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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

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"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Mulheres no Espaço - Peggy Whitson

Março 27, 2015

Vera Gomes

 

 

Peggy Annette Whitson nasceu em Mount Ayr a 9 de Fevereiro de 1960.  É bioquímica e astronauta dos Estados Unidos, tendo sido a primeira mulher a comandar uma missão na Estação Espacial Internacional, a Expedição 16, lançada do Cosmódromo de Baikonur na nave Soyuz TMA-11 em 10 de Outubro de 2007.

 

Formada em biologia e química no Iowa Wesleyan College e graduada em bioquímica pela Universidade Rice, Peggy começou a trabalhar no Centro Espacial Lyndon Johnson, em Houston, em 1988, como investidadora associada. Nos anos 1990, trabalhou como cientista projectista do programa conjunto russo- americano Mir-Shuttle e, até à sua selecção para treino como astronauta, como sub-chefe da divisão de ciências médicas do Centro Espacial Johnson.

 

Em Agosto de 1996 ela iniciou os dois anos de treino para astronauta da NASA e após a conclusão do curso foi designada para funções no Departamento de Planeamento de Operações para Astronautas, servindo depois como líder da equipa de astronautas de apoio na Rússia, de 1998 a 1999.

 

Em Junho de 2002, Whitson foi ao espaço pela primeira vez a bordo da nave Endeavour na missão STS-111 à Estação Espacial Internacional, onde passou seis meses como membro da Expedição 5 e realizou diversos passeios no espaço, num total de mais de quatro horas, para instalar um escudo protector contra micrometeoritos numa das seções russas da ISS, além de diversos experiências científicas em microgravidade.

 

Após participar como comandante-substituta da Expedição 14 entre Novembro de 2005 e Setembro de 2006, ela voltou pela segunda vez ao espaço em 10 Outubro de 2007 a bordo da nave russa Soyuz TMA-11, para comandar a Expedição 16, que passou seis meses na ISS, tornando-se a primeira mulher a comandar uma equipa em missão na Estação Espacial Internacional.

 

No encerramento de sua última missão, Peggy acumulou um total de 377 dias no espaço, em duas temporadas na ISS, sendo a mulher que mais tempo passou fora da Terra.

 

NASA testa limites do ser humano no espaço com nova missão de 12 meses

Março 27, 2015

Vera Gomes

 

 

Está tudo pronto para a partida dos dois astronautas, um americano e um russo, que vão assumir uma missão de um ano na Estação Espacial Internacional.

 

A partida da nave Soyuz TMA-16M está agendada para as 3.42 p.m, hora do Pacífico, o que corresponde às 19.42h de Portugal Continental, colocando em marcha uma missão que vai durar duas vezes mais do que é habitual mas que se espera traga novos dados sobre a adaptação e reação do corpo humano a voos espaciais mais longos, o que ajuda a preparar missões a Marta, que pode durar pelo menos 500 dias.

 

As missões mais recentes na Estação Espacial Internacional têm uma duração de seis meses, mas o astronauta americano Scott Kelly e o cosmonauta russo Mikhail Kornienko vão ficar no espaço durante 12 meses, em exposição a um ambiente de gravidade zero que pode ter efeitos no corpo humano que se estendem aos olhos, atrofia dos músculos e perda de densidade óssea. A comparação com a evolução da condição física na Terra vai fazer-se também com o recurso ao irmão gémeo de Scott Kelly, que fica em observação na NASA para uma série de estudos genéticos comparativos. A NASA destaca que a missão tem também benefícios para quem nunca se aventure no espaço, trazendo conhecimento importante para doentes que sejam obrigados a longos períodos de confinamento à cama e melhorando a monitorização da exposição a infeções.

O isolamento e limitação a espaços reduzidos faz parte também do estudo a desenvolver, mesmo a nível psicológico, preparando os astronautas para missões mais longas.

O lançamento da missão pode ser acompanhado em direto através da NASA TV, que começa a emissão especial às 18.40h, hora de Portugal Continental. Até lá há uma série de reportagens relacionadas com esta missão que podem ser acompanhadas no mesmo canal.

 

(Retirado daqui)

Mulheres no Espaço - Pamela Melroy

Março 27, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

 

 

Pamela Anne Melroy nasceu em Palo Alto a 17 de Setembro de 1961. É uma astronauta dos Estados Unidos veterana de três missões no espaço, a última delas, a missão STS-120, como comandante, sendo a segunda mulher a comandar uma missão do vai e vém espacial, depois da pioneira Eileen Collins.

