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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Via rápida espacial

Junho 18, 2015

Vera Gomes

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Créditos imagem: ESA

O Sistema Europeu de Transmissão de Dados (EDRS) permitirá a transmissão de dados a partir do espaço em quantidades e velocidade sem precedentes. Os satélites do Copernicus, o Sentinel-1 e -2, serão os primeiros satélites operacionais a usar esta tecnologia laser, inovadora, permitindo uma verdadeira via rápida de transmissão de dados. Os principais interlocutores do projecto discutiram os seus futuros serviços e oportunidades de negócios no Pavilhão da ESA, durante o Paris Air and Space Show,em paris no passado dia 16 de Junho.
 
O EDRS é uma parceria público-privada entre a ESA e a Airbus Defesa e Espaço.
 
A mesa redonda incluiu os representantes dos futuros utilizadores, e foi moderada por Magali Vaissiere, Director de Telecomunicações e Aplicações Integradas da ESA, e Evert Dudok, Vice-Presidente Executivo de Comunicação, Inteligência e Segurança, da Airbus.

Agências espaciais europeias intensificam a monitorização e rastreio do Espaço

Junho 17, 2015

Vera Gomes

 

Cinco países europeus concordaram esta semana (16 de Junho de 2015) em fazer mais para monitorizar objectos espaciais e detectar a sua reentrada na atmosfera da Terra.

O Acordo de Consórcio para Sistema de Vigilância e Rastreio (Space Surveillance and Tracking - SST), assinado pela França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido, verá os seus membros cooperar para fornecer uma serviço de vigilância e rastreio para ajudar a proteger infra-estruturas espaciais europeias, instalações e serviços que são essenciais para a segurança e segurança das economias e dos cidadãos da Europa.

O Consórcio vai explorar as infra-estruturas nacionais, existentes assim como os sensores, para fornecer um serviço para monitorar e rastrear objectos espaciais e detritos; apoiar e ajudar naves espaciais e usuários fornecendo um serviço para prevenção de colisões; criar pesquisas para detecção de fragmentação; e monitorar a reentrada descontrolada de objectos espaciais na atmosfera da Terra. Além da informação fornecida pelos EUA, um serviço como este irá dar mais autonomia para a Europa neste domínio crucial.

O acordo foi assinado pelo Sr. Jean-Yves Le Gall, presidente do CNES (Agência Espacial Francesa), o Dr. Gerd Gruppe, Membro do Conselho Executivo da DLR (Agência Espacial Alemã), Professor Roberto Battiston, presidente da ASI (Agência Espacial Italiana), o Sr. Francisco Marin, Director-Geral do CDTI (Centro Espanhol para o Desenvolvimento Industrial e Tecnologia) e Dr. David Parker, CEO da Agência Espacial do Reino Unido.

O acordo de consórcio surge em resposta à decisão 541/2014 / UE do Parlamento Europeu e do Conselho da União Europeia tomada em 16 de Abril de 2014.

Os cinco membros da União Europeia irão cooperar com o Centro de Satélites da União Europeia (SATCEN) para implementar a prestação dos serviços de SST. No interior dos Estados-Membros, as agências espaciais nacionais irão colaborar estreitamente com os seus ministérios da defesa, tendo ambos um interesse no acompanhamento do ambiente espacial.

A Comissão Europeia previu um orçamento no período de 2015-2020 para a vigilância do espaço e serviços de rastreamento, modernização da infra-estrutura e sensores europeia existente, bem como o desenvolvimento de novos activos.

 

Chama-se CR7 e é a galáxia mais brilhante do Universo

Junho 17, 2015

Vera Gomes

Esta impressão artística mostra a CR7. Imagem: M. Kornmesser/ESO

 

Pode ter dado "a primeira janela" para as estrelas de primeira geração, que nasceram quando o Universo estava a dar 'os primeiros passos'. Descoberta foi liderada por um português.

 

Uma equipa internacional de astrónomos, liderada pelo português David Sobral, anunciou esta quarta-feira a descoberta da galáxia mais brilhante dos primórdios do Universo e de sinais das primeiras estrelas, quando o Universo tinha 800 milhões de anos.

