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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Miss NASA

Outubro 18, 2013

Vera Gomes

Descobri que entre 1968 e 1973, em plena Guerra Fria, a NASA promoveu um concurso de beleza: Miss NASA. Infelizmente não encontrei mais informação sobre este assunto, mas deixo aqui as Misses conhecidas e para os anos em que encontrei fotos.

 

Caso alguém tenha mais informaçoes sobre este evento organizado pela NASA, agradeço que me dê conhecimento. Fiquei curiosa!

 

 

Miss NASA 1968/1969


 

 

Miss NASA 1970

 

 

Miss NASA 1971

 

Miss NASA 1973

 

Disputa pela Lua

Outubro 17, 2013

Vera Gomes

 

 

 

 

 

A ascensão rápida da China em tecnologia de ponta, o ritmo crescente das descobertas lunares e a crescente viabilidade da mineração lunar estão a atrair vários países e empresas no desenvolvimento de novas missões à Lua.

 

Estão neste momento previstas 12 missões lunares, incluindo sondas orbitais, rovers, e recolha de amostras para serem lançadas até 2020.

 

Os EUA, a China, India e a Rússia têm missõe splaneadas para este período, enquanto actores mais novos na cena espacial consideram missões lunares para depois de 2020, incluindo o Reino Unido, a Agência Espacial Europeia e até a Coreia do Sul.  

 

China, Japão, Índia e Rússia são aqueles que estudam seriamente o lançamento de missões lunares tripuladas por 2025-2030.

Cerca de 3 missões lunares em meados da década poderão ser rovers comerciais patrocionados pelo prémio Google Lunar X com cerca de 30 milhões de doláres dividido entre os vencedores que consigam alunar um rover na Lua antes do fim de 2015. 

 

Estes novos voos têm como resultado uma nova corrida à Lua, que na realidade são 4: 1 corrida pela exploração comercial e 3 corridas geopoliticas (China vs India; China vs Rússia e um objectivo conjunto não muito falado da China e da Rússia). 

 

Acresce ainda a importância para a China de colocar humanos na Lua como forma de mostrar ao mundo de mostrar supremacia tecnológica e que poderá liderar onde outrora havia sido os EUA a comandar. 

 

Até inicio de 2014, a China irá realizar a primeira tentativa em 37 anos de alcançar a Lua com um robô. Trata-se de Chang'e 3 que irá também transportar o primeiro rover lunar enviado para a Lua em 40 anos. A última alunagem foi a soviética Luna 24 em 1976. E o rover mais recente foi o Lunokhod 2 que alunou em meados Janeiro de 1973. 

 

A recente LADEE da NASA será a terceira sonda americana a orbitar a Lua desde 2009. Depois da missão LADEE a NASA espera em 2018 lançar o primeiro módulo da International Lunar Network ao colocar os primeiros instrumentos na Lua.

 

 

 

 

Podem ler mais sobre os planos da China, Rússia e EUA para a Lua aqui.

 

Pode um Estado reclamar uma parte do Espaço Exterior como sendo sua?

Outubro 16, 2013

Vera Gomes

 

 

 

 

 

Não. O Tratado do Espaço Exterior afirma que o Espaço Exterior, incluindo a Lua e outros corpos celestes, não é objecto de apropriação nacional por proclamação de soberania, por meio de uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. 

 

O Tratado estabelece a exploração e uso do espaço exterior como a "província de toda a humanidade". O Acordo  da Lua amplia as presentes disposições, declarando que nem a superfície nem o subsolo da Lua (ou outros corpos celestes do sistema solar), nem qualquer parte do mesmo ou dos recursos naturais existentes, passarão a ser propriedade de qualquer Estado, ou de organização intergovernamental internacional ou organização não-governamental,  ou organização nacional ou entidade não-governamental ou de qualquer pessoa.

Nova filosofia na exploração espacial no Japão

Outubro 15, 2013

Vera Gomes

 

 

 

A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão ( JAXA ) fez 10 anos no passado dia 1 de Outubro. Em reconhecimento das muitas mudanças que afectaram as suas atividades ao longo da última década , incluindo a aprovação de uma nova Lei Basic Space em 2008, JAXA adotou uma nova "filosofia de gestão ", " declaração de ação", e lema.

 

JAXA é uma organização semi -governamental que foi criada pela fusão de três entidades anteriores : a Agência Nacional de Desenvolvimento Espacial do Japão ( NASDA ), o Instituto do Espaço e Ciência Astronáutica ( ISAS ) e o Laboratório Nacional Aeroespacial do Japão ( NAL) . Naoki Okumura tornou-se o mais novo presidente da JAXA em 1 de Abril de 2013.

