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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Angola e Brasil reforçam cooperação na defesa

Agosto 13, 2014

Vera Gomes

Angola e Brasil reforçam cooperação no domínio da defesa

 

Angola e Brasil reafirmaram o seu compromisso de reforçar continuamente a cooperação no domínio da defesa, no âmbito da parceria estratégica bilateral.

 

O acto foi reiterado numa declaração conjunta, assinada na terça-feira, 5 de Agosto, em Brasília, após as conversações entre uma delegação angolana, chefiada pelo ministro da Defesa Nacional, João Lourenço, e outra brasileira, liderada pelo ministro de Estado e da Defesa, Celso Amorim.

 

Ambas as partes fizeram um balanço positivo da cooperação existente, enaltecendo a criação do Comité Interino Conjunto de Defesa, que se reuniu em Maio de 2014 pela primeira vez, em Luanda, onde analisou questões relacionadas com o reforço da cooperação em matéria de formação de quadros, saúde militar, operações especiais e missões de paz.

 

Ao destacarem a importância do contínuo reforço da cooperação entre os dois países, os representantes das delegações projectaram acções no domínio da cooperação naval, aeronáutica, cooperação entre exércitos, ensino e treinamento e indústria da defesa.

 

Relativamente ao último aspecto referido, o ministro brasileiro da Defesa, Celso Amorim, convidou o seu homólogo angolano, João Lourenço, a estar presente na Mostra da Base Industrial de Defesa do Brasil, que decorrerá em Setembro deste ano na capital brasileira.

 

O ministro João Lourenço, que está de visita ao Brasil desde domingo, 3, visita, esta quarta-feira, 7, a Embraer Defesa e Segurança, empresa que no ano passado forneceu seis aviões Super Tucano de reconhecimento, à Força Aérea Angolana.

(retirado daqui.)

Robin Williams: “What’s right is what’s left if you do everything else wrong.”

Agosto 12, 2014

Vera Gomes

Um extra-terrestre muito bizarro vem à Terra para estudar os seus habitantes e a vida da mulher humana com quem ele se cruza nunca é mais a mesma. 
Esta foi a primeira aparição de Robin Williams na televisão em 1978, pela rede de canais ABC. O mundo conheceu assim um actor que marcou gerações.
O mundo ficou mais pobre infelizmente, com a notícia da sua morte.
R.I.P.

Uma nova empresa canadiana quer ir onde ninguém antes conseguiu

Agosto 12, 2014

Vera Gomes

 

 

Por incrível que pareça, o Canadá nunca lançou um foguete em órbita. O Canadá doi o terceiro país do mundo a construir o seu próprio satélite, o Alouette, mas foi lançado pelos EUA num foguete americano. O Canadá enviou astronautas para o espaço, construiu o Canadarm, Canadarm2, Dextre, têm satélites em órbita e ainda instrumentos enviados para Marte. Mas o envio de um foguete em órbita, nunca.

Contudo, tudo pode mudar se Open Space Orbital conseguir atingir o seu objectivo.

A nova empresa sediada em Nova Scotia liderada pelo jovem engenheiro Tyler Reyno tornou público os seus planos para desenvolver um pequeno lançador de satélite, chamado Neutrino 1, que seria capaz de lançar satélites pequenos que pesam até 50 kg para órbita e está à procura do investimento inicial para arrancar com a companhia através de uma campanha de crowdfunding.

A Open Space Orbital lançou uma campanha de crowdfunding para arrecadar $ 100.000 no Kickstarter, sem dúvida, um dos sites de crowdfunding mais popular. O dinheiro será usado para montar o escritório em Halifax, continuará a sua investigação preliminar, e mais importante, continuará o processo de captação de recursos de fontes privadas e governamentais.

 

Podem ler mais sobre este tópico aqui; sobre o programa espacial do Canadá aqui e sobre crowdfunding noutros projectos espaciais aqui.

 

 

Sierra Nevada expande programa Dream Chaser

Agosto 11, 2014

Vera Gomes

 

 

 

 

 

A Sierra Nevada Corporation (SNC) anunciou uma expansão do seu programa Dream Chaser, que agora inclui uma mistura de pequenas empresas, empresas aeroespaciais, universidades parceiras e organizações de funcionamento no espaço exterior, em "32 estados, 50 distritos eleitorais, e 2 nações estrangeiras. "

 

Com o anúncio feito na semana passada, a equipa do Dream Chaser agora inclui: "Lockheed Martin, United Launch Alliance, Draper Laboratory, Aerojet Rocketdyne, MacDonald Dettwiler & Associates Ltd. (MDA), UTC Aerospace Systems, Jacobs, Moog Broad Reach, Siemens PLM Software, Southwest Research Institute, e uma série de empresas classificadas como pequenas empresas ou empresas menos avantajosas que têm ou estão a apoiar o programa, como Craig Technologies, David Clark Company, Special Aerospace Services, AdamWorks, and Arctic Slope Research Corporation".