 

Oficial da Força Aérea dos Estados Unidos, Pamela formou-se em Astronomia e Física no Colégio Wellesley, instituição feminina de ensino nas proximidades da cidade de Boston, Massachussets, em 1983. Após a conclusão do curso secundário, fez mestrado em Ciências Planetárias no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

 

Depois de completar os estudos, entrou para a Força Aérea, graduou-se como piloto e participou de missões de combate na Guerra do Golfo, em 1991. Depois da guerra fez o curso de piloto de testes da força aérea, formando-se em Julho de 1991 e passando a testar aviões C-17, na Base Aérea de Edwards, na Califórnia.

 

Melroy foi selecionada para a NASA em 1994 e fez dois anos de treino como piloto do vai e vém espacial. Foi ao espaço duas vezes como piloto, a primeira na missão STS-92 em 2000 e a segunda na missão STS-112, em 2002.

 

Em Outubro de 2007 foi pela terceira ao espaço desta vez como comandante da missão STS-120, na nave Discovery, e tornou-se na segunda mulher a exercer um comando de missão espacial, para trabalhos na ISS que incluíram a instalação de um módulo construído pela ESA para a estação. A missão esteve na ISS durante a Expedição 16, que trabalhou e habitou a estação por seis meses, comandada pela astronauta Peggy Whitson. Foi a primeira vez na história da exploração espacial em que as duas missões em curso no espaço foram comandadas por duas mulheres.

Mulheres no Espaço - Claudie Haigneré

Março 26, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

Claudie Haigneré (anteriormente Claudie André-Deshays) nasceu a 13 de Maio de 1957 em Le Creusot, Saône-et-Loire em França. É uma médica francesa, político e ex-astronauta do Centro Nacional de Estudos Espaciais (1985-1999) e do Agência Europeia do espaço (1999-2002). 

Haigneré foi um membro da tripulação de reserva para a missao Mir Altair em 1993, missão em que seu futuro marido Jean-Pierre Haigneré também participou. O asteróide 135268 Haigneré é foi assim chamado em sua honra.

 

Haigneré visitou a estação espacial Mir por 16 dias em 1996, como parte da missão russo-francesa Cassiopée.

 

Em 2001, Haigneré tornou-se a primeira mulher europeia a visitar a Estação Espacial Internacional, como parte da missão Andromède. Claudie aposentou-se da ESA a 18 de Junho de 2002. 

Após sua carreira como astronauta, Haigneré entrou para a política francesa no governo de Jean-Pierre Raffarin. Foi ministra-adjunta para a Investigação e Novas Tecnologias entre 2002 e2004 e sucedeu a Noëlle Lenoir como ministra adjunta para os Assuntos Europeus de 2004 a 2005. 

 

Em 2008 fooi hospitalizada depois de ter tentado cometer suicidio.

Mulheres no Espaço - Kathryn Hire

Março 26, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

Kathryn Patricia "Kay" Hire nasceu em Mobile a 26 de Agosto de 1959). É uma astronauta norte-americana.

 

Formada em engenharia pela Academia Naval dos Estados Unidos (USNA) e em tecnologia espacial pelo Instituto de Tecnologia da Flórida (FIT), recebeu as asas de oficial e piloto naval em 1982, realizando missões de pesquisa oceanográfica aérea em todo mundo durante os anos seguintes.

 

Em 1993, tornou-se a primeira mulher como piloto em esquadrões aéreos de combate, voando em aviões de patrulha costeira e marítima dos Estados Unidos. Como integrante do comando naval central dos Estados Unidos, fez parte do apoio aéreo à invasão do Afeganistão em 2001 e à invasão do Iraque em 2003.

 

Começou a trabalhar no Centro Espacial Kennedy em 1989, na área de engenharia ligada aos sistemas do vai e vém espacial e das unidades móveis extraveiculares, que possibilitam aos astronautas caminharem no espaço sem ligação física com a nave-mãe. Selecionada para o treino de astronauta em Maio de 1994, após o período de treino atuou como CAPCOM – controladora de vôo – no controlo de missão em Houston.

 

Foi ao espaço em 17 de Abril de 1998, como especialista de missão da tripulação da STS-90 do Columbia, uma missão de pesquisas neurológicas do Spacelab (Neurolab), dedicada ao estudo das funções do sistema nervoso e do cérebro humano em gravidade zero, passando dezesseis dias em órbita, num total de 381 horas no espaço.