 

De acordo com o comunicado de imprensa da JAXA, o novo lema para a agência é " Conheça a perceber " e sua filosofia de gestão é "Para realizar uma sociedade segura e rica usando o espaço e o céu . Ao utilizar os desenvolvimentos tecnológicos de ponta, vamos conseguir e entregar nossas realizações junto com a sabedoria mais ampla à sociedade ".

 

A declaração de acção de três partes também foi anunciada (comunicado de imprensa salienta que a tradução para Inglês é provisória) :

 

"- Júbilo para a sociedade humana

           Nós iremos fornecer prazer e surpresa para as pessoas, evoluindo nossas vidas.

 

- Aspiração para a criação
          Nós vamos sempre apontar para metas mais elevadas e continuam a ser aspirado para a criação de enfrentar e superar as dificuldades .

 

- Responsabilidade e orgulho
          Vamos fielmente agir com responsabilidade e orgulho para atender com segurança as expectativas da sociedade."


JAXA tem um programa espacial amplo que inclui a ciência espacial , ciências da terra e aplicações , aplicações espaciais , desenvolvimento de veículos de lançamento, e voos espaciais tripulados ( os seus astronautas são transportados pelos Estados Unidos ou Rússia). Os programas mais conhecidos do Japão, serão talvez, o módulo Kibo (Esperança) na Estação Espacial Internacional e a nave espacial Hayabusa , que recolheu amostras de um asteróide.

 

A próxima missão Japão - EUA prevista para lançamento é o Observatório do Central do Global Precipitation Measurement ( GPM), um follow -on para o Tropical Rainfall Measuring Mission (TRMM) . O projeto envolve um Observatório central JAXA / NASA , que irá trabalhar em conjunto com uma constelação de satélites, uns novos ou outros já existentes, fornecidos por vários países. O Observatório Central está actualmente no centro Goddard Space Flight da NASA, que cujo lançamento é esperado para Fevereiro no Japão. Se por causa do shutdown do Governo Norte-Americano, a data de envio para o Japão estará em causa - e, portanto , potencialmente, a data de lançamento - é ainda uma questão em aberto. Não há nenhuma indicação de que ao GPM foi dada uma "excepção de emergência " como a missão Maven.

 

 

Podem ler o comunicado da AXA aqui.

Mudança de cadeiras na Rússia

Outubro 14, 2013

Vera Gomes

 

 

 

O Primeiro Ministro Dmitry Medvedev nomeou no passado dia 10 de Outubro Oleg Ostapenko, um ex-oficial das Forças Espaciais Russas, como novo director-geral da Agência Federal Espacial Russa - a ROSCOSMOS.

 

Ostapenko, que até agora era o adjunto do ministro da defesa russo, substitui Vladimir Popovkin, que abondona o cargo após as suas tentativas de mudar a indústria espacial russa assombrada por uma série de acidentes.

 

Medvedev tornou claro que tem grandes expectativas para Ostapenko. Como director-geral da ROSCOSMOS, Ostapenko terá que impulsionar e pôr em prática as mudanças necessárias para erguer a indústria espacial russa. 

 

Phil Hylands, um analista espacial, afirmou que "não deverá ocorrer uma grande mudança no programa espacial russo nos próximos 10 anos. (...) Eu creio que a liderança da ROSCOSMOS será naturalmente um conselheiro do Presidente. Se agitar as águas, rapidamente será demitido e substituído."

 

 

Podem ler mais sobre esta mudança aqui, aqui, aqui e aqui.

Centro aeroespacial alemão ajuda programa brasileiro

Outubro 11, 2013

Vera Gomes

 

 

 

 Os presidentes da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, e do Centro Aeroespacial Alemão (DLR), Johann Dietrich Wörner, assinaram um acordo de cooperação para a formação de recursos humanos qualificados no âmbito do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) Espacial.

 

O documento, assinado em paralelo com o 64º Congresso Internacional de Astronáutica, em Beijing, na China, visa intensificar a cooperação entre Brasil e Alemanha na área espacial através do intercâmbio de especialistas em projectos e missões de interesse comuns e da qualificação de profissionais em ciência, tecnologia e inovação com cursos de pós-graduação e estágios.

 

O desenvolvimento do acordo concentrar-se-à em áreas tecnológicas de interesse para as duas instituições e será executado com bolsas do CsF. Cabe a AEB e ao DLR indicarem universidades, centros de pesquisa e empresas apropriadas, bem como projectos de cooperação, planeados ou em execução, para qualificar os profissionais.

 

O programa de cooperação entre os dois países tem por base o Acordo-Quadro entre os dois governos sobre pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico, de Março de 1996, e o acordo entre a AEB e o DLR sobre cooperação para a exploração e o uso do espaço exterior para fins pacíficos, de Fevereiro de 2002.

