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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Mulheres no Espaço - Christa McAuliffe

Março 05, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

Sharon Christa Corrigan McAuliffe nasceu em Boston a 2 de Setembro de 1948 e faleceu no Cabo Canaveral a 28 de Janeiro de 1986. Foi uma astronauta-professora, que morreu a bordo do vai e vem  Challenger, quando a nave explodiu no ar durante o lançamento em Janeiro de 1986, matando todos os seus tripulantes.

 

Professora especializada em História Americana e Estudos Sociais, Christa, inspirada na adolescência pelo Programa Apollo, foi a escolhida entre 11.000 professores dos Estados Unidos que responderam ao anúncio da NASA em 1984, que pretendia levar um professor ao espaço para que de lá ele desse aulas às crianças americanas, através do programa chamado Um Professor no Espaço.

 

Selecionada em Julho de 1985, ela e a sua astronauta-reserva (todos os astronautas tem um reserva, que treinam junto com ele e participam das mesmas tarefas simultaneamente, sendo preparados para substituí-lo caso este tenha algum problema, mesmo que seja na hora do lançamento) Barbara Morgan, outra professora, passaram um ano sem dar aulas, com os salários pagos pela NASA, para treinar para a missão STS-51-L, do vai e vém Challenger, que subiria em Janeiro de 1986. Após o anúncio da sua escolha, Christa tornou-se uma celebridade nos EUA, tendo grande empatia com a imprensa, chegou a ser entrevistada em programas bastantes conhecidos da tv americana como os de David Letterman e Larry King. Foi em parte por causa de sua presença na missão e do frenesim provocado na opinião pública, que a tragédia da Challenger causou uma comoção extraordinária entre o povo norte-americano.

 

A 28 de Janeiro de 1986, numa manhã de sol no Cabo Canaveral, na presença da sua família e acompanhada por milhões de crianças em ecrãs gigantes instalados nos colégios americanos, 73 segundos após o lançamento a nave Challenger explodiu no ar, matando Christa McAuliffe e os outros seis tripulantes.

 

Barbara Morgan, a professora-astronauta reserva de Christa no fatídico vôo da Challenger, formou-se astronauta em 1998 e participou da missão STS-118 do vai e vém espacial à Estação Espacial Internacional, em 2007, quando deu, ao vivo do espaço, a mesma aula que Christa daria às crianças norte-americanas 21 anos antes.

Laboratório para testar reentrada de naves espaciais na atmosfera inaugurado em Sacavém

Março 04, 2015

Vera Gomes

O Instituto Superior Técnico (IST) inaugurou hoje um laboratório para testar a reentrada de veículos espaciais na atmosfera terrestre, um projeto financiado pela Agência Espacial Europeia (ESA).

 

 

Trata-se da "maior instalação de pesquisa espacial em Portugal" e do "maior investimento da ESA" num equipamento em Portugal, segundo o coordenador do projeto, Mário Lino da Silva.

 

O Laboratório de Plasmas Hipersónicos estará operacional no verão, depois de feitos os primeiros testes, incluindo de segurança, e representa um investimento de dois milhões de euros, a maior parte suportado pela ESA. De acordo com Mário Lino da Silva, investigador do Instituto de Plasmas e Fusão Nuclear do IST, o laboratório é a "maneira mais fiel", e barata, "de reproduzir as condições de reentrada na atmosfera terrestre", para efeitos de construção de naves espaciais para futuras missões a outros planetas.

 

Fisicamente, o laboratório funcionará num edifício semienterrado, construído de raiz no Campus Tecnológico e Nuclear do IST em Sacavém, onde existe o reator nuclear português.

 

Numa parte do edifício, numa espécie de "bunker" a cerca de seis metros de profundidade, está um canhão de ar gigantesco de 16 metros de comprimento, feito em aço de alta resistência (para resistir a explosões).

 

Na prática, é um tubo de choque, composto por uma câmara de alta pressão e outra de baixa pressão, separadas por uma membrana, que se rompe a uma temperatura e a uma pressão extremamente elevadas.

 

Um gás, obtido a partir de uma mistura de hidrogénio, oxigénio e hélio, aquece a 2.500ºC e a uma pressão de 600 atmosferas na câmara de alta pressão e depois expande-se ao longo do tubo, a baixa pressão, criando uma onda de choque, que irá dar origem a um plasma hipersónico, um gás ionizado que atinge uma velocidade superior a dez quilómetros por segundo (mais de 30 vezes a velocidade do som) e uma temperatura acima dos 10.000ºC. O efeito gerado simula a reentrada na atmosfera terrestre.

 

 "Este tubo de choque vai permitir não só apoiar missões de reentrada na Terra, mas também de entrada na atmosfera de outros planetas, como Vénus ou Marte", assinalou à Lusa Mário Lino da Silva, acrescentando que o laboratório irá estudar também, no futuro, os riscos associados à queda de meteoritos na Terra.

