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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Mars 2030

Fevereiro 09, 2016

Vera Gomes

 Uma aplicação de realidade virtual chamada "Mars 2030" irá utilizar imagens tiradas pelos rovers da NASA que se encontram em Marte para que possa oferecer uma experiència o mais autêntica possível aos utilizadores.

 

A Mars 2030 está a ser desenvolvida numa parceria entre NASA, Fusion Media, o Space Systemas laboratory do MIT e criadores de jogos que antes trabalharam na empresa Irratinal Games.

 

O lançamento desta aplicação está previsto para 2016, mas ainda não há uma data concreta.

 

Podem ler mais sobre esta aplicação aqui e aqui.

Lua poderá ser um lugar "interessante" para exploração mineira privada

Fevereiro 04, 2016

Vera Gomes

Lua poderá ser um lugar "interessante" para exploração mineira privada - ESA

 

O responsável da ESA reagia, deste modo, ao lançamento pelo Luxemburgo de uma iniciativa que pretende instigar as empresas a lançarem-se na aventura de explorarem os recursos naturais do espaço, sobretudo os asteroides.

 

"Este é um momento em que a ideia de ir para o sistema solar para fazer perfurações na busca de minério está sobre a mesa", disse Wörner à agência noticiosa francesa AFP, sublinhando que, "até agora, os custos eram demasiado elevados para desenvolver a atividade comercial".

 

"Atualmente, as companhias privadas estão interessadas em fazê-lo e muito bem", esclareceu o responsável da ESA.

 

Daí que tenha considerado esta possibilidade como "lógica" e explicado que não se fará "com dinheiros públicos".

 

"Se o Luxemburgo, que é membro da ESA, quiser apoiar estas empresas, isso é bom. Nesse sentido, nós veremos como poderemos unir as nossas forças", sublinhou. "Estou certo de que a Lua poderia ser um lugar interessante" para as atividades privadas, apesar de o projeto do Luxemburgo se referir, em particular aos astroides.

 

Desde que Jan Wörner tomou posse, em Junho do ano passado, tem vindo a promover a ideia de uma "Vila Lunar" multinacional, a qual poderia incluir atividades de exploração mineira realizadas por empresas privadas.

 

"Nos últimos anos, as empresas têm querido saber a minha opinião sobre a possibilidade de haver atividades de exploração mineira no espaço", lembrou o responsável da ESA, vincando: "Tenho dito que é uma boa ideia", mas também advertido para o facto de que "trazer os minerais para a Terra levaria tempo, porque é muito caro por agora".

 

Apesar desta limitação, utilizar materiais do sistema solar para abastecer as missões espaciais longínquas ou construir estruturas na Lua "não está tão distante", sustentou.

 

(retirado daqui)

O sonho impossível de Reagan

Fevereiro 04, 2016

Vera Gomes

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A impressão de um artista de uma primeira versão do projeto NASP X-30 em vôo [crédito: NASA]

 

A 4 de Fevereiro de 1986, poucos dias depois dos Estados Unidos ficarem chocados com o desastre do vai e vém Challenger, o presidente Reagan apresentou-se perante o Congresso para dar o seu discurso do Estado da União. "Nós continuaremos com nossos vôos de vai e vém espaciais. Nós avançaremos com a construção da nossa estação espacial. E nós iremos para a frente com a pesquisa sobre um novo Expresso do oriente (Orient Express) que poderá, até ao final da próxima década, descolar do Aeroporto de Dulles, acelerar até 25 vezes a velocidade do som, alcançando órbita baixa da Terra ou voar para Tóquio em 2 horas . "


A ideia de Reagan  de um 'Orient Express' não era uma ideia nova, mas o seu anúncio permitiu a que um projecto do mundo "negro" dos orçamentos classificados viesse a público. As suas palavras tinham sido cuidadosamente escolhidas para enfatizar o potencial para uma nova era de transporte rápido para o público em geral, mas, na realidade, o National Aerospace Plane (NASP), como o projecto foi oficialmente baptizado, estava a ser projectado com um papel muito diferente e prometeu a realização de um sonho que remontava ao final da década de 1950.