 

Doze anos depois, em Fevereiro de 2010, Hire voltou ao espaço, como especialista de missão na área de robótica, da STS-130 do Endeavour.

Emprego na ESA

Março 25, 2015

Vera Gomes

 

 

Na área de emprego do site da Agência Espacial Europeia é possível saber mais sobre quem trabalha na agência. Quem anda à procura de emprego pode usar o portal para ficar atento a novas oportunidades.

 

Os interessados numa oportunidade de emprego devem ficar atentos à plataforma e às oportunidades que vão surgindo. A qualquer momento podem perceber como funciona o processo de seleção na ESA.

 

Para acederem à área de emprego da ESA, basta clicar aqui.

Mulheres no Espaço - Eileen Collins

Março 25, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

Eileen Marie Collins nasceu em Elmira a 19 de Novembro de 1956.  É uma ex-astronauta e coronel da Força Aérea dos Estados Unidos, veterana de quatro missões espaciais e a primeira mulher a ser piloto e depois comandante de um vai e vém espacial, entre 1990 e 2005.

 

Eillen graduou-se pela Universidade de Siracusa em 1978, entrando para o curso de treino de pilotos força aérea no ano seguinte, tornando-se instrutora de vôo até 1982, nos aviões T-38 usados pela NASA. Nos três anos seguintes, foi comandante e piloto dos gigantescos aviões de carga C-141 Starlifter, com o qual participou da invasão da ilha de Granada em 1983, durante o presidência de Ronald Reagan, ajudando a retirar da ilha estudantes americanos e as suas famílias.

 

Após um mestrado na Universidade de Stanford em 1986,  passou o resto da década a ensinar matemática e sendo instrutora de vôo na Academia da Força Aérea, até ser selecionada para o programa de treino de astronautas da NASA em 1990, acumulando mais de seis mil horas de vôo em trinta tipos diferentes de aeronaves.

 

O primeiro vôo ao espaço de Eileen Collins foi em 1995, quando subiu como piloto da nave Discovery, na missão STS-63, e fez uma acoplagem em órbita com a estação russa Mir. Collins realizou esta viagem grávida de dois meses, o que era desconhecido tanto para ela quanto para a NASA.

 

Após o conhecimento do facto, a NASA passou a exigir testes de gravidez de todas as suas astronautas antes de serem designadas para uma missão espacial. Dois anos depois, ela foi novamente ao espaço como piloto da missão STS-84 na nave Atlantis.

 

Em Julho de 1999 tornou-se a primeira mulher a comandar umvai e vém espacial, subindo ao espaço a bordo do Columbia, para colocar em órbita da Terra o Observatório de raios-X Chandra. Esta foi a penúltima missão completa da nave Columbia, que se desintegraria na reentrada da atmosfera três anos e meio depois, matando todos os seus ocupantes.

 

A sua quarta e última viagem espacial ocorreu entre Julho e Agosto de 2005, quando comandou a missão STS-114 da nave Discovery, que testou melhoramentos no sistema de segurança do vai e vém espacial e reabasteceu as equipas a bordo da Estação Espacial Internacional. Nesta missão, Collins tornou-se a primeira astronauta a fazer o vai e vém espacial realizar uma volta de 360º no espaço sobre si mesmo, manobra necessária para que o pessoal a bordo da ISS pudesse fotografar toda a parte inferior da Discovery, certificando-se de que não havia nenhum dano capaz de causar problemas durante a próxima reentrada na atmosfera.

 

Condecorada com a Legião de Honra pelo governo de França e com a Medalha Expedicionária das Forças Armadas por seus serviços como piloto de transporte durante a invasão de Granada, Collins retirou-se da NASA em Maio de 2006 para trabalhar na iniciativa privada e passar mais tempo ao lado da família, o marido - também piloto, com quem é casada desde 1988 - e os seus dois filhos.

Mulheres no Espaço - Kalpana Chawla

Março 25, 2015

Vera Gomes

 

Kalpana Chawla nasceu a 1 de Julho de 1961 em Karnal, Punjabe e faleceu no espaço aéreo dos EUA a 1 de fevereiro de 2003). Foi uma astronauta norte-americana nascida na Índia, membro da tripulação da nave Columbia que se desintegrou na reentrada na atmosfera no fim da missão STS-107, em Fevereiro de 2003, matando todos os tripulantes.