 

Segundo o investigador, o plasma hipersónico emite uma grande radiação e o seu estudo "permite dimensionar as proteções térmicas dos veículos espaciais de reentrada, de maneira a evitar que estes ardam durante a sua entrada numa atmosfera planetária".

 

O Laboratório de Plasmas Hipersónicos vai assistir, durante 20 anos, às campanhas experimentais da ESA, que tenciona colocar, em 2016, um robô em Marte.

 

Na conceção do tubo de choque participaram diversas empresas portuguesas. O Instituto Superior Técnico, além de coordenar cientificamente o projeto, contribuiu com 250 mil euros para a construção do edifício do laboratório. Portugal é Estado-Membro da ESA desde 2000.

 

A cerimónia de inauguração conta com a presença do ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, e da secretária de Estado da Ciência, Leonor Parreira.

 

(retirado daqui

Mulheres no Espaço - Liu Yang

Março 04, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

Liu Yang nasceu em Linzhou (China) a 6 de Outubro de 1978. É uma taikonauta da China. Foi a primeira astronauta do país, lançada ao espaço em 16 de Junho de 2012 a bordo da nave Shenzhou 9.

 

Piloto da Força Aérea do Exército de Libertação Popular, líder do esquadrão aéreo e major de Aeronáutica, Yang tem 1680 horas de voo em diversos tipos de aeronaves e, após dois anos de treino, teve rendimento de excelência, sendo selecionada para o programa espacial chinês, com outra piloto, a capitã Wang Yaping que anunciada primeiramente como a primeira mulher a fazer o voo histórico. Contudo, na véspera da missão Yaping foi substituída na missão por Yang.

 

Yang integrou a tripulação da Shenzhou 9, a quarta missão tripulada do programa espacial e primeira ao laboratório espacial Tiangong 1, lançado para órbita em Setembro de 2011. Também fizeram parte da missão o comandante Jing Haipeng - primeiro chinês a ir duas vezes ao espaço - e Liu Wang.

 

Yang é membro do Partido Comunista Chinês e casada, exigência para todos taikonautas femininos chineses. Foi ao espaço exactamente 49 anos depois do voo espacial da primeira mulher cosmonauta, a soviética Valentina Tereshkova. Em 1982, a soviética Svetlana Savitskaya foi a segunda mulher a ir ao espaço.

 

Depois de treze dias em órbita, Yang voltou à Terra com o restante da tripulação, pousando na Mongólia na manhã de 29 de junho.

Mulheres no Espaço - Judith Resnik

Março 04, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

Judith Arlene Resnik nasceu em Akron a 5 de Abril de 1949 e faleceu no Cabo Canaveral, 28 de Janeiro de 1986 sendo uma das astronautas norte-americana que morreram na explosão do vai e vém Challenger durante seu lançamento.

 

Foi a segunda norte-americana a ir ao espaço, na missão inaugural da nave Discovery em Agosto de 1984. Resnik era formada em engenharia eléctrica e trabalhou na empresa RCA como engenheira de design, o que a aproximou da NASA, que tinha diversos contratos de trabalho com a empresa.

 

Com o anúncio de que a NASA formaria o primeiro grupo de astronautas femininas em 1978, Judith inscreveu-se no processo de selecção e acabou aceite, formando-se dois anos mais tarde com Sally Ride, a primeira mulher americana no espaço.

 

Escalada como especialista de missão para o fatídico voo do Challenger, em 28 de Janeiro de 1986, era uma das duas mulheres a bordo, junto com a professora Christa McAuliffe, que fazia parte do voo depois de escolhida entre onze mil professores que concorriam a uma vaga pelo privilégio de uma viagem ao espaço.

 

Após sua morte, diversas escolas americanas foram rebatizadas com seu nome. Resnik é também homenageada com uma cratera no lado oculto da Lua, na região da grande cratera Apollo e com o asteroide 3356 Resnik.

No Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, a Ciência Viva homenageia as Mulheres na Ciência

Março 04, 2015

Vera Gomes

 

A Ciência Viva e o Pavilhão do Conhecimento assinalam o Dia Internacional da Mulher com a inauguração da exposição de fotografia Mulheres na Ciência, composta por 20 retratos de 20 cientistas portuguesas de diferentes gerações que são uma referência nas suas áreas de investigação.
A cerimónia terá lugar no próximo domingo, 8 de Março, às 17.30, na exposição Explora.

