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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Finalmente lançaram o Atlantis

Setembro 09, 2006

Vera Gomes

O vaivém espacial norte-americano Atlantis foi lançado hoje de Cabo Canaveral, na Florida (sudeste dos Estados Unidos), com seis astronautas a bordo, tendo como destino a Estação Espacial Internacional.

O vaivém Atlantis descolou, como estava previsto, às 11h15 locais (16h15 em Lisboa), depois de seis adiamentos registados desde o passado dia 27. Os adiamentos foram provocados por anomalias técnicas e condições meteorológicas desfavoráveis.

A missão "STS-115" tem como objectivo principal retomar as obras de reconstrução da Estação Espacial Internacional pela primeira vez em quase quatro anos.

in: http://publico.clix.pt/shownews.asp?id=1269697&idCanal=170

Sucesso europeu no espaço

Setembro 03, 2006

Vera Gomes

A sonda Smart-1, a primeira nave espacial europeia, despenhou-se hoje na Lua, terminando com êxito uma missão de três anos em que foram revelados novos e surpreendentes dados sobre o satélite natural da Terra.

Tal como planeado pela Agência Espacial Europeia, a Smart-1 despenhou-se ao início do dia no Lago de Excelência, na Lua.

A primeira nave espacial da Europa enviada ao satélite natural da Terra concluiu assim com êxito uma missão de três anos.

À velocidade de 7200 quilómetros por hora, o impacto da sonda provocou uma cratera de cinco a dez metros de largura por dez metros de profundidade e lançou poeira a vários quilómetros de altura.

Fechou com chave de ouro dois anos de valiosas observações científicas. A nuvem de pó e destroços provocada pela queda irá revelar ainda mais dados sobre a composição geológica lunar.

Graças à Smart-1, os cientistas detectaram pela primeira vez cálcio e magnésio na Lua, mediram as diferentes composições entre os picos das crateras lunares e das planícies vulcânicas, fizeram um novo mapa da superfície lunar, conheceram finalmente a totalidade da sua face oculta.

Com um metro de lado, 360 quilos de peso, lançada há três anos da Guiana Francesa, a Smart-1 serviu também para testar novas tecnologias. A sonda usou um motor iónico que permitiu percorrer cem milhões de quilómetros apenas com o consumo de 60 litros de combustível.

in: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20060903_Sucesso+europeu+no+espaco.htm

Negócio “chorudo” com a NASA

Setembro 02, 2006

Vera Gomes

A empresa norte-americana Lockheed Martin arrecadou um contrato avaliado em vários milhares de milhões de dólares com a NASA. O projecto envolve a construção da próxima nave espacial destinada a transportar pessoas, que vai ter o nome de “Orion”. O novo aparelho vai substituir o vaivém actualmente utilizado pela NASA e deve levar os astronautas novamente até à Lua, ou até mais longe.

A notícia, avançada pelo jornal norte-americano New York Times, indica que o contrato vai render à Lockheed Martin cerca de quatro mil milhões de dólares (cerca de 3,1 mil milhões de euros) até 2013. A verba destina-se ao projecto, desenvolvimento, testes e avaliação do “Orion”, para além da construção de dois aparelhos para voos espaciais iniciais.

Uma segunda fase, de 2009 até 2019, vai valer à Lockheed 3.5 mil milhões de dólares (cerca de 2,7 mil milhões de euros) e prevê a construção de um número ainda não especificado de aparelhos para tripulantes, que devem efectuar voos até à Estação Espacial Internacional e até à Lua, para além de aparelhos não tripulados cuja função é fornecer a carga à Estação Espacial.

O contrato prevê ainda uma verba de 750 milhões de dólares (cerca de 587 milhões de euros) para eventuais modificações e trabalhos de aperfeiçoamento das naves. No entanto, há quem diga que estes números são conservadores, dado que os projectos da NASA excedem, frequentemente, as estimativas iniciais em mais de 50 por cento.

O anúncio constitui uma grande vitória para a Lockheed e uma derrota surpreendente para a sua rival, a parceria entre a Boeing e a Northrop Grumman. A Lockheed tem sido o grande “leader” na construção de aparelhos não tripulados, embora disponha de pouca experiência na aviação espacial com tripulação. Por seu lado, a Northrop, a Boeing e os seus parceiros construíram a frota de “shuttles” actualmente utilizados pela NASA, para além dos aparelhos “Apollo”, que levaram homens até à Lua nas décadas de 1960 e 1970.

O projecto “Orion”

O novo projecto prevê a construção de uma nave com uma torre de emergência, parecida com o “Apollo”, que fez o transporte de homens para a Lua e de regresso à Terra. No entanto, o “Orion” vai ter dimensões bastante superiores por comparação ao seu antecessor.

O “Orion” deverá levar até seis astronautas até à Estação Espacial Internacional. Uma versão posterior deverá poder transportar quarto astronautas até à Lua. Outras versões do vaivém poderão ainda servir de veículos de regresso para a tripulação de aparelhos que um dia vão poder levar humanos até Marte.

Os “shuttles” actualmente utilizados pela NASA devem terminar a sua actividade em 2010. O “Orion” deverá fazer o seu primeiro voo com tripulação em 2014. No entanto, os apelos do Congresso norte-americano podem levar a que a NASA viabilize a antecipação do lançamento por um ano. A agência está também a desenvolver “rockets” de lançamento, ainda com base na tecnologia dos “shuttles” actuais, para lançar o “Orion” e a respectiva carga para o espaço. O “rocket” que deverá lançar o “Orion” tem o seu primeiro voo previsto para o ano de 2009.

in: http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20060901negociochorudocomanasa.htm

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