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Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Astropolítica

"Se se pudessem interrogar as estrelas perguntar-lhes-ia se as maçam mais os astrónomos ou os poetas." Pitigrilli

Arte portuguesa no Espaço

Setembro 28, 2015

Vera Gomes

tek vhils iss

 

Há arte portuguesa a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês). O artista Alexandre Farto, também conhecido como Vhils, criou uma instalação que está no centro de investigação espacial desde o dia 2 de etembro.

 

“A partir de determinada altura tornou-se difícil que acontecesse, por causa de uma série de autorizações, mas acabou por suceder e foi uma surpresa”, disse Alexandre Farto ao jornal Público, que faz o relato da história.

 

A peça foi concebida para a cúpula da ISS, o melhor local da estrutura para ver o planeta Terra, e tem como objetivo projetar no rosto do astronauta dinarmaquês as 16 vezes em que o Sol nasce e se põe. Um vídeo da instação pode ser visto neste link.

 

“É uma peça efémera a cada segundo, porque o contexto vai-se sempre alterando. Pensei numa peça para o espaço da nave, mas que não se impusesse ao lugar”, detalhou ao jornal.

 

O projeto foi realizado em parceria com a Agência Espacial Europeia (ESA na sigla em inglês) e a escolha recaiu sobre o astronauta dinamarquês pois faz parte de um projeto de um outro artista português: o documentário-filme O sentido da Vida, do realizador Miguel Gonçalves Mendes.

 

O realizador desafiou Vhils a fazer diferentes intervenções artísticas de sete personalidades que participam no filme e cujas histórias ajudarão a contar de Giovanne, uma pessoa que tem a doença dos pezinhos e que parte numa viagem de autodescoberta.

 

(retirado daqui)

Querem controlar um rover em Marte?

Setembro 09, 2015

Vera Gomes

Na imagem: Jet propulsion Lab da NASA. Créditos imagem: Bill Ingalls/NASA/Getty Images North America

 
 

Composto por Luís Correia, Nuno Correia e Nuno Nunes, o OOZLabs (sigla para oficinas One Over Zero) vai levar à Maker Faire um projeto que simula o controlo de um rover numa missão a Marte, transmitindo sequências de comandos por uma ligação remota e acompanhando o desenrolar da missão.

 

A ideia destes makers é proporcionar aos visitantes uma experiência verdadeiramente interativa, pelo que o desafio é que cada pessoa possa sentir que está ao comando da missão de um Rover em Marte. Isto significa que vai ser necessário explicar a cada utilizador por que razão não se consegue controlar o rover como se fosse um carro, já que há que ter em conta o problema da distância Terra-Marte.

 

Recorde-se que a Maker Faire decorre no Pavilhão do Conhecimento entre os dias 18 e 20 de setembro.

 

Pode saber mais detalhes sobre o projeto do OOZLabs no vídeo abaixo.

 

 

(retirado daqui)

 

Portugal lidera consórcio que vai testar na Noruega tecnologia para explorar planetas

Setembro 01, 2015

Vera Gomes

swipe_image.jpg

 (créditos imagem: http://swipe.tekever.com/ )

 

As redes de sensores, nomeadamente térmicos e de luminosidade, permitirão, no futuro, recolher o maior número de dados possíveis da superfície de um planeta.

 

Um consórcio europeu, liderado por uma multinacional portuguesa, vai testar nas ilhas Svalbard, na Noruega, uma nova tecnologia para exploração de planetas, que parte de redes de comunicação de sensores, usados para monitorizar o ambiente à sua superfície.

 

A Tekever, multinacional portuguesa responsável pela tecnologia de base, pretende iniciar os primeiros testes, no terreno, das redes de sensores, no fim de setembro ou no início de outubro, depois de obtidas as autorizações pedidas e se as condições meteorológicas o permitirem, disse à Lusa o administrador Ricardo Mendes.

 

Nas ilhas Svalbard, no Círculo Polar Ártico, "os investigadores irão encontrar condições atmosféricas próximas das existentes no espaço", segundo a empresa.

 

As redes de sensores, nomeadamente térmicos e de luminosidade, permitirão, no futuro, recolher o maior número de dados possíveis da superfície de um planeta como Marte, ou mesmo da Lua, processá-los e transmiti-los para um satélite na sua órbita, que os enviará para Terra.

 

Na prática, a tecnologia usada propõe-se ajudar a preparar missões tripuladas a outros planetas que venham a ser calendarizadas, fornecendo o máximo de informação sobre esses planetas, de acordo com Ricardo Mendes.