Os 20 retratos que iniciam esta mostra são da autoria de Luísa Ferreira, que fotografou Mara Freire (engenheira química), Joana Vaz Pais (economista), Maria Fernanda Rollo (historiadora), Mónica Bettencourt Dias (bióloga), Teresa Summavielle (neurocientista), Elvira Fortunato (engenheira microelectrónica), Raquel Seruca (oncobiologista), Maria de Sousa (imunologista), Ana Isabel Simões (historiadora da ciência), Perpétua Pinto-do-Ó (bióloga), Irene Pimentel (historiadora), Catarina Resende Oliveira (neurocientista), Maria Arménia Carrondo (cristalógrafa), Carlota Simões (matemática), Maria do Carmo Fonseca (bióloga molecular), Isabel Trancoso (engenheira electrotécnica), Teresa Paiva (médica), Helena Freitas (ecóloga), Maria Mota (bióloga) e Teresa Lago (astrónoma).

Esta é uma exposição em movimento e como tal será enriquecida, ao longo de um ano, com retratos de outras mulheres cientistas que estão a fazer a diferença na investigação e que, desta forma, terão também um lugar de destaque no Pavilhão do Conhecimento.

Mulheres na Ciência pretende reconhecer a importância da participação das mulheres nas actividades de Ciência e Tecnologia e, ao mesmo tempo, sublinhar o facto de Portugal ser um dos países onde é menor o desequilíbrio de género na investigação. Segundo o relatório Diagnóstico do Sistema Nacional de Investigação e Inovação (2013), "Portugal, em termos da distribuição por género do pessoal investigador na população activa, revela uma presença feminina (0,88%) acima da média comunitária (0,76%)". Em Portugal, 46% dos investigadores são mulheres.

 

(retirado daqui)

Mulheres no Espaço - Sally Ride

Março 03, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

 

 

Sally Kristen Ride nasceu em Los Angeles, 26 de Maio de 1951 e faleceu em La Jollaa  23 de Julho de 2012. Foi uma astronauta dos Estados Unidos e a primeira mulher norte-americana a ir ao espaço, após as soviéticas Valentina Tereshkova (1963) e Svetlana Savitskaya (1982).

 

Formada em Física e Inglês pela Universidade de Stanford, Ride foi uma das 8 mil mulheres que responderam a um anúncio da NASA, para seleccionar o primeiro grupo de astronautas femininas do programa espacial norte-americano, em 1978. Seleccionada, com mais cinco mulheres - Anna Fisher, Judith Resnik, Kathryn Sullivan, Shannon Lucid e Rhea Seddon -, Ride completou o curso de qualificação em 1979.

 

A 18 de Junho de 1983, Ride entrou para a história como a primeira americana a subir ao espaço, como parte da tripulação do vai e vem Challenger, na missão STS-7, que colocou em órbita dois satélites de comunicação, realizou experiências farmacêuticas e foram os primeiros tanto a colocar um satélite em órbita no espaço, como em recolher um outro avariado para dentro do vai e vém.

 

No final do seu segundo vôo espacial no ano seguinte, a missão STS-41-G, também como tripulante da Challenger, Sally passou a acumular 343 horas de permanência no espaço. Ride treinava para uma terceira missão quando ocorreu o acidente que destruiu a Challenger, matou a sua colega de turma, a pioneira Judith Resnik e paralisou o programa espacial americano por quase três anos, o que a impediu de voar mais uma vez.

 

Em 1987, após ter se tornado uma líder e exemplo para todas as mulheres americanas que desejavam ser astronautas e ser uma das investigadoras oficiais das causas do acidente, Sally Ride deixou a NASA para trabalhar na Universidade de Stanford, leccionar física na Universidade da Califórnia e dirigir o Instituto Espacial da Califórnia.

 

Em 2003, foi convidada pela agência a fazer parte da equipa de investigação das causas da tragédia com o Columbia, tornando-se a única astronauta a participar nas duas investigações.

 

Sally morreu em 23 de Julho de 2012, por problemas associados a um cancro no pâncreas. Foi casada com o também astronauta Steven Hawley. De 1985 até seu falecimento, viveu com a Dra. Tam E. O'Shaughnessy, relacionamento revelado apenas no seu obtuário e confirmado pela sua irmã.

Mulheres no Espaço - Svetlana Savitskaya

Março 02, 2015

Vera Gomes

 

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Svetlana Savitskaya nasceu a 8 de Agosto de 1945 em Moscovo na Rússia.
 
Svetlana Yevgenyevna Savitskaya foi a segunda mulher a ir ao espaço, dezanove anos após sua compatriota e pioneira Valentina Tereshkova, e a primeira mulher a realizar uma caminhada espacial a 25 de Julho de 1984. Foi um momento histórico para os cosmonautas e para todo o mundo. Svetlana realizou uma EVA fora da estação espacial Salyut 7, durante 3 horas 35 minutos durante o qual ela cortou e soldou metais no espaço, juntamente com seu colega Vladimir Dzhanibekov. Dos cosmonautas soviéticos/ russos que realizaram passeios espaciais ela é, neste momento, a única mulher.