 

O CsF Espacial irá oferecer 300 bolsas de estudo até 2014. O CsF é um programa do governo Federal gerido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ligada ao Ministério da Educação (MEC).

 

 

 

Fonte: Agencia Espacial Brasileira

Espaço e dissuassão nuclear

Outubro 10, 2013

Vera Gomes

 

 

"Dissuasão espacial" é definida como forma de persuadir a ocorrência de actividades nocivas, por qualquer meio, contra bens nacionais no espaço ou a bens que suportam bens espaciais. Analogamente, a dissuasão nuclear é definida como dissuassão de qualquer actividades nociva através armas nucleares. A atenção prestada à dissussão espacial tem sido intermitente durante e após a Guerra Fria, sendo que a realização do teste ASAT pela China em 2007 atraiu novamente a atenção para este assunto. Estas preocupações desvaneceram-se com a queda da União Soviética, mas agora renasceram com o advento do ambicioso programa espacial chinês.


Dissuassão é feita com base em ameaças. Mas não é por si só tranquilizadora. A Guerra fria não se tornou em quente, porque a dissuassão foi complementada com acordos diplomáticos para redução dos perigos nucleares. A contenção restritiva pode ser inferencial ou pode ser reforçada por acordos diplomáticos. A dissuassão estável requer também a certeza de quando os opositores possuem opções militares devastadoras.


Os EUA e a China terão que demonstrar um compromisso diplomático bem sucedido para moderar a competição no Espaço. Nem um nem outro acordaram missões conjuntas no Espaço, como aquelas que diminuiram a pressão entre os EUA e os Soviéticos durante a Guerra Fria. Durante este período, os Tratados celebrados tiveram um papel fundamental para garantir que não ocorreria uma escalada dos meios empregues. Na actualidade, um dos meios para assegurar que a dissuassão se mantém estável, é por exemplo, o Código Internacional de Conduta para as nações que têm acesso ao Espaço.

 

Michael Krepon escreveu um artigo bastante interessante precisamente sobre esta problemática na Space Review, que podem ler aqui. E podem ler mais sobre o Código Internacional de Conduta aqui.


Aniversário da Declaração da ONU que originou o Tratado do Espaço

Outubro 10, 2013

Vera Gomes

 

 9 September 1963 

Quarta Sessão do Comité das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Exterior, sede das Nações Unidas, Nova Iorque


 

  

Faz hoje 46 anos que o Tratado sobre Princípios Reguladores das Atividades dos Estados na Exploração e Uso do Espaço exterior, Inclusive a Lua e Demais Corpos Celestes", mais conhecido por TRatado do Espaço foi assinado. Até a sua assinatura, em plena Guerra Fria, um longo caminho foi percorrido. 


Deixo aqui parte de um artigo de José Monserrat Filho (*) publicou no final de Setembro aqui.


O Tratado do Espaço¹, de 1967, definido como "a Carta Magna do Espaço" e o "Código Maior das Atividades Espaciais", é um dos acordos multilaterais mais apoiados pela comunidade internacional. O peso desse apoio aproxima-o da Carta das Nações Unidas, de 1945, cuja universalidade é imbatível. Ratificado por 102 países e assinado por 26, o Tratado do Espaço goza de singular autoridade. Além disso, é reconhecido e aceito por todos os demais países. Ao longo de seus 46 anos de vigência, nenhum de tais países jamais se manifestou contra qualquer de seus princípios e normas. Logo, é também um sólido costume internacional.


Aprovado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 19 de dezembro de 1966 e lançado à assinatura dos países em 27 de janeiro de 1967, o Tratado do Espaço entrou em vigor em 10 de outubro daquele mesmo ano. Seis dias antes, em 4 de outubro, comemoraram-se os primeiros dez anos da Era Espacial, inaugurada em 1957 pelo primeiro satélite feito pelo gênio humano, o Sputnik I, lançado pela ex-União Soviética.


O Tratado do Espaço foi criado em apenas três anos, de 1964 a 1966, em plena Guerra Fria.Isso mostra que, quando há vontade política, obstáculos aparentemente intransponíveis podem ser vencidos e acordos de suma complexidade podem ser discutidos, elaborados e aprovados em relativamente pouco tempo. Especialmente no caso desse tratado histórico, vários dos princípios básicos do qual foram sendo construídos em cinco resoluções aprovadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas nos cinco anos anteriores, de 1959 a 1963. E cujo trabalho de criação teve o privilégio de contar com a direção lúcida, paciente, estimulante e segura do notável internacionalista polonês Manfred Lachs², que, à época, presidia o Comitê das Nações Unidas para o Uso Pacífico do Espaço Exterior (COPUOS, na sigla em inglês). Daí o comentário, então surgido, de que o direito espacial internacional nasceu em "velocidade cósmica".





POdem ler ainda mais informação sobre este Tratado na página da ONU consagrada para o efeito, aqui.