 

SNC também tem acordos com a Agência Espacial Europeia e a Agência de Exploração Aeroespacial Japonesa, para usar o Dream Chaser para trabalho na órbita baixa da Terra.

O programa Dream Chaser também está a dar à próxima geração de cientistas e engenheiros aeroespaciais a hipótese de se envolver no programa - com a investigação em curso e o trabalho de desenvolvimento em 9 universidades, incluindo: University of Colorado Boulder, University of Maryland - College Park, Rice Space Institute, Tuskegee University, e a Utah State University.

 

(parcialmente trraduzido daqui).

 

Podem ler mais sobre a Sierra Nevada Corporation e sobre o Dream Chaser aqui.

Sugestão de leitura

Agosto 08, 2014

Vera Gomes

O Mundo Dentro do Mundo

 

 

1988 foi o ano do badaladíssimo livro de Stephen Hawking “Uma Breve História do Tempo”. Por isso, qualquer outra obra lançada no mesmo ano escrita por um físico e sobre física não podia escapar a uma comparação. A revista "Nature" não teve receio dessa comparação e escreveu que o astrofísico inglês Barrow, com este livro, era mais sério do que Hawking. No entanto, Hawking vende bem e Barrow, por melhor que seja (e é!), não tem a mesma saída. O comércio do livro tem razões que a razão da prestigiada revista britânica desconhece. “O Mundo dentro do Mundo” trata das leis da Natureza, falando da sua história e dos problemas filosóficos associados à descrição do mundo. De John Barrow há, na Gradiva, com Joseph Silk, “A Mão Esquerda da Criação: Origem e Evolução do Universo em Expansão” e, na Presença, “Teorias de Tudo”.

 

Podem ler um artigo de Carlos Fiolhais (de onde retirei o paragrafo anterior) sobre este livro aqui.

O livro, esse, podem adquiri-lo em qualquer livraria online ou física.

 

Boas leituras!

Sanções da Rússia contra EUA e a UE não colocam em causa cooperação espacial

Agosto 08, 2014

Vera Gomes

 Crédito: Ilustração de Peter Ansell para La Jeune Politique

 

 

 

 

A decisão da Rússia de retaliar contra os Estados Unidos, a União Europeia (UE) e outros países que impuseram sanções por causa das actividades russas na Ucrânia não têm, neste momento e ao que parece, qualquer impacto sobre a cooperação espacial existente.

O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou no início desta semana que iria impôrr as suas próprias sanções em resposta às sanções importas pela UE e pelos EUA. No passado dia 7 de Agosto foram revelados os detalhes da contra-resposta russa e verifica-se que concentra-se sno sector agrícola. Durante um ano, a Rússia vai proibir a importação de carne bovina, suína, aves, carne, peixe, queijo, leite, legumes e frutas dos Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Austrália e Noruega. As importações de álcool dos Estados Unidos e da União Europeia não são afectadas. A Rússia planeia aumentar as importações de outros países para compensar. Rússia estará ainda e supostamente a considerar sanções acessórias, como a proibição de voos americanos e europeus atravessarem o espaço aéreo russo, bem como sanções para as indústrias de produção de automóveis, construção naval e de aviões, mas não há nenhuma indicação neste momento que a cooperação espacial é prejudicada.

A deterioração das relações deste ano entre os Estados Unidos e a Rússia, depois da anexação russa da Crimeia (Ucrânia) tem gerado preocupação na comunidade política espacial por causa da dependência dos EUA em relação à Rússia para o transporte de tripulação à Estação Espacial Internacional (ISS) e ainda dos motores russos RD-180 para o veículo de lançamento US Atlas V. Os Estados Unidos emitiram sanções contra a Rússia várias vezes no passado, mas não parecem ter qualquer impacto negativo sobre a cooperação espacial.

Putin reclamou contra as sanções impostas pelos Estados Unidos e aliados, e advertiu que poderao ter um efeito "boomerang". Ao anunciar suas sanções retaliatórias, Putin afirmou: "Naturalmente, isso tem que ser feito com muita precisão, de modo a apoiar os produtores nacionais e a não prejudicar os consumidores." Se o seu desejo de apoiar os produtores nacionais se aplica de forma ampla e não apenas para o sector agrícola, significa que tentará evitar que empresas sejam lesadas, como a Energomash, que produz os motores RD-180, ou as empresas constroem e lançam o Soyuz à ISS, ainda não é claro. A NASA paga a Rússia cerca de 450.000 mil dólares por ano para que os EUA e os outros membros da tripulação não-russos possam voar de e para a ISS. Os dois países, EUA e Rússia, operam conjuntamente a ISS.