Saviyskaya começou a treinar paracosmonauta em 1980. Ao regressar à Terra, foi nomeada comandante de uma tripulação do Soyuz constituída só por mulheres para a Salyut 7, em comemoração do Dia Internacional da Mulher, uma missão que mais tarde foi cancelada.

Foi duas vezes premiada com título da União Soviética "Hero". Savitskaya foi piloto de testes - desde 1974 ela estabeleceu 18 recordes mundiais internacionais sobre os aviões MiG e três registros na equipa de páraquedismo. Terminou em primeiro lugar no 6 º Campeonato Mundial de acrobacias em 1970.

Savitskaya aposentou-se em 1993 da Força Aérea da Rússia com a patente de Major.
 
 
Selo comemorativo da primeira caminhada espacial de Svetlana.

 

 

Mulheres no Espaço - Valentina Tereshkova

Março 01, 2015

Vera Gomes

 

 

 

 

Valentina Vladimirovna Tereshkova é a primeira cosmonauta e a primeira mulher a ter ido ao espaço, em 16 de junho de 1963, na nave Vostok VI.

Nasceu a 6 de Março de 1937 em Bolshoye Maslennikovo, Rússia.

 

Oriunda de uma família proletária - o pai era um motorista de trator, desaparecido na guerra russo-finlandesa de 1940 - Valentina só entrou para a escola aos oito anos e começou a trabalhar com dezoito, numa fábrica têxtil, para ajudar a mãe viúva. Na mesma época, começou a participar num clube de paraquedistas amadores e fez oseu primeiro salto a 21 de Maio de 1959. Criou o Clube de Paraquedistas Amadores da fábrica e tornou-se sua presidente. Dois anos depois, tornou-se secretária do Konsomol local e recebeu um certificado de especialista em tecnologia de fiação.

 

Aos 24 anos, em 1961, começou a estudar para se qualificar como cosmonauta, no mesmo ano em que o director do programa espacial soviético, Sergei Korolev, considerou enviar mulheres ao espaço, numa forma de colocar a primeira mulher em órbita, durante a corrida espacial entre as duas superpotências.

 

Em 1962, foi admitida como cosmonauta, num grupo de mais quatro mulheres – das quais apenas ela foi ao espaço – sendo a menos preparada de todas, sem educação universitária. Contudo, erauma paraquedista experiente, o que era considerada uma condição fundamental para o voo, já que a nave Vostok operava automaticamente, dispensando pilotagem, mas o ocupante era ejectado após a reentrada, pousando com um paraquedas pessoal.

 

As condições para a aceitação das candidatas  a cosmonautas eram ter menos de 30 anos, menos de 1,70 m, menos de 70 kg, saúde perfeita, ideologia pura e ao menos seis meses de experiência em paraquedismo. Tereshkova cumpria todas as exigências. Ao final dos meses de testes, que incluíram aprendizagem de pilotagem de jactos, testes em centrífugas e isolamento completo, ela e outra candidata, Valentina Ponomaryova, foram as finalistas. Ponomaryova, mais preparada tecnicamente e com melhor educação, tinha sido a mais apta nos testes gerais mas Tereshkova tinha sido a melhor nas entrevistas com os ideólogos do Partido Comunista. De qualquer maneira, o governo soviético, cuja intenção de enviar uma mulher ao espaço era fazer propaganda política no Ocidente, pretendia fazer um voo duplo, com duas mulheres subindo ao espaço em naves separadas. O plano porém, foi cancelado à última hora e decidido que apenas uma subiria; a outra nave seria pilotada por um homem.

 

Foi Nikita Krushev quem decidiu finalmente por Tereshkova, e a idealizou como a "Nova Mulher Soviética": uma comunista devotada, trabalhadora humilde de fábrica de tecidos – Ponomaryova era piloto, cientista, engenheira, feminista, desbocada e fumava – filha de um herói de guerra e basicamente "uma boa menina". Para questões de propaganda, Krushev também achava que Valentina era a mais bonita delas. Irina Solovyova, a terceira candidata melhor avaliada, ficou como cosmonauta-reserva. Nikolai Kamanin, piloto herói de guerra soviético e então chefe do departamento de treinamento de cosmonautas do programa espacial soviético, chamaria mais tarde a Tereshkova de "Gagarin de saias".

 

Valentina Tereshkova foi convidada a visitar Portugal em Junho de 1975, no apogeu do PREC, a convite, não directamente do PCP, mas duma das organizações que orbitavam à sua volta (passe a metáfora astronáutica...), o MDM (Movimento Democrático de Mulheres). Dois dias depois, foi a consagração popular no Pavilhão dos Desportos. Com a presença de Álvaro Cunhal, Maria Lamas e de uma delegação do MFA.



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