A galáxia, baptizada com a sigla CR7, numa alusão à 'estrela' de futebol portuguesa Cristiano Ronaldo, está numa zona do céu chamada de Cosmos e é três vezes mais brilhante do que uma outra galáxia dos primeiros tempos do Universo, a Himiko, à qual, segundo David Sobral, pertencia o recorde de luminosidade.

Só no campo da luz visível, a CR7 chega a ser cerca de um trilião (um milhão de um milhão de milhões) de vezes mais luminosa do que o Sol, salientou à Lusa o investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e da Faculdade de Ciências de Lisboa.

De acordo com David Sobral, a CR7, detectada entre várias galáxias muito distantes e brilhantes, pode ter dado "a primeira janela" para as estrelas de primeira geração, que nasceram quando o Universo estava a dar 'os primeiros passos' e com massa "cem a mil vezes" superior à do Sol, sendo, por isso, "extremamente quentes e luminosas, mas com um período de vida muito curto", em astronomia de dois milhões de anos.

Estrelas "incrivelmente quentes"
Para o astrónomo, que trabalha igualmente no Observatório de Leiden, na Holanda, a descoberta abre caminho "não só para as primeiras fontes de luz do Universo, mas também para as estrelas", que, "ao formarem pela primeira vez elementos pesados", como carbono, oxigénio e nitrogénio, "quando explodiram no final das suas vidas, como supernovas, permitiram a existência de vida", incluindo humana.

"Detectámos uma fonte de luz de estrelas incrivelmente quentes, nunca antes observadas, fontes capazes de ionizar [separar] completamente não só os átomos de hidrogénio, mas também os de hélio, sem resultar um único vestígio, sinal, de elementos mais pesados, tal como o previsto para as primeiras estrelas", precisou, acrescentando que uma estrela de primeira geração "pode ser um a dez milhões de vezes mais brilhante do que o Sol".

O investigador esclareceu que as primeiras estrelas terão sido formadas por hidrogénio, hélio e pequenos vestígios de lítio, materiais que resultaram do Big Bang, 'fogo-de-artifício' de partículas que marca as origens do Universo, que tem perto de 14 mil milhões de anos.

Outro indício que a equipa de David Sobral verificou, provando a existência da primeira geração de estrelas, a População III, é que "a zona da galáxia CR7 mais brilhante, e com as primeiras estrelas, estava fisicamente separada das zonas ligeiramente mais normais, com estrelas um pouco mais normais", como o Sol.

Galáxia vs. poeira
O brilho da CR7, assinalou, é visível tal como as pessoas estão habituadas a ver quando olham para uma estrela, sendo proveniente de "estrelas extremamente jovens e do gás que está a ser aquecido e ionizado por uma fonte [de radiação] ultravioleta [não visível aos olhos] absolutamente impressionante".

Por isso, sustentou o astrónomo, a WISE J224607.57-052635.0, apresentada em Maio pela agência espacial norte-americana NASA como a galáxia mais brilhante do Universo, com luz equivalente a mais de 300 milhões de milhões de sóis, "não é de longe a mais luminosa".

"O que é brilhante nessas fontes WISE, no infravermelho profundo, é a poeira aquecida por um buraco negro, não a galáxia em si, e esse brilho simplesmente não é visível aos nossos olhos", advogou, considerando, por isso, que "é enganador" compará-la ao Sol.

David Sobral assinala até que, por estar em causa apenas poeira, a WISE J224607.57-052635.0 não é uma galáxia.

A descoberta da sua equipa, publicada na revista Astrophysical Journal, foi feita graças a observações obtidas com os telescópios terrestres VLT, W.M. Keck e Subaru e espacial Hubble.

Os astrónomos avaliaram uma área do céu, onde, nas palavras do cientista português, "cabem cerca de 40 luas cheias", sendo, portanto, "dez a 20 vezes maior do que a [área] dos maiores estudos feitos anteriormente" e "cerca de 20 mil vezes maior do que o famoso Hubble Ultra-Deep Field, o campo profundo, mas pequeno, que a maioria dos investigadores utiliza para encontrar galáxias ultra distantes".

