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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

"Ai e tal, afinal não era isso que queria dizer"

Outubro 09, 2015

Vera Gomes

Elon-musk

Elon Musk em Nova Iorque a falar sobre marte. Créditos foto: Mashable, Lance Ulanoff

 

Elon Musk, no passado mês de Setembro, deu uma entrevista a Stephen Colbert onde defendeu a ideia do uso de armas nucleares para tornar Marte habitável e mais parecido com a Terra. (Podem ver aqui a entrevista e a notícia).

 

Quase um mês depois,  Musk resolveu esclareceros seus comentários sobre como tornar Marte mais habitável, quando falou num evento em Nova Iorque, na passada sexta-feira (2 d Outubro). Musk afirmou que a sua ideia não era para explodir armas nucleares na superfície de Marte, mas sim por cima dos seus pólos, disparando-os em intervalos de vários segundos para criar um sol temporário e assim derreter as calotas polares do planeta, adicionando dióxido de carbono à atmosfera do planeta para criar um efeito de estufa. Esses dispositivos nucleares, disse ele, seriam "muito grandes, para os nossos padrões, mas muito pequenos para os padrões de calamidade."

 

Podem ler mais sobre esta intervenção de Musk, aqui.

Futura concorrência à Space X?

Outubro 08, 2015

Vera Gomes

cnes-onera_recycle_10.5.15

 

Duas agências do governo francês planeiam colaborar na tecnologia de foguetes reutilizáveis, tendo uma abordagem diferente da seguida pelo fabricante do lançador Ariane.

 

A agência espacial francesa CNES e o instituto francês de pesquisa aeroespacial ONERA trabalham em conjunto com a tecnologia para reutilizar toda a primeira etapa de um futuro veículo de lançamento, uma abordagem semelhante à que está a ser posta em prática pela SpaceX.

 

A Airbus, a construtora do Ariane, referiu anteriormente que estuda, por sua vez, uma abordagem para recuperar apenas os os motores da primeira fase de lançamento, a parte mais valiosa de todo o veículo.

 

Podem ler mais sobre este assunto, aqui.

O futuro passa por aqui: satélites eléctricos!

Setembro 15, 2015

Vera Gomes

Electra - Europe's first electric propulsion satellite
 Copyright ESA

 

 

A Boeing construiu um satélite propulsionado a energia elétrica e que dispensa combustíveis. O ABS-3A 720SP já começou a ser operado em órbita.

 

A ABS, uma operadora de telecomunicações, encomendou à Boeing a construção de um satélite para servir o mercado das Américas, Europa, Médio Oriente e África. A fabricante lançou o satélite a bordo de uma missão da SpaceX em março e entregou “as chaves” à ABS a 31 de agosto. Agora, o Slashgear noticia que o satélite já começou a operar.

 

A grande diferença deste satélite para os restantes é o método de propulsão. O 720SP usa propulsão através de energia elétrica e não precisa de combustível. A alimentação está a cargo de um Xenon Ion Propulsion System (XIPS). A Boeing estima que este sistema permita um ciclo de vida de 15 anos ao satélite, que se irá movimentar com quatro propulsores de 25 centímetros e que necessitam de apenas 5 kg de matéria prima por ano, sendo dez por cento mais eficientes do que as versões de combustível líquido.

 

A Boeing quer lançar um segundo satélite semelhante já no início de 2016, explicando que esta tecnologia permite o lançamento e manutenção a baixos custos.

 

Também a Agência Espacial Europeia (ESA) está a desenvolver este tipo de tecnologia. Em 2013, a (ESA) assinou um contrato com a SES para a continuação do porjecto Electra. Electra é uma parceria entre a ESA e a operadora de satélites SES para definir, desenvolver e validar no espaço uma única plataforma de propulsão elétrica de satélites de telecomunicações geoestacionários que servirá para lançar cerca de 3 toneladas de massa. O primeiro lançamento está previsto para o final de 2018.

 

Será esta a tecnologia do futuro para a exploração espacial? Provavelmente sim!

Operadores de satélites poderão perder parte do espectro de banda

Setembro 08, 2015

Vera Gomes

WRC-15 spectrum

 

 

 

É cada vez mais provável que a indústria de satélite perca o uso exclusivo de pelo menos parte do espectro da banda C ainda este ano. Enquanto uma decisão final sobre o acesso à extremidade inferior do espectro de C-band não será tomada até à Conferência Mundial de Radiocomunicações, em Novembro próximo, um determinado número de grupos regionais apoiam o uso permitido do espectro terrestre entre 3,4 e 3,6 gigahertz que  actualmente é reservado para uso por satélite. No entanto, os satélites reteriam ainda o uso exclusivo de outras partes do espectro da banda C, a partir de 3.6 até 4.2 gigahertz, que operadores terrestres também procuram.
 
Podem ler mais sobre este assunto aqui.

Será que as explosões em Tianjin têm impacto no programa espacial chinês?

Agosto 18, 2015

Vera Gomes

 

Chinese authorities ordered the immediate evacuation of all residents of within a two-mile radius flattened industrial zone in the north east of the country yesterday

 Imagens aérea do local onde ocorreram as explosões em Tianjin, China. (Créditos Imagem: AP)

 

 
O jornalista Leonard David relata no passado Domingo que as explosões químicas que ocorreram em Tianjin, China poderiam ter um impacto sobre o programa espacial da China.

Num post no seu website, David cita agências de notícias chinesas estatais dizendo que as explosões quebraram janelas e colapsaram os tectos  no Centro Nacional de Supercomputação em Tianjin que "alguns relatórios dizem que está vinculado a programa espacial da China." Ele acrescenta que a instalação, Tianhe-1, foi fechada por causa dos danos.