 

Kalpana desde criança que se interessou pela aviação na Índia, sobretudo pelas façanhas de JRD Tata, um pioneiro piloto indiano. Estudou engenharia aeronáutica e formou-se como bacharel em ciências no Colégio de Engenharia do Punjab, em 1982. Mudou-se então para os Estados Unidos, onde aprimorou seus estudos e conseguiu o doutoramento em ciências de engenharia aeroespacial nas Universidades do Texas e do Colorado. Quando começou a trabalhar com a NASA naturalizou-se norte-americana (1990).

 

Kalpana entrou para o corpo de astronautas da NASA em 1995 e dois anos depois fez seu primeiro vôo espacial a bordo da nave Columbia, tornando-se a primeira mulher nascida na Índia e a segunda pessoa de origem indiana no espaço, após o vôo do cosmonauta Rakesh Sharma treze anos antes, na missão russa Soyuz T-11. A diferença era que Sharma era indiano e Kalpana Chawla fez seu vôo como cidadã norte-americana e apesar de seus interesses em comum, os dois nunca se encontraram pessoalmente.

 

Após seu vôo inaugural, participou de actividades técnicas na NASA ligadas ao estudo da microgravidade até ser escolhida para a tripulação da fatídica missão STS-107 do vai e vém espacial Columbia em Janeiro de 2003.

 

Apesar de naturalizada norte-americana nunca deixou de lado suas raízes indianas e sempre foi considerada pelo povo do país como um dos seus. Morreu como heroína e modelo de milhares de adolescentes indianas, especialmente em sua cidade natal de Karpal, onde a sua vida inspirou as jovens a seguirem os seus passos.

 

O irmão, Sanjay Chawla, fez a seguinte declaração: "Para mim, minha irmã não morreu. Ela é imortal. Não são imortais as estrelas? Ela é uma estrela permanente no céu, o lugar a que ela pertence".

Algumas homenagens póstumas a Kalpana
  • Quatro dias após a tragédia da Columbia, o primeiro-ministro da Índia anunciou que a primeira série de satélites meteorológicos lançados ao espaço pelo país passariam a se chamar Kalpana.
  • O asteróide 51826 foi batizado com seu nome.
  • A Rua 74 no Queens, Nova York, na região conhecida como "Little India", foi rebatizada com seu nome.
  • A banda de rock Deep Purple fez a música Contact Lost em homenagem à tripulação da Columbia, principalmente pelo facto de Kalpana se ter declarado grande fã da banda.
  • A Universidade do Texas, onde Chawla fez um dos seus doutoramentos em 1984, baptizou uma ala como Kalpana Chawla Hall.
  • O novo supercomputador da NASA chama-se Kalpana.
  • Editoras indianas lançaram no país revistas de banda desenhada com a história da vida dela.

Mulheres no Espaço - Mary Weber

Março 24, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

 

Mary Ellen Weber nasceu em 1962 e é uma executiva americana, cientista, aviadora, palestrane e uma ex-astronauta da NASA.

Weber foi selecionada pela NASA em 1992 para o corpo de astronautas. Durante sua carreira de dez anos com a NASA, ela ocupou vários cargos. Ela trabalhou extensivamente na comercialização de tecnologia, trabalhou directamente com uma empresa de capital de risco para identificar e desenvolver um negócio alavancando uma tecnologia espacial com sucesso. Além disso, Weber foi a ligação de Assuntos Legislativos na sede da NASA em Washington DC, a interface com o Congresso. Foi também presidente do conselho de aquisições para Programa de Biotecnologia, e ela também actuou na equipa que reformulou o plano para as instalações de pesquisa da Estação Espacial. As principais atribuições técnicas de Weber dentro doDepartamento de Astronautas incluiu preparativos para o lançamento de transporte a partir do Centro Espacial Kennedy, carga útil e desenvolvimento da ciência e desenvolvimento de normas e métodos para a formação científica da tripulação.
Fez dois vôos espaciais, as missõesSTS-70 e STS-101, que a colocou entre os mais jovens a voar no espaço, registrando mais de 450 horas. Recebeu a Medalha por Serviço Excepcional NASA.que deixou em Dezembro de 2002.

Weber é casada com o Dr. Jerome Elkind-fundador da Stellar Generation, LLC, uma empresa-que a tecnologia de energia alternativa é originalmente de Bayonne, New Jersey.

Já regisrou quase 5.000 saltos em queda livre, tendo já recebido 13 medalhas de prata e bronze até o momento no Campeonato Nacional de Queda Livre nos Estados Unidos e um recorde mundial em 2002 para a maior formação de queda livre com 300 pára-quedistas. Além disso, ela é um piloto, esquiadora e mergulhadora.

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