Tecnicamente, a CR7, que chega a ser quase 20 vezes mais quente do que a superfície do Sol, é a abreviatura de Cosmos (zona do céu onde a galáxia foi detectada) Redshift (desvio para o vermelho) de 7. Quanto maior o desvio para o vermelho (no espectro da luz) de uma galáxia, mais distante ela está. Neste caso, desvio para o vermelho de 7 significa que a CR7 está a 12,9 mil milhões de anos-luz da Terra.

Da equipa de astrónomos fazem também parte Sérgio Santos, igualmente do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, e investigadores das universidades de Califórnia (EUA), Genebra (Suíça) e Leiden (Holanda).

 

(retirado daqui)

Marte: Aventura na "bolha" chega ao fim

Junho 16, 2015

Vera Gomes

Marte: Aventura na "bolha" chega ao fim

Vista geral do habitat HI-SEAS, a "bolha", na encosta de um vulcão no Havai. Créditos foto: DR/Universidade do Havai

 
 
A saída aconteceu há 3 dias mas só agora os participantes na experiência começaram a falar aos jornalistas. O desafio foi lançado pela NASA. Um grupo de 6 pessoas esteve fechado durante 8 meses numa bolha que tentava reproduzir o ambiente de Marte e a experiência correu bem.
 
O desafio foi lançado pela NASA e aceite por 6 cientistas. A bolha foi colocada perto de um vulcão no Havai e os participantes só podiam sair com fatos de astronautas vestidos.

 

A ideia era reproduzir um ambiente parecido com Marte para preparar uma eventual viagem a este planeta. Jocelyn Dunn foi uma das participantes. Ouvida esta manhã pela CNN contou que o mais difícil foi não terem privacidade.

 

Apesar de tudo, a experiência correu bem e os participantes ficaram amigos. Quando finalmente puderem regressar ao mundo real, o vento foi o que mais deliciou Jocelyn. A cientista americana garante que a NASA recolheu muita informação útil nesta missão em que os participantes quase nunca estiveram parados.

 

Apesar do trabalho científico, os participantes também se divertiram sempre que saíram com os fatos e não foram tímidos nas fotografias que tiraram.

 

(retirado daqui)

 

Céu alentejano nas bocas do mundo

Junho 15, 2015

Vera Gomes

 

No início do ano, o New York Times elegeu o Alentejo como um dos 52 sítios a visitar. O britânico Guardian batizou-o de "a nova Toscânia". A National Geographic incluiu-o numa lista de 21 locais a não perder.

 

Entre outros pontos de interesse, as estrelas no Alentejo sao bem vindas!

 

As estrelas, quando nascem, não são para todos. Este canto do Alentejo tem mais direitos cósmicos os concelhos de Alandroal, Barrancos, Moura, Mourão, Portel e Reguengos de Monsaraz foram agraciados com noites particularmente estreladas. 

 

E por isso criaram, em conjunto, a Reserva Dark Sky Alqueva, uma área de três mil quilómetros quadrados reconhecida em 2011 pela UNESCO como a primeira Starlight Tourism Destination do mundo. 

 

"É um dos melhores sítios da Europa para apreciar o céu noturno", garante Miguel Claro, astrofotógrafo oficial da reserva. "Há aqui uma média de 286 noites sem nuvens [por ano], um clima seco e estamos longe de grandes cidades, cheias de poluição luminosa. 

 

Para o turista, é esplêndido." Não pudemos testar as palavras de Miguel apanhámos uma das 79 noites nubladas do Alqueva.  

 


Ler o artigo completo aqui.

Maior organização europeia de centros de ciência institui prémios Mariano Gago

Junho 12, 2015

Vera Gomes

créditos: Pavilhão do Conhecimento

 

O mais prestigiado prémio europeu de museologia científica tem, a partir de hoje, o nome Mariano Gago Ecsite Awards. Foi esta a forma encontrada pelos museus e centros de ciência europeus para reconhecer a intervenção de Mariano Gago no campo da cultura científica na Europa e no mundo.

 

 

A proposta partiu de antigos dirigentes desta organização, com os quais o ex-ministro português colaborou ativamente nos últimos anos, e foi formalmente aprovada pela administração desta instituição, que representa perto de 400 museus e centros de ciência, distribuídos por 50 países, e atraindo todos os anos perto de 40 milhões de visitantes.

 

Mariano Gago granjeou grande respeito e popularidade entre a grande comunidade de museus, centros de ciência e outras instituições de comunicação de ciência, enquanto ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal e também na qualidade de especialista de política de ciência e tecnologia, tendo sido membro de várias organizações internacionais.

 

Mariano Gago Ecsite Awards será entregue hoje, quinta-feira, durante a conferência anual do Ecsite, considerada por muitos como o maior e mais importante evento de comunicação de ciência na Europa, que decorre esta semana na cidade italiana de Trento, com mais de 1000 participantes.

 

O júri deste ano é composto por Annemies Broekgaarden (Rijksmuseum, Holanda), Carlos Coelho (Ivity Corporate Brand, Portugal), Dariusz Jemielniak (Kozminski University, Poliver) e Jean-Louis Kerouanton (University of Nantes, Franiv).

 

A edição deste ano da conferência anual do ECSITE marca também o fim do mandato de dois anos de Rosalia Vargas como presidente da instituição. A directora do Pavilhão do Conhecimento e presidente da Ciência Viva continuará na Administração e no Comité Executivo desta organização.

 

(retirado daqui)

 

Podem ler mais sobre Mariano gago e o espaço aqui e aqui.

Morreu a "voz de Apollo" que lançou o Homem para a Lua

Junho 12, 2015

Vera Gomes

"Três, dois, um, zero, todos os motores a funcionar. Descolagem, temos uma descolagem." Foi Jack King que deu voz à partida para a Lua. Reveja o momento histórico.

 

 

Desapareceu o homem que deu voz à contagem decrescente para a descolagem da missão Apollo 11, a primeira a levar o homem à lua: Jack King, antigo responsável das relações públicas da NASA, morreu na quinta-feira, nos EUA, aos 84 anos.

 

"Três, dois, um, zero, todos os motores a funcionar. Descolagem, temos uma descolagem." É talvez este um dos momentos altos da vida de King, que ficou popularmente conhecido como a "Voz de Apollo", e morreu num hospital perto do Centro Espacial Kennedy, no estado norte-americano da Florida.

 

A causa de morte foi insuficiência cardíaca, informou a filha, Beth King.

 

A 16 de julho de 1969, King foi a voz ouvida um pouco por todo o mundo, no lançamento da nave Apollo 11, que transportou os astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins para a Lua e que permitiu, cinco dias mais tarde, que Armstrong fosse o primeiro homem a pisar a superfície lunar.

 

Além da missão Apolo 11, King também fez a contagem decrescente para centenas de outras missões da NASA, incluindo várias da série Apollo.

 

King era oriundo de Boston (Massachusetts) e residente em Cocoa Beach (Florida).

 

(retirado daqui)

 

 

Japão vai enviar sonda às duas luas de Marte

Junho 11, 2015

Vera Gomes

 

 Créditos imagem: Handout . / Reuters

 

A Agência Aeroespacial nipónica (JAXA) planeia enviar em 2022 uma sonda às duas luas de Marte com o objetivo de recolher as primeiras amostras destes satélites que permitam investigar o planeta vermelho, revelou ontem a imprensa japonesa.

 

Este programa espacial tem luz verde do Executivo desde hoje e o seu sucesso resulta ria na primeira missão que atingiria os dois satélites naturais de Marte, Fobos e Deimos, cuja órbita é muito próxima do planeta.

 
Os detalhes técnicos da sonda e o método de lançamento ainda não foram determinados, mas serão baseados no atual programa Hayabusa da JAXA, o primeiro programa que conseguiu trazer para Terra amostras de um asteroide, salienta o diário Nikkei.
 
Para a JAXA, as amostras que possam ser recolhidas nos satélites de Marte irão proporcionar novas pistas sobre a origem do planeta vermelho e o seu estado atual.
 
A Rússia tentou, em 2011, uma operação semelhante, mas a sua sonda não conseguiu alcançar os satélites de Marte.
 
O programa nipónico tem um orçamento de 30.000 milhões de ienes (231 milhões de euros) a partir de 2016, mas a verba tem de ser ainda aprovada pelo parlamento japonês.
 
 
(retirado daqui)

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