Os lançadores chineses Long March 5 e Long March 7 foguetes são fabricados e testados em Tianjin. A 25 de Dezembro de 2014, um artigo no China Daily cita Tao Gang, administrador do Tianjin Long March Launch Vehicle Manufacturing Co. Ltd., dizendo que estavam perto de completar o desenvolvimento do Long March 7. O Long March 5 e irão substituir os actuais lançadores chineses e serão lançados a partir do novo centro de lançamentos  Wenchang Space Launch Center na ilha de Hainan, na China.

O primeiro lançamento do Long March 5 é esperado o mais tardar em 2016, segundo o relatório anual sobre a China de 2015 do Departamento de Defesa dos EUA. Os Long March serão utilizados para uma ampla gama de missões humanas,  e órbita da Terra e de espaço profundo, incluindo a construção de uma  Estação Espacial de 60 toneladas na órbita baixa. O mais pequeno Long March 7 será utilizado para missões de carga para a estação espacial de acordo com o relatório China Daily.

Tianjin Long March Launch Vehicle Manufacturing Co. Ltd. é uma subsidiária da Academia Chinesa de Tecnologia de Veículos de Lançamento. A televisão chinesa CCTV transmitiu um segmento curto em Março que mostra o Long March 5 na instalação de Tianjin.

As autoridades chinesas ainda estão a investigar a causa das explosões num armazém em Tianjin, cidade portuária a cerca de 70 milhas (110 quilómetros) de Pequim, que matou mais de 100 pessoas e feriram centenas de outras. A localização das instalações de produção e teste do Long March estão localizadas em relação ao local das explosões não é clara.
 
 
(texto traduzido daqui)

Espaço não é fácil.

Julho 31, 2015

Vera Gomes

 

O espaço não é um jogo fácil. Num tom refrescante, um repórter australiano enumera algumas das principais dificuldades encontradas pelos programas espaciais durante a sua execução.


O artigo mostra que ir para o espaço nunca é fácil e que uma missão falhada mostra que nunca nada deve ser tomado como garantido. 

 

Podem ler o artigo completo aqui.

 

O próximo boom tecnológico será... no Espaço!

Julho 30, 2015

Vera Gomes

Planet Labs doves.

Créditos imagem: NASA

 

 

O ponto de viragem para a indústria espacial foi em 2012. Foi quando o Dragão da SpaceX se tornou a primeira nave espacial comercial a visitar a Estação Espacial Internacional, o que despertou a imaginação de ficção científica  de vários empresários um pouco por todo lado.

Os cientistas espaciais da NASA começaram a fugir em massa, em busca de oportunidades para construir aplicações em cima destes veículos espaciais frequentemente novos. Se SpaceX está a enviar carga para reabastecer a Estação Espacial Internacional, o que mais poderia ser enviada nas mesmas naves?

Ary levy assina o artigo que defende esta tese e dá inúmeros exemplos de como novos horizontes estão a abrir-se para as empresas que até então não seria sequer uma hipotese. Podem ler o artigo completo aqui.

Olá Primo!

Julho 24, 2015

Vera Gomes

 

 A NASA confirmou ontem a existência de um planeta na zona orbital habitável do sistema planetário Kepler 22, a 600 anos-luz da Terra, no qual poderá haver condições para a formação de água em estado líquido.

 

Com esta descoberta, sobe para três o número de planetas fora do Sistema Solar em zona orbital habitável.

 

Segundo as agências internacionais de notícias, é a primeira vez que a agência espacial norte-americana confirma a existência de um planeta numa zona orbital habitável fora do Sistema Solar.

 

Para saberem mais sobre esta descoberta podem ler aqui o artigo científico publicado na Science em 2014 e aqui a apresentação powerpoint disponibilizada pela NASA.

Empresa japonesa quer investigar a exploração de minério na Lua

Junho 23, 2015

Vera Gomes

pplware_hakuto-rover-tetris

 

O novo desafio para as potências deste mundo é desafiar as fronteiras de novos mundos. A tecnologia despertou há muito a vontade de sair desta aldeia global em que se tornou o planeta Terra e há já quem queira entrar numa odisseia industrial à escala espacial.

 

Este é o desafio a que se propõe uma empresa nipónica que se chama ispace. A ideia desta companhia é colocar no satélite natural da Terra um veículo robótico pioneiro que investigue a existência de recursos minerais na superfície lunar.

 

A japonesa ispace quer ser pioneira na investigação de minério na superfície lunar. Esta empresa conta com a sua vasta experiência em equipamentos dedicados à exploração de minério e quer agora dar o salto para o espaço:

Descobriremos onde se distribuem elementos como as terras raras mediante a análise à areia e às camadas, através de câmaras de entre 10 e 100 destes rovers (veículos robotizados)

 

Revelou esta segunda-feira o CEO da empresa ispace, Takeshi Hakamada, ao diário Nikkei Negócio.

 

Contudo, a empresa, fundada em 2013, ainda está na fase de angariação de fundos para enviar o seu primeiro “rover” à lua, que deverá ser lançado por volta do segundo semestre de 2016. Este envio contará com a participação de um operador privado aeroespacial, o US SpaceX.

Música do espaço

Abril 16, 2015

Vera Gomes

O ex-astronauta canadiano, Chris Hadfield, irá lançar um álbum. O primeiro álbum do Hadfield será lançado no próximo Outono pela Warner Music Canadá. O álbum, ainda sem título, inclui faixas de Hadfield realizados com uma viola a bordo da Estação Espacial Internacional em 2013.

 

Enquanto o albúm não seja às lojas, podem ver a versão de Space Oddity que Hadfield fez a bordo da Estaçao Espacial Internacional e que foi visto por milhões de pessoas no Youtube no vídeo abaixo.

 

 

 

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