 

O projeto, designado como SWIPE (Space Wireless sensor networks for Planetary Exploration, redes "sem fios" de sensores para exploração planetária), custou dois milhões de euros, mais de metade suportados por fundos comunitários.

 

O administrador da Tekever crê que, com um "custo muito mais baixo" ao de um robô como o Curiosity, que explora a superfície de Marte, o SWIPE possa ampliar o estudo do ambiente à superfície de um planeta.

 

Ao contrário do robô da NASA, um "equipamento com muitos sensores a bordo" que vai explorando Marte à medida que percorre a sua superfície, o SWIPE pressupõe redes de comunicação de pequenos sensores espalhados por vários pontos da superfície do planeta, explicou Ricardo Mendes.

 

Do consórcio europeu fazem ainda parte as universidades de Roma "La Sapienza", em Itália, e de Leicester, no Reino Unido, assim como empresas de engenharia, telecomunicações, segurança e defesa aeroespacial de França e Espanha.

 

O SWIPE vai ser apresentado no 66.º Congresso Astronáutico Internacional, que se realiza de 12 a 16 de outubro, em Israel.

 

A Tekever já produziu, para a agência espacial europeia ESA, tecnologia que permite a comunicação entre satélites.

 

(retirado daqui)

 

Podem ler mais sobre o projecto aqui.

Multinacional portuguesa conclui equipamentos para a nave Orion da NASA

Agosto 21, 2015

Vera Gomes

 
Primeira missão da Orion é em 2017
 Primeira missão da Orion é em 2017 (créditos fotografia: NASA)

 

 

A primeira missão da Orion será "um voo não tripulado à volta da Lua em 2017 e vai reentrar na atmosfera terrestre a 11 km/segundo, que será a velocidade de reentrada mais elevada de sempre".
 

A multinacional portuguesa Active Space Technologies, sediada em Coimbra, anunciou hoje a entrega de dois equipamentos para a futura nave Orion, da agência espacial dos Estados Unidos (NASA).

 

"A Active Space Technologies terminou o fabrico e montagem dos protótipos de teste do Thermal Control Unit do Orion Multi Purpose Crew Vehicle - European Service Module (MPCV-ESM) da futura nave Orion da NASA", refere uma nota de imprensa da empresa especialista em tecnologia aeroespacial.

 

Segundo a mesma nota, a primeira missão da Orion será "um voo não tripulado à volta da Lua em 2017 e vai reentrar na atmosfera terrestre a 11 km/segundo, que será a velocidade de reentrada mais elevada de sempre".

 

"A nave Orion da NASA vai suceder ao Space Shuttle na missão de transporte dos astronautas" e "irá servir como veículo de exploração, transporte da tripulação e veículo de emergência, operando sobretudo em missões de suporte à Estação Espacial Internacional", adianta a empresa, explicando que "transportará os astronautas para órbitas terrestres, permitindo futuras missões à Lua e asteroides e, eventualmente, a Marte".

 

A nota diz ainda que o módulo de propulsão da Orion, designado European Service Module, "é baseado no Automated Transfer Vehicle desenvolvido pela Agência Espacial Europeia", esclarecendo que este "consiste num módulo que inclui quatro painéis solares e fornece propulsão, energia, controlo térmico, água e ar ao módulo habitável do Orion".

 

Citado na mesma nota de imprensa, o CEO da Active Space Technologies, Ricardo Patrício, afirma que a participação "num dos projetos mais críticos do atual programa espacial mundial, que tem por objetivo substituir o programa Space Shuttle", reforça o reconhecimento da empresa no panorama europeu, após participações noutras missões.

 

À agência Lusa, Liliana Baptista, gestora do projeto, iniciado no final de junho, disse que a empresa fabricou "dois equipamentos iguais, semelhantes a uma caixa, feitos em alumínio e que serão depois incorporados na nave para testes".

 

"São equipamentos para o controlo estrutural de toda a nave, nesta fase ainda de testes, mas que depois serão substituídos por outros. O modelo que vai ser usado na realidade vai ser muito mais complexo, com muitos componentes eletrónicos, térmicos e sensores", declarou.

 

A gestora observou que "para fazer os testes da nave não é necessário o equipamento ser tão complexo", sendo que estes agora produzidos pela empresa têm "as mesmas características dimensionais, mecânicas e estruturais dos futuros equipamentos"

 

(retirado daqui)

 

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