A NASA insiste que nada mudou em operações da ISS por causa das tensões geopolíticas, e o lançamento United Alliance (ULA), que constrói e lança o Atlas V, e o seu cliente Força Aérea vierem já a público dizer que é "business as usual" com os russos . Quanto ULA paga pelos RD-180s não é público e o senador John McCain solicitou que a informação ao Departamento de Defesa, em Junho passado. Presumivelmente, no entanto, é a receita que Rússia não gostaria de abrir mão.

 

(artigo parcialmente traduzido daqui.)

 

Para saber mais sobre a crise na Ucrânia e as consequências na exploraçao espacial, clique aqui.

Japao apaixonou-se pelos drones

Agosto 07, 2014

Vera Gomes

 

 

 

 

 

 

Japão apaixonou-se pelos drones norte-americanos e tem-se posicionado como um dos players mais  improváveis ​​na corrida global ao desenvolvimento de drones militares. Uma ambição, sustentada no forte caráter inovador japonês, que gera controvérsia, tanto internamente como no exterior. Há quem fale num “renascimento do pré-guerra”, apoiado pelos EUA, que têm ajudado Tóquio, nos seus esforços de re-armamento, com o envio, em maio, de dois drones de vigilância de longo alcance Global Hawk, desarmados, para uma base no norte do Japão. Uma medida que enfureceu a China e a Coreia do Norte.

 

Recorde-se que o Japão está agora numa posição que não vivia há quase 70 anos, quando abdicou do direito de se envolver em conflitos fora das suas fronteiras. O país está envolvido numa disputa com a China e também com Taiwan sobre um conjunto de ilhas no Mar do Sul da China, onde as águas têm, desde há muito, estado em grande agitação.

 

 

 

(retirado daqui)

 

Mais sobre drones no Astropolítica, aqui.

SpaceX vai construir plataforma de lançamento

Agosto 06, 2014

Vera Gomes

 

Complexo de lançamento do Falcon 9 na Florida

 

 

 

A empresa aeroespacial SpaceX anunciou no dia 5 de Agosto a escolha da praia de Boca Chica, no extremo sul do Texas, sul dos Estados Unidos, para a construção da sua primeira plataforma de lançamento de foguetes comerciais para o espaço.

 

"Na SpaceX estamos muito satisfeitos por ampliar o nosso trabalho no Texas com o primeiro complexo de lançamento comercial do mundo desenhado especificamente para missões orbitrais", disse o diretor geral da companhia, Elon Musk, em comunicado revelado pelo gabinete do Governador Rick Perry.

 

Elon Musk destacou também que o complexo, que terá apoios públicos do equivalente a 11,4 milhões de euros, criará 300 postos de trabalho e vai ampliar a base de serviços na zona que acabará também por ser um ponto turístico para a região sul do estado do Texas.

 

Fundada em 2002 e com sede na Califórnia, a SpaceX é uma empresa dedicada à produção e lançamento de foguetes e naves espaciais e em 2010 viu-lhe ser adjudicado um contrato de 492 milhões de dólares (367 milhões de euros) relacionados com lançamentos comerciais para o espaço.

 

(retirado daqui.)

Hackers chineses roubam dados de mísseis israelitas “Iron Dome”

Agosto 05, 2014

Vera Gomes

iron dome missile system

Crédito imagem: David Buimovitch/AFP/Getty Images

 

Um grupo de hackers chineses foi acusado de roubar esquemas detalhados sobre o bilionário sistema de mísseis israelita “Iron Dome” de Israel. O grupo,  que já foi identificado, por uma empresa de segurança dos EUA, como a Unidade 61398 do exército chinês, esteve anteriormente ligado a vários ciberataques a empresas de Defesa dos EUA.

 

Podem ler a notícia completa aqui.

Obama dá 168 milhões para escudo antimíssil

Agosto 05, 2014

Vera Gomes

 

Obama dá 168 milhões para escudo antimíssil

 

 

 

O Presidente norte-americano assinou segunda-feira a lei que permite gastar o equivalente a 168 milhões de euros para manter a capacidade do sistema antimíssil "Iron Dome" de Israel, que diminuiu a capacidade do Hamas de atingir o território israelita.

 

"Os Estados Unidos estão satisfeitos pelo facto do "Iron Dome", desenvolvido conjuntamente com Israel e financiado pelos Estados Unidos, terem salvado incontáveis vidas em Israel", disse Josh Earnest, porta-voz da Casa Branca, em comunicado.

 

O porta-voz acrescentou também que o apoio ao sistema antimíssil assegura que Israel "manterá esta defesa vital contra os morteiros e artilharia à luz das ameaças".

 

(retirado daqui)

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