(*) Segundo a nota biográfica publicada com o artigo José Monserrat Filho é Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da Agência Espacial Brasileira (AEB), Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Direito Aeronáutico e Espacial (SBDA), Diretor Honorário do Instituto Internacional de Direito Espacial e Membro Pleno da Academia Internacional de Astronáutica (IAA)




Os 5 tratados internacionais regulam actividades militares no Espaço?

Outubro 09, 2013

Vera Gomes

 

 

 

 

Sim. O Tratado do Espaço Exterior proíbe os Estados signatários de colocar em órbita qualquer objecto que carregue armas nucleares ou outro tipo de armas de destruição massiva- Proíbe ainda a instalação deste tipo de armas em objectos celestes ou colocar estas armas no Espaço Exterior de qualquer outra forma. O Tratado também afirma que a Lua e qualquer outro corpo celeste deverão ser usados exclusivamente para fins pacíficos e proíbe a criação de bases militares, instalações e/ou fortificações, o teste de qualquer tipo de armas e de realizar manobras militares. Contudo, o uso de pessoal militar com vista a fins cientificos ou de investigação ou para qualquer outro fim pacífico não está proibido. 

 

O Acordo da Lua alarga as disposições do Tratado do Espaço Exterior ao proibir também qualquer ameaça ou uso de força, ou qualquer outro acto hostil ou ameaça de acto hostil na Lua (ou outro corpo celeste no Sistema Solar). Proíbe ainda o uso da Lua (ou qualquer outro corpo celeste no Sistema Solar) para cometer tais actos ou ameaças em relação à Terra, Lua, naves espaciais, tripulantes ou objectos espaciais feitos pelo Homem. 

 

 

(Fonte: United Nations Office for Outer Space Affairs)

Europe 2020 Strategy for Growth Portugal - Participe!

Outubro 08, 2013

Vera Gomes

 

 

O principal objetivo deste encontro é promover possíveis parcerias de negócio entre empresas portuguesas e empresas europeias, mas também de fora da Europa, como Angola e Brasil, em setores dinâmicos e ativos identificados como essenciais para o crescimento do país. Esta é uma oportunidade única para descobrir potenciais parceiros de negócio, conhecer e acercar-se do mercado português e seus principais atores, examinar oportunidades de negócio e investimento em Portugal, bem como estabelecer contatos transfronteiriços.

 

Integrado numa missão a Portugal de Antonio Tajani, vice-presidente da Comissão Europeia, este evento de networking B2B irá realizar-se em Lisboa, no dia 29 de novembro, sob a temática 'Europa 2020: Estratégias para o Crescimento'. Além disto, realiza-se, na véspera, uma conferência, que tem por finalidade tornar as empresas europeias cientes das oportunidades que Portugal oferece.

 

A participação no evento é gratuita e aberta a empresas de qualquer área de atividade, incluindo a distribuição automática. A DouroVending é, aliás, uma das empresas nacionais com presença confirmada no evento. Com a sua participação, esta empresa de distribuição automática visa conhecer e descobrir potenciais parceiros de negócio, bem como obter a representação de produtos e equipamentos para os mercados lusófonos.

 

Áreas em destaque:

  • economia do mar (atividades ligadas à energia eólica e das ondas, à indústria farmacêutica e da biotecnologia, turismo náutico e de recreio, entre outras);
  • saúde; 
  • turismo; 
  • componentes para a indústria automóvel e aeronáutica; 
  • tecnologias de informação e comunicações; 
  • agricultura e indústria agro-alimentar; 
  • pasta e papel; 
  • serviços partilhados.

Destinatários

Empresas, universidades e centros de investigação e inovação, associações, clusters e outras entidades ligadas ao mundo empresarial interessadas em encontrar parceiros internacionais para o desenvolvimento das suas atividades.

 

Registos até 30 de outubro em
http://www.b2match.eu/m4g-portugal

Como participar?

  • Faça o registo e submeta um perfil apresentando as suas competências - até 30 de outubro de 2013
  • Consulte os perfis dos outros participantes no catálogo online
  • Seleccione os perfis que mais lhe interessam e agende reuniões com potenciais parceiros - até 18 de novembro de 2013
  • Avalie os pedidos de reunião e receba a sua agenda personalizada alguns dias antes do evento

A participação no evento de networking é gratuita.

 

Este evento de networking é precedido de uma conferência organizada pela aicep Portugal Global, a ter lugar em 28 de Novembro, também em Lisboa.

Programa provisório da conferência em aqui.

 

Pode ainda aceder aqui a mais informação divulgada pela Comissão Europeia aqui.

 

Para mais informações os interessados poderão contactar Carmen Mesquita  pelo email eenetwork@adi.pt ou pelo telefone 226167820 .

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