvens e os abutres que sobrevoam o Centro espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, Florida, são apresentados como as únicas incertezas para o lançamento do vaivém Discovery, marcado para amanhã às 19h48.

Na conferência de imprensa realizada esta manhã, a meteorologista da NASA (agência espacial norte-americana), Kathy Winters, informou que existe 60 por cento de possibilidade das condições atmosféricas atrasarem o lançamento de amanhã. O mesmo poderá acontecer na segunda tentativa, no domingo.

Jeff Spaulding, director dos testes da NASA, garantiu que não se registaram “problemas passíveis de afectarem o lançamento do Discovery no sábado”.

“Apesar de termos passado quase um ano a trabalhar arduamente para chegarmos onde estamos hoje, posso dizer que o vaivém, a nossa equipa de lançamento e a tripulação estão prontos para o lançamento” em direcção à Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), concluiu Spaulding.

Para diminuir os riscos, a NASA apresentou ontem um novo plano de aterragem automático que, no caso dos astronautas serem obrigados a abandonar o Discovery e procurar refúgio na ISS, permitirá guiar o vaivém de volta à Terra. Segundo o “The New York Times”, a aterragem poderá acontecer na Base da Força Área em Vandenberg, na Califórnia. No passado, a NASA defendia ser impossível fazer aterrar o vaivém sem astronautas.

Além deste plano, a NASA tem ainda em funcionamento o seu “Plano de Abate de Aves”, para reduzir riscos de colisão destes animais com o vaivém. No Centro Kennedy, os abutres são considerados “um risco sério”, disse ontem John Shannon, da equipa da missão da NASA. Um grupo de peritos estudou várias formas para orientar as aves na zona da rampa de lançamentos.

Segundo a CNN, abutres e outras espécies de aves têm como habitat o Refúgio Nacional de Vida Selvagem de Merritt Island, próximo do Centro espacial. A NASA espera conseguir capturar 150 abutres até ao lançamento. A intervenção está autorizada pelo Fish and Wildlife Service. No final, os animais serão devolvidos à natureza.

Este lançamento - o primeiro voo em quase um ano e o segundo desde a catástrofe com o Columbia, a 1 de Fevereiro de 2003 – não está isento de polémica. No início da semana passada, o director da NASA, Michael Griffin, anunciava que iria tentar lançar o Discovery, apesar de persistirem alguns riscos, para os quais alertaram alguns engenheiros da agência, entre eles Bryan O'Connor e Christopher Scolese. Estes defendiam que antes de lançar o vaivém seria necessário remover a espuma isoladora em 34 zonas do reservatório externo para eliminar os riscos de que esta se possa partir em bocados durante o lançamento, danificando o vaivém. Um bocado de espuma de 700 gramas esteve na origem do acidente com o Columbia. Mas Griffin decidiu não fazer alterações no reservatório externo.

in Publico, 01/07/2006

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