 

Podem ler mais sobre este projecto e o "anúncio" de Reagan, aqui.

 

Em órbita a primeira autoestrada espacial

Fevereiro 02, 2016

Vera Gomes

Sistema de retransmissão de dados via laser (crédito imagem: ESA)

 

A Agência Espacial Europeia (ESA) definiu com sucesso a primeira pedra da autoestrada de dados no espaço, ao colocar a primeira estação retransmissora em órbita do European Data Relay System (EDRS).

 

O EDRS é o mais ambicioso programa de Telecomunicações da ESA, numa parceria público-privada entre a ESA e a Airbus Defence and Space, com a Airbus a operar o serviço e a DLR German Space Administration a financiar o desenvolvimento do terminal laser.

 

Conhecido como ‘Autoestrada de dados espaciais’, o EDRS irá revolucionar as comunicações por satélite, como a primeira rede de comunicações óticas da Europa, capaz de retransmitir dados quase em tempo real a uma velocidade sem precedentes de 1,8 Gbit/s.

 

Normalmente, os satélites de órbita baixa têm de estar à vista das estações em terra para poderem enviar a informação para Terra. 

 

Em vez disso, o EDRS recolhe as informações a partir da sua posição mais elevada e geoestacionária via laser e reenvia imediatamente para terra, melhorando enormemente o acesso a dados que podem salvar vidas. 

 

Dentro de alguns dias a ESA, a Airbus e a DLR (agência espacial alemã) irão começar a testar o estado geral e a performance do EDRS-A, trabalhando com as estações em terra do EDRS na Alemanha, Bélgica e Reino Unido.

 

As ligações aos primeiros clientes, os satélites Sentinel do programa Copernicus da Comissão Europeia, serão feitos ao longo de várias semanas, até que o serviço comece neste verão. A retransmissão de dados para a Estação Espacial Internacional começará em 2018. 

 

O EDRS fará com que as informações de satélites de observação fiquem disponíveis mais rapidamente. Os satélites são parte do programa de observação da Terra da Comissão Europeia, o Copernicus. Dois novos satélites de retransmissão serão lançados em 2017. O EDRS custa  cerca de 500 milhões. A agricultura e os sectores marítimos estão ansiosos para este novo sistema. Ele também irá tornar o monitoramento das fronteiras mais eficiente.

 

Podem ter acesso a mais informação sobre este sistema de retransmissão de dados na página da ESA, aqui.

Foi há 13 anos

Fevereiro 01, 2016

Vera Gomes

 A tripulação  da missão STS-107 em Outubro 2001. Da esquerda para a direita: Brown, Husband, Clark, Chawla, Anderson, McCool, Ramon

 

A 1 de Fevereiro de 2003, o programa shuttle sofreu mais um acidente: o Columbia desintegrou-se ao reentrar na atmosfera terrestre. O Columbia tinha perdido placas do revestimento térmico ao ser lançado e isso provou-se fatal para toda a tripulação.


Este acidente colocou em causa a continuação do programa espacial, custos, benefícios de toda a exploração espacial, independentemente da forma como fosse efectuada. Colocou também em causa o investimento na Estação Espacial Internacional (ISS) e a eficácia da gestão da NASA, que já havia sido questionada aquando do acidente do Challenger. Colocou ainda sob os holofotes da opinião pública, os objectivos do programa espacial americano na sua globalidade. O Senador John MacCain colocou em causa o papel da Administração americana e do Congresso na negligência com questões de segurança do programa espacial em geral e com o shuttle em particular. Levantou a questão da idade e do papel da frota Shuttle, o impacto na ISS, a quantidade de experiências científicas a bordo do shuttle e da ISS e ainda o valor de voos tripulados e não tripulados. O relatório de segurança efectuado com o acidente de 1986 não havia sido implementado nem tão pouco era conhecido o seu paradeiro.

 

Morreram sete astronautas. O shuttle ficou em terra por algum tempo